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 Mistérios

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MensagemAssunto: Mistérios   Seg Out 08, 2007 5:12 pm



Cap. 1 - Um Começo Nada Bom

- O prédio está em chamas e estamos aqui na frente esperado notícias da garota que ficou presa lá dentro... - falava o repórter.

- Eu tenho que sair daqui, vou sair pela escada de emergência. - falava desesperada a garota.

Ela abriu a porta para sair, mas a escada estava em chamas e os bombeiros não estavam conseguindo dominar o fogo.

- Ai Meu Deus! Tenho que sair pelo elevador mesmo. - falava correndo a garota.

Ela entrou no elevador e já estava suando, pois ela tinha claustrofobia. De repente o elevador para e ela começa a ficar tonta.

- Rápido pegue minha mão! - exclamou o homem que aparecera.

- Eu não alcanço, baixe mais. - disse a garota.

- Está bem, vou tentar. - disse o homem.

Ela ia alcançar a mão do homem quando o elevador desceu mais um pouco.

- Ai! - gritou a garota.

- O que foi? - perguntou o homem.

- Bati a cabeça, está sangrando. - disse a garota.

- Me dê a mão logo, o fio vai arrebentar, o fogo está dominando-o. - falou o homem apressado.

A garota alcançou a mão do homem e neste exato momento ele se segurou na escada e o elevador passou entre a menina.

- Rápido, vamos! - exclamou o homem.

Ele a pegou no colo e quando estavam no meio do caminho e elevador cai no chão e explode.

- Mais rápido! O prédio vai explodir! - gritou a garota desesperada.

- Eu não sou um super-herói, sou apenas um detetive. - disse o homem.

Eles sairam do prédio e homem se atirou por cima da garota para portege-la da explosão.

- Vejam! A garota e o detetive sairam do prédio, corra, corra! - falava o repórter doido para cobrir a reportagem.

- Como você está? O que aconteceu lá dentro? Qual o seu nome? - falava um monte de repórteres em volta da garota.

- Saiam daqui, ela precisa de ar. - falou o detetive bravo.

-Muito Obrigada...erm... - dizia a garota.

- Detetive Lúcius o seu dispor - disse o homem.

- Sabrina Honeey - disse a garota.

Os dois sairam em direção ao carro quando ouve outra explosão ali perto. Eles entraram no carro e foram direto para explosão.

- É o meu apartamento! - gritou Sabrina assustada. - Mamãe, a mamãe está lá dentro, Ai Meu Deus!

- Eu vou entrar lá. - disse Lúcius.

depois de um tempo ele sai com uma mulher no colo e coloca-a na ambulância.

- Ela vai ficar bem? - perguntou Sabrina.

- Vai sim. - disse Lúcius.

Ela foi para a casa de uma moça amiga de Lúcius e ficou por lá esperando notícia de sua mãe.

- Oi, prazer, Jane. - disse a mulher.

- Sabrina Honeey. - disse Sabrina.

- Ela vai ficar bem. - disse Jane.

- Espero... - disse Sabrina.

Mais algum tempo depois, Lúcius volta.

- E então? - saiu perguntando Sabrina.

- ... - Lúcius ficou sem resposta.

E... - Sabrina olhava para Lúcius.

- Ela morreu. - disse Lúcius triste.

-Nãããooooo!!! Não! Não! Não! - gritava Sabrina chorando - Eu não acredito.

- Calma, Jane, pegue um calmante. - gritou Lúcius.

- Primeiro foi meu pai, depois minha irmã e agora minha mãe. disse Sabrina chorando - A próxima sou eu.

- Morreram todos eles? Como? - perguntava Lúcius

- Assassinados. - disse Sabrina

- Espera ai, o fogo no prédio foi intencional e você foi a única que ficou nele. - disse Lúcius

- E o que tem isso? - perguntou Sabrina

-
Isso quer dizer que tentaram te matar, tem alguém por trás de tudo
isso, alguém quer exterminar com a sua família inteira. - disse Lúcius

- .... - Sabrina sem palavras

- Você vai ter que ficar comigo, você pode ter informações muito mais importantes do que eu imaginava - Disse Lúcius

- Aaaaaaaahhhhh!!!! - gritou alguém

- É Jane, vamos! - disse Lúcius

Chegando lá não tinha ninguém.

- Acho que alguém ouviu a nossa conversa. - disse Lúcius - Você conhece mais alguém que tenha essas informações especiais?

- Sim. - disse Sabrina.

- Então ele vai ir atrás dessas pessoas - disse Lúcius com o ar de misterioso - E a Jane sabia de algo.

- Como você sabe? - perguntou Sabrina

- Eu não sei, eu tenho certeza - disse Lúcius.

To Be Continued...


Última edição por ||>Gui Witch&l em Qui Maio 08, 2008 9:03 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Mistérios   Qua Out 10, 2007 8:16 pm

Cap.2 – Jane Era um Deles

- Por que você diz isso? – disse Sabrina
- Esquece... Amanhã eu te falo, vamos dormir – disse Lúcius, preocupado
- Tudo bem! – disse Sabrina, curiosa
- Boa Noite. – disse Lúcius
- Estou com medo. – disse Sabrina – Dorme comigo.
- Tudo bem! Eu faço uma cama no lado da minha – disse Lúcius

Eles foram dormir e no outro dia quando Sabrina acordou, Lúcius não estava na cama. Ela foi até a cozinha e o encontrou em frente á uma
mesa farta de frutas e cereais deliciosos.

- Hum... Que água na boca – disse Sabrina – Até que morar no meio do mato não é tão ruim assim.
- Sabia que você ia gostar – disse Lúcius
- Isso é kiwi? – disse Sabrina, louca para comer
- É... – disse Lúcius, sorrindo
- Ai Cara, eu não acredito! – disse Sabrina, pegando o kiwi e colocando – o na boca
- Essas são as vantagens do mato – disse Lúcius
- Você pegou do mato? Direto do mato? – disse Sabrina, com os olhos arregalados
- Sim, eu tenho dois pés de kiwi – disse Lúcius
- Aaaaaahhhh!!! Assim é melhor ainda, que delícia, nham nham! – disse Sabrina, de boca cheia.
- Coma rápido, eu tenho que ir pro trabalho e eu aproveito e te levo na escola – disse Lúcius, pegando sua maleta.
- Ok!!! – disse Sabrina, ainda de boca cheia

Ela pegou sua mochila e foi direto pro carro. Lúcius a largou na escola e foi pro trabalho.

- Jordana, Rúbia!!! – gritou Sabrina, feliz
- Oiiiii!!! – disse Jordana
- Fiquei tão preocupada com você miga. – disse Rúbia
- Eu também fiquei – disse Jordana
- Agora já está tudo bem, eu acho. – disse Sabrina, olhando para o chão
- Vamos ao armazém da escola para comprar um pirulito – disse Rúbia
- Está bem. – disseram Jordana e Sabrina

Elas compraram o pirulito e quando estavam voltando encontraram uma garota que era muito amiga de Sabrina, mas não era mais.

- Larissa?! – gritou Sabrina, espantada
- Porque o espanto Sabrininha? – disse Larissa, encarando-a
- Você não tinha saído da escola semana passada? – disse Sabrina, desconfiada
- Ia sair, mas queria gozar mais um pouco de sua cara. – disse Larissa, dando uma risadinha maléfica.
- Humpf! – disse Sabrina, emburrada
- Vocês duas, vem aqui – disse Larissa
- E eu? – disse Sabrina brava
- Você fica de fora – disse Larisssa – É melhor você saírem de perto dela, vai que em algum momento alguém ataque e ataque você duas também – cochichou Larissa
- Sabe que você tem razão, é melhor ficar longe dessa daí – disse Jordana, olhando com uma cara de nojo para Sabrina
- Esperem! – disse Sabrina, com lágrimas nos olhos.

Larissa espalhou para todo mundo isso e a partir daí as pessoas olhavam para Sabrina com cara de nojo e raiva. Sabrina foi para sala e logo depois de uma manhã horrível de aula ela estava indo pra casa quando um garoto a parou.

- Eu não acho que se eu andar com você, eu serei atacado – disse o garoto
- Quem é você? – disse Sabrina, surpresa
- Sou novo na sua sala, meu nome é Rian – disse o garoto
- Rian? – disse Sabrina, com um ar de apaixonada – Você não é o garoto que eu vi lá no aquário?
- Eu mesmo!! – disse Rian, dando um sorriso
- Eu quase te beijei aquele dia, mas eu estava nervosa – disse Sabrina, tímida
- Não quer repetir a mesma coisa? – disse Rian, olhando fixamente em seus olhos
- Adoraria... – disse Sabrina, feliz

Eles foram para um lugar completamente aberto e muito silencioso. Lá, eles se beijaram e quando Sabrina menos esperava, ele puxou uma faca do seu
bolso e tentou acerta - lá.

- Você está louco? – disse Sabrina
- Me mandaram te matar, só estou fazendo o meu serviço – disse Rian, tentando acertar uma facada

Sabrina correu até não poder mais, passou por um bosque curto, mas cheio de pedras. Ela cai em uma das pedras e Rian aproveita para lhe matar.

- Você não vai durar muito. – disse Rian, apontando a faca para ela.
- Ai é que você se engana. – disse Sabrina, olhando com uma cara de má para ele

Ela aproveita e chuta bem naquele lugar e sai correndo. Ela chega na casa de Lúcius e logo se senta em uma cadeira.

- Nossa! O que está acontecendo? – disse Lúcius, preocupado
- Me dá um copo de água – disse Sabrina, ofegante
- Tudo bem. – disse Lúcius

Ela tomou o copo de água e logo depois começou a falar do acontecimento e depois.

- O que faz em casa a essa hora Lúcius? – disse Sabrina
- Hoje estava sem trabalho – disse ele, pegando uma maçã da fruteira
- Hummmm... – disse ela, pensativa
- Bom, mas sobre a Jane... – dizia ele
- O que tem ela afinal? – disse ela, curiosa
- Bem... Ela era um deles. – disse Lúcius, dando um sorrisinho meio sem-graça
- Deles? Como assim? – disse Sabrina, com uma dúvida cruel
- Assassinos. – disse Lúcius
- O que?! – gritou Sabrina, assustada
- É isso mesmo. – disse ele
- Eu poderia ter morrido aquele dia, ela poderia ter me matado... – gritava Sabrina, andando para um lado e para o outro na sala
- Acalme-se. Por algum motivo especial ela não lhe matou, tem caroço nesse angu... – disse Lúcius, muito, muito desconfiado
- Você tem razão, será que ela é algo meu? Ou será que... – dizia ela, quando foi interrompida.
- Apareça seu desgraçado!! Apareça!! – gritava um homem fora da casa
- Ué? O que foi agora? – Lúcius se perguntava

Quando Lúcius foi ver, um tiro quase o acerta na cara.

- Nossa! Rápido, me alcance a arma, rápido! – gritava Lúcius
- Aqui está. – disse Sabrina tremendo

Começou um tiroteio incrível, com vasos quebrando, janelas quebrando e com direito a tiros pra tudo quanto é lado.

- Pegue uma arma pra você Sabrina – disse Lúcius, escondido no canto da janela
- Mas... eu não... – dizia Sabrina, quando foi interrompida
- Não discuta, pegue. Basta arma-lá desse jeito e depois puxar o gatilho. – disse Lúcius, atirando no homem lá embaixo – Essa não, vieram mais pessoas.
- Ai, sai daqui seu garoto idiota – disse Sabrina, dando um tiro certeiro em seu peito
- Uau! Belo tiro – disse ele, carregando a arma
- Obrigada ^^ -- disse ela, sorrindo
- São muitos, vou ligar para... para... – disse ela, procurando algum número de telefone
- Liga para o Léo e para o Denny – disse ele, apontando para o telefone em cima da mesa – O número é 84195137.
- Estou ligando – disse ela, digitando os números

Mais uns tiros pra cá e uns tiros pra lá, os dois assistentes de Lúcius chegam matando todo mundo.

- O que houve aqui? – disse Léo
- Tiroteio – disse Sabrina
- Nossa! Mas sua casa ficou destruída Lúcius – disse Denny
- Pois é... -- disse Lúcius, olhando para a casa destruída.
- Hello Guys – Disse uma voz feminina
- Quem é? – disse Sabrina
- Celine, é uma mulher louca que anda pela noite, as vezes ela ajuda a gente. -- disse Lúcius
- Bu! – disse Celine, aparecendo na janela
- Aaahh! – gritou Sabrina, levando um susto daqueles
- Cuidado! – gritou Celine
- O que? – disse Sabrina virando-se pra trás e levando um tiro no ombro. – Ai, ai, ta doendo.

De repente Jane aparece toda ensangüentada e caindo no chão

- Deus! Jane! – disse Lúcius, surpreso

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MensagemAssunto: Re: Mistérios   Seg Out 15, 2007 1:09 am

Cap.3 – O Segredo

- Jane, acorde, acorde – dizia Lúcius, segurando-a em seus braços
- Hã? Onde eu estou? O que houve? – disse Jane, olhando tudo em sua volta
- Você está na minha casa. A casa de Lúcius... – disse Lúcius olhando para ela
- Estou fraca, eu... Eu... Estou sang... Sangrando – disse Jane, olhando para suas mãos
- Não vai durar muito tempo, ela está fraca demais. – disse Léo
- Também acho, além disso, ela está com um corte muito profundo em sua garganta que pode levar a falta de ar e outros sérios problemas, levando a morte. – disse Denny
- Jane, por favor, você tem um segredo, eu sei disso. Conte-me. – disse Sabrina

Jane olhou em seus olhos e começou a chorar.

- O segredo é que.... É que.... – dizia Jane
- Fale, por favor, não morra agora, eu preciso saber a verdade. – disse Sabrina, chorando
- O se... Se... – dizia Jane, logo depois morreu
- Nããããoooo!!! – gritou Sabrina, atirada por cima de seu corpo – Minha única chance de saber esse mistério.
- Morreu por emoção demais – disse Denny – Teve um infarto emocional.
- Incrível, toda ensangüentada, com um furo na garganta profundo e não morreu, mas morreu por que se emocionou. – disse Sabrina, com raiva
- Acalme-se, nem tudo está perdido Sabrina. – disse Lúcius – Nós vamos reverter à situação.
- Vamos dormir. – disse Léo
- Aqui? – disse Sabrina – A casa ficou completamente destruída.
- Na minha casa tem espaço. – disse Celine
- Ainda aqui Celine? – disse Lúcius – Topamos em ir para a sua casa.
- Vamos! – disse Celine, pulando a janela

Eles foram até a casa de Celine, eles nunca aviam entrado lá antes. Era de impressionar, uma verdadeira mansão. Com uma televisão de 40 polegadas, muitas caixas de som espalhadas pela casa, sofás de luxo, mesas de luxo, comidas caras, enfeites, quadro equivalente a U$400.000.

- Bem vindos a minha humilde casa – disse Celine, dando um sorrisinho
- Põe humilde nisso - disse Sabrina, olhando para os lados
- Você morava num barraco no morro uma vez, não morava Celine? – disse Léo
- É claro, você sabia disso – disse Celine
- Como assim? – cochicharam Lúcius e Denny ao mesmo tempo
- Eu fui namorado dela por um tempo, antes de ela ser louca. – disse Léo, cochichando
- Aaaahhhh!!! – disse Denny

Ela mostrou os aposentos de cada um e logo depois todo mundo foi para a sala.

- Como você conseguiu isso tudo aqui? – disse Sabrina
- Roubei umas jóias de uma casa de uma amiga minha. – disse Celine, mostrando umas das jóias para Sabrina
- Uau!! É um anel de vários diamantes, que lindo. – disse Sabrina, impressionada
- Esse eu não me desfaço, é o mais lindo. – disse Celine
- Ela não te denunciou? – disse Lúcius
- Não! Eu fiz um jeitinho de ela perder a memória. – disse Celine, dando uma piscadela
- Vamos dormir. – disse Denny, se levantando do sofá
- Certo, mas vai ter que dormir todo mundo no mesmo quarto.– disse Celine
- Você disse que tinha lugar. – disse Sabrina
- Eu disse que tinha lugar, não que tinha quartos. – disse Celine – O quarto é grande, cabe pelo menos umas 8 camas de chão.
- Tudo Bem! – disse Lúcius

Eles foram para o quarto e quando amanheceu Sabrina começou a se revirar na cama.

------Sonho------

- A.D.E – disse uma mulher
- Mamãe!! Que bom que te encontrei. – disse Sabrina
- A.D.E – disse Caroline, mãe de Sabrina
- Mamãe? Fale comigo. – disse Sabrina
- A.D.E – disse Caroline, novamente, sumindo na escuridão

------Fim do Sonho------

- A.D.E – gritou Sabrina, pulando da cama
- O que tem? – perguntou Léo
- Sonhei com minha mãe me falando de uma tal A.D.E – disse Sabrina, forçando as sobrancelhas
- A.D.E ... Associação de Detetives Especiais – disse Lúcius – É lá onde nós trabalhamos.
- Precisamos ir lá. – disse Sabrina, olhando para Denny e Léo
- Não pode ir lá. – disse Denny – Só com autorização.
- Eu espero então. – disse Sabrina
- Vocês podem pegar a autorização amanhã e depois de amanhã vocês vão. – disse Celine
- Ótima idéia. – disse Denny
- Você não é tão louca quanto eu pensava Celine. – disse Lúcius
- Eu era mais louca antes quando era nova... – disse Celine – Agora com 34 anos eu não estou mais esquelética que nem antes.
- É, antes ela escalava no meu prédio, quando nós namorávamos e entrava pela janela. – disse Léo
- Mas você não disse que isso foi antes de ela ser louca? – disse Denny
- Disse? Ah! Acho que me enganei. – disse Léo
- Chega de bafafá, vamos tomar café. – disse Celine – Matilde deve ter feito uma mesa farta.
- Então vamos! – disse Sabrina

Eles foram para o banheiro se lavarem e logo depois apareceram na mesa do café.

- Onde está Léo? – disse Lúcius
- Deve ter se perdido. – disse Celine
- Ahá! Ai estão vocês – disse Léo
- Se perdeu? – disse Denny
- É, me perdi. – disse Léo

Quando eles estavam no meio do café, a campainha toca e Celine foi atender junto de Lúcius e Léo.

- Pois não... O que deseja? – disse Celine, com a mão na porta
- Prazer. Meu nome é Mafalda e eu sou vizinha de Jane. – disse a mulher – E eu queria falar sobre algumas coisas de Jane, vocês tem tempo para me ouvir?
- Acho que sim. – disse Celine
- Isso é comigo, o Léo e o Denny. – disse Lúcius
- Ótimo, pois tenho muitas coisas para contar. – disse Mafalda

Lúcius e Léo se olharam dando uma piscadela um para o outro.

- Me siga. – disse Lúcius subindo as escadas – Vou usar seu escritório, Celine.
- Esta Bem. – disse Celine
- Vem com nós Denny. – disse Léo
- O que está havendo? – disse Denny, largando seu pão na mesa
- Nada demais. – disse Léo

Eles foram para o escritório, arrumaram umas cadeiras e ela se preparou para contar.

- O que tem de tão importante para nos contar?
- Bom, é que... – dizia Mafalda quando é interrompida
- Lúcius, vem aqui, rápido. – disse Sabrina, entrando no escritório sem bater na porta

Quando Lúcius chegou lá embaixo, havia uns homens o esperando.

- Lúcius Souza Lima? – perguntou um dos homens
- Sim. Sou eu... – disse Lúcius
- Você está preso. – disse o homem, pegando-o e colocando as algemas
- Ei! Mas o que eu fiz? Eu sou um detetive da A.D.E. – disse Lúcius, tentando se soltar.
- Você sabe o que fez, se explique para o delegado. – disse o homem.
- Lúcius, como anda as coisas... – dizia Sabrina quando viu Lúcius sendo levado pelos homens – Ai Meu Deus! Lúcius! – gritava Sabrina desesperada.
- Eu volto. – disse Lúcius

Sabrina voltou para dentro de casa e contou o que acontecera. Todo mundo ficou sem entender nada e quando Matilde entrou na cozinha
e viu que estavam falando de Lúcius, ela se retirou de fininho. Por que isso?

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MensagemAssunto: Re: Mistérios   Seg Out 15, 2007 11:02 pm

Cap.4 – O Depoimento

- Então quer dizer que Lúcius foi levado preso? – perguntou Mafalda
- Exato. – disse Sabrina
- Então com quem eu falo? – disse Mafalda
- Comigo e com o Denny. – falou Léo, saindo da cadeira
- Eu também quero ir. – exclamou Sabrina, se levantando rapidamente
- Está bem!! Então vamos! – disse Denny, subindo as escadas

Eles foram para o escritório e Mafalda começou a falar.

- Para começar eu vou falar de um dia que foi movimentado. – disse Mafalda abaixando a cabeça e lembrando-se da cena

-----Lembrança-----

- Jane! – gritou uma mulher
- Maninha. – disse Jane
- O que faz por aqui? – perguntou a mulher
- Eu moro aqui, Nara. – falou Jane, sorrindo
- Sério? – disse Nara – eu vou me mudar amanhã para cá
- Hummmm... Que bom. – disse Jane, meio preocupada

- Depois disso, elas saíram para a casa de Jane, sua irmã foi embora e logo de noite eu vi um movimento na casa de Jane. – falou Mafalda, lembrando-se da cena.

- Eu não tenho coragem de matar uma criança. – disse Jane
- Mas devia. – disse um homem – Eu consegui matar uma família inteira e você não consegue matar uma adolescente.
- Fale baixo, eles estão ai. – cochichou Jane
- Grandes coisas!! – exclamou o homem
- Pra você não é nada, mas pra mim é. – cochichou Jane
- Oi Jane! – gritou Nara, feliz – A porta dos fundos estava aberta e eu fui en... Hã! Quem é ele?
- Erm... é um amigo meu. – falou Jane, sem jeito
- O que temos aqui? Uma irmãzinha gêmea... – disse o homem passando a mão em seu cabelo
- Não a machuque seu maldito. – gritou Jane, brava
- Fale baixo, eles estão ai. – cochichou o homem, debochando da cara de Jane
- Idiota, cafajeste, cachorro, sem-vergonha e... e... Serial Killer! – gritou Jane, enfiando o dedo em sua cara
- Você foi longe demais, detesto que me chame de Serial Killer. – gritou o homem, sacando uma arma.

- Ele atirou e Nara se enfiou na frente. Ai o tiro acabou acertando-a. – falou Mafalda, olhando para o chão.

- Aaaaaahhhh!!! – gritou Nara, com seu peito ensangüentado.
- Ah, droga! Eles estão vindo pra cá. – disse Jane, apressada. – Pegue suas coisas e carregue a minha irmã.
- Está bem! – falou o homem, pegando Nara.

- Logo depois Lúcius e Sabrina chegaram, mas não havia mais ninguém. Só um rastro de sangue. – disse Mafalda, olhando para Sabrina

- Acho que alguém ouviu a nossa conversa. - disse Lúcius - Você conhece mais alguém que tenha essas informações especiais?
- Sim. - disse Sabrina.
- Então ele vai ir atrás dessas pessoas - disse Lúcius com o ar de misterioso - E a Jane sabia de algo.
- Como você sabe? - perguntou Sabrina
- Eu não sei, eu tenho certeza - disse Lúcius.

-----Fim da Lembrança-----

- E foi isso que aconteceu, depois eu não vi mais nada. – disse Mafalda, pegando algo de sua bolsa. – A não ser isso que achei no chão da casa depois que Lúcius e Sabrina foram embora.
- É uma foto de Sabrina com todas as suas informações e um objetivo... assassinar. – disse Denny, olhando bem para a foto.
- Huh!! – assustou-se Sabrina, dando um pulo da cadeira. – Que horror.
- Eu já sei o que aconteceu. – disseram Léo e Denny ao mesmo tempo.
- O que? – perguntaram Sabrina e Mafalda.
- Depois de terem ido para a “base”, eles devem ter brigado, Nara se meteu no meio e começaram a, digamos, que lutar... – dizia Léo
- E então Jane deve ter ficado lá enquanto Nara fugiu, chegando até a casa de Lúcius, ensangüentada por causa da luta... – completou Denny
- E conclua-se que quem morreu na verdade foi a irmã gêmea de Jane... – completou Léo, novamente.
- Nara!! – terminaram Mafalda e Sabrina.
- Irei contar a Lúcius. – disse Celine, que ouvia por trás da porta.
- Pois então está perdendo tempo. – disse Sabrina
- Então tchau!! – disse Celine, saindo do escritório

Eles voltaram para a sala e continuaram conversando. Já na delegacia de polícia.

- Mas delegado, eu não fiz nada. – disse Lúcius, estressado
- Lúcius!! – gritou Celine, entrando na delegacia.
- Celine! O que foi? – perguntou Lúcius
- Tenho algo importante para te contar. – falou Celine o puxando de cadeira.
- Pare ai mesmo senhorita! – gritou o delegado – Se é importante eu também quero saber.
- Está bem! – falou Celine, largando Lúcius

Logo depois de contar o que acontecera, o delegado liberou Lúcius, eles foram pra casa e Lúcius foi direto ao escritório para ver as anotações do depoimento de Mafalda quando alguém bate na porta.

- Entre. – disse Lúcius, tomando um gole de café
- Oi! Saia um pouco deste escritório. – disse Celine. – Vocês está ai desde de hoje de manhã. Ah! E outra, desliga essa música chata.
- Ei!! – gritou Lúcius. – Era a minha favorita.
- Que nada, vem agitar o esqueleto. – disse Celine, colocando uma música de tango e puxando Lúcius para o meio do escritório.
- Eu não sei dançar tango. – disse Lúcius
- Hahaha!! Me engana que eu gosto, você era professor de tango antes de ser detetive. – falou Celine, com um olhar de esperta. – Eu fui sua aluna.
- Está bem! Você venceu. – disse Lúcius, puxando-a para dançar.

Entre vários passos de tangos, era mais emocionante. Eles se remexiam e faziam olhares sensuais, remexiam as pernas como se fosse sapateado
até que em um passo de rodopio, Lúcius a segura de frente, abraçando-a e a beija.

- Estou atrapalhando algo? – disse Sabrina, invadindo o escritório. – Ops! Desculpa, é melhor eu sair.
- Hum... Hum... Me solta! – dizia Celine, empurrando Lúcius. – O que foi isso?
- Não sei. Deu-me uma vontade louca de te beijar. – disse Lúcius.
- Eu também!! – exclamou Celine, o puxando pela gravata e dando lhe mais um beijo de novela.

Eles saíram para a mesa do escritório e derrubaram as coisas em cima da mesa. Lúcius atirou Celine em cima da mesa e os dois começaram tirar
a roupa. Foi uma loucura, eles se beijavam e Celine começava a tirar tudo, até que rolou aquilo e logo depois de um tempo eles saíram do escritório.

- E o que rolou? – perguntou Léo, curioso
- Bom... Digamos que eu voltei aos bons tempos. – brincou Lúcius.
- Ah garotão!! Já saquei tudo. – disse Denny, surgindo do nada.
- E então, o que rolou? – perguntava Sabrina
- Nem te conto, foi tão bom, tão maravilhoso, tão espetacular, ele é tão bom... – dizia Celine, quando viu a cara de Sabrina. – Erm... é que eu nunca tinha feito isso com alguém tão bom Very Happy
- Deu para perceber né. – disse Sabrina, rindo.
- Hahaha!!! – riram as duas daquela situação.

Logo depois, eles foram para baixo e Celine e Lúcius não paravam de se olhar, até que alguém interrompe o silêncio.

- Alguém pegou a autorização? – perguntou Sabrina
- Eu peguei. Está aqui – disse Lúcius
- Ótimo! Amanhã a gente vai lá na A.D.E? – perguntou Sabrina
- Sim. – disse Lúcius
- Ai. Que bom!! – falou Sabrina, aliviada

De novo o silêncio permanece, Sabrina olhou para Denny e Léo que logo depois olharam para Celine e Lúcius e começaram a dar gargalhadas.

- Do que vocês estão rindo? – perguntaram Lúcius e Celine
- Vocês ainda perguntam? – falou Sabrina, dando gargalhadas.
- Até parece que vocês nunca fizeram. – disse Celine
- Eu fiz. – disse Léo.
- Eu também. – disse Denny.

Todo mundo olha para Sabrina.

- Erm, eu não. – disse Sabrina, tímida
- Hahaha!!! – riram todos...

De repente a porta se abre e quem entra é....
Um cachorro.

- Floopy!! – gritou Sabrina.
- Quem é esse? – perguntou Denny
- Meu cão. – disse Sabrina, alegre
- Tem um negócio no seu pescoço. – disse Celine. – O que será que é?

Sabrina pegou e quando viu:
10... 9...

- É uma bombaaa!!! – gritou ela.

Todo mundo saiu correndo, deixando a bomba lá dentro, a mansão de Celine explode e havia mais algum papel na coleira de Floopy.

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MensagemAssunto: Re: Mistérios   Qui Out 25, 2007 4:24 pm

Cap.5 – A.D.E.

- Não acredito! – falou Celine, com um desânimo na voz.
- Não fique triste. – disse Sabrina, chegando a seu lado e passando a mão em seu cabelo.
- Bom... Agora está tudo perdido, só falta ir para casa de outra pessoa. – falou Celine, ainda desanimada.

Todo mundo olhou para os irmãos Denny e Léo, que se olharam também, Léo foi para frente e respondeu.

- Não sei não, mas acho que eles vão destruir nossa casa também. Ainda mais agora, que estou com uma filha de 15 anos, o Denny já está casado, a mulher dele está grávida e...
- Por favor! Só por uma noite, depois saímos de lá com sua família e tentamos viver como nômades. – Gritou Sabrina, indo para frente de Léo.
- Erm... – disse Léo, coçando a nuca.
- Por favor! – gritou Sabrina novamente, que agora batera o pé no chão.
- Está bem, mas antes temos que falar com nossas esposas. – falou Léo, meio arrependido.

Ele olhou pra o irmão e fez um gesto com os ombros, como se não tivesse nada mais o que fazer. Eles foram para casa deles, Léo e Denny entraram
primeiro e ficaram um bom tempo conversando com suas esposas e Léo também conversava com sua filha de 15 anos.
Logo depois eles saíram e disseram que podiam passar aquela noite ali. Eles jantaram e foram dormir. Logo que amanheceu, todo mundo acordou e repararam que Sabrina não estava na cama. Saíram procurando-a pela casa toda e a encontraram na cozinha, já pronta para ir para a A.D.E.

- Pensei que não iam acordar. – falou Sabrina, de pé em frente da mesa.
- Olá! Qual o seu nome? – perguntou a garota que entrara na cozinha.
- Sabrina. E o seu? – perguntara Sabrina
- Vanessa. – disse a garota, sorrindo.
- Nem a apresentei. Pois já estava dormindo quando vocês entraram. – resmungou Léo.
- Mas você não conversou com ela ontem? – perguntou Lúcius.
- Sim, mas estava agachado na beira da cama. – disse Léo dando uma risadinha.
- Cadê o Floopy gente? – perguntara Sabrina, olhando embaixo da mesa.
- Não é aquele em cima da rede? – dissera Vanessa, pontando-o com o indicador.
- É, ele mesmo. – disse Sabrina, sorrindo para Vanessa. – Caraca pessoal, tem uma carta aqui.
- O que diz? – disse Lúcius, puxando a carta da mão de Sabrina.

Caro Senhor Lúcius...

“Esperamos que tome muito cuidado, porque algo de muito valioso irão perder”...

Lera Lúcius, olhando para Sabrina.

“Não esqueça de que precisamos muito do seu ouro, por isso tome o máximo de cuidado com ele, não perca, pois nós poderemos ficar ricos com
isso”.

Com Carinho Jane.

- Com carinho Jane? – gritou Lúcius, amassando o papel e jogando fora. – Cara de pau.
- Acalme-se. Eu acho que não nos vai acontecer nada né? – perguntou Sabrina.
- Acho que não... – respondeu ele, com medo.
- Vamos indo para a A.D.E. – disse Celine, pegando suas coisas. – Só que agora não está mais seguro que nem antes.
- É, vamos indo, e vocês vem junto. – disse Léo, puxando Vanessa.

Chegando lá, eles deram umas voltas e ficaram conversando sobre a carta.

- E agora? – perguntou Vanessa, olhando para todo mundo.
- Agora é pedir para que Deus me proteja. – falou Sabrina, torcendo a boca.
- Em qualquer lugar que você for, eu vou atrás, está bem Sabrina? – afirmou Celine.
- Tudo Bem! – gritou Sabrina.
- Preciso ir ao banheiro. – falou Sabrina.
- Vamos lá! – gritou Celine, se levantando do banco em que sentara.

Chegando lá, o banheiro estava interditado porque uma pessoa o quebrou todo.

- Me desculpe! Vocês terão de usar o outro banheiro onde só pode entrar uma pessoa. – dissera o homem que estava arrumando o banheiro feminino.
- Obrigada! – disseram Celine e Sabrina ao mesmo tempo.

Chegando lá, Sabrina entrou no banheiro e Celine esperou no lado de fora.
Trinta minutos depois:

- Sabrina, você está bem? – perguntou Celine, que não obtivera resposta. – Sabrina?

Celine entrou no banheiro e viu, a pulseira de Sabrina, o boné que usava estava no chão e havia um buraco no teto.

- Droga! – gritou Celine, correndo para avisar Lúcius. – Lúcius!!
- Fale Celine. – disse Lúcius, sorrindo. – Onde está Sabrina?
- Foi raptada. – gritou Celine, com frieza.
- O que?! – assustou-se Lúcius.
- Vamos atrás dela, rápido. – gritou Léo, tirando sua arma do bolso.
- Olhem! Lá está ela! – gritou Sarah, apontando com o indicador um homem encapuzado com Sabrina em seus braços.
- Socorrrooo!!! – gritava Sabrina nos braços do homem.


Eles saíram correndo atrás do homem e neste exato momento, a bolsa de Nina estoura e Sarah e Vanessa ficam gritando por socorro no meio da A.D.E.Enquanto socorriam Nina, os homens e Celine estavam atrás do homem misterioso que raptara Sabrina.
Eles saíram da A.D.E e foram parar no meio da cidade, com tiroteios, balas perdidas, feridos e até mortes.

- Me devolva Sabrina, agora!! – ordenou Lúcius que parecia estar irritadíssimo.
- Você a quer? Então vá buscar. – murmurou o homem encapuzado, atirando Sabrina, que estava amarrada, em frente a um caminhão.

- Nããããooo!! – gritou Lúcius tentando alcançá-la

Era tarde demais e o quando viram o homem se pendurou no caminhão e Sabrina não estava mais ali. Aparecendo Jane no lugar dela.

- Jane?! – impressionou-se Celine.
- Éééé!!! – cochichou Denny.
- A... – completou Léo.
- Jane! – finalizou Lúcius.
- Oi rapazes! – disse Jane, dando um sorrisinho sem-graça.

Logo depois o telefone de Denny tocou.

- Alô? – disse Denny
- Oi! É a Vanessinha, a queridinha do tio, hehehe. – falou Vanessa, que parecia estar alegre.
- Qual é a novidade? – perguntou Denny, se ajeitando na cadeira.
- A Kelly nasceu!! – gritou ela no telefone, ficando entusiasmada.
- O que?! – dissera Denny, que não acreditou.
- A Kelly Nasceu! – repetiu Vanessa, meio confusa.
- Está bem, tchau! – disse Denny, desligando o telefone e deixando-o cair no chão.
- O que foi Denny? – perguntou Léo, preocupado com o irmão.
- Eu... Sou... PAI!!!! – gritou ele, dando um pulo da cadeira de felicidade.
- Uau!! Parabéns! – falou Léo, abraçando-o.

Logo todo mundo veio dar os parabéns a ele, mas Lúcius ainda não esquecera Jane.

- Você não vai escapar tão cedo assim não, Jane. – disse Lúcius, a puxando-a. – Conte-me, qual é a moral de você ser uma assassina?
- Bom... Tudo começou quando meu pai precisava de uma cirurgia. – começou Jane. – Eu precisava de dinheiro e então anunciei no jornal. Um homem que leu o meu anúncio bateu em minha porta e me disse que eu
poderia ganhar muito dinheiro fazendo tudo que ele mandasse... No inicio eu não sabia que era assassinar pessoas, então aceitei. Logo depois que ele me contou disso, eu fiquei assustada, mas topei em assassinar Sabrina.
Então tentei incendiar a escola onde ela faria a palestra sobre o meio-ambiente enquanto o homem, Zet, incendiava a casa de Sabrina. Ai você a salvou do incêndio e levou-a para a minha casa... Quando fui pegar a água, eu peguei uma faca, tentei acertá-la, mas não tive coragem... Afinal, era uma garota de 14 anos e acabara de começar a descobrir o mundo. Ai o Zet, que estava lá em casa, viu e me chamou pra conversar comigo.
- Esta parte já soubemos, uma vizinha sua nos contou. – disse Lúcius, interrompendo-a.
- Está bem!! – afirmou Jane. – depois de Nara ter se ferido com o tiro, nós tivemos uma briga lá em que eles tentaram me matar e confundiram com Nara, batendo até não poder mais nela, enquanto eu estava escondida vendo minha irmã ser espancada. Logo depois disso, ela se irritou, pois foi por causa de Sabrina que ela ficou daquele jeito. Ela pegou uma arma e saiu para dar um tiro em Sabrina, ela sabia onde você morava, pois eu falava muito de você.
Depois disso, eles me acharam, mas resolveram me poupar, ai eles decidiram que trocariam Sabrina por mim.
- Só isso? – perguntou Lúcius, de boca aberta. – E o segredo?
- Que segredo? – perguntou Jane.
- Porque você não a matou? – falou Lúcius, tirando seu rolex do pulso e colocando sobre a mesa.
- Porque não tive coragem, quem tem um segredo é Zet. – disse Jane, olhando para os lados.
- E qual o seu segredo? – perguntou Lúcius, que brincava com seu relógio rolex.
- Não me disse qual era. – falou Jane.
- E você quer descobrir junto com a gente? – perguntou Lúcius, erguendo as sobrancelhas.
- Claro!! – disse Jane, fazendo um sinal de sim.
- Ótimo!!! – disse Lúcius, pegando seu rolex e colocando-o no pulso.
- Vamos para a maternidade, a Kelly nasceu, temos que ver o bebezinho
do nosso amigo. – disse Celine, se levantando.

Todo mundo concordou e seguiram para a maternidade, onde encontraram
Denny, olhando pelo vidro, Kelly.

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MensagemAssunto: Re: Mistérios   Seg Out 29, 2007 7:54 pm

Cap.6 – A História de Zet

- Ela é linda! – murmurou Denny, babando na vitrine.
- A criança já está encharcada de baba. – brincou Celine.
- Hahaha!!! – riram todos.
- Senhor Denny? – perguntou um médico, chegando com um documento em suas mãos.
- O que foi? Há algo de errado com a Kelly? – disse Denny, virando-se rapidamente para o médico.
- Bem... – ia dizendo o médico.
- Fala logo! – gritou Denny, ansioso.
- Sua filha está com uma saúde implacável!! – disse o médico, sorrindo.
- Ai! Que bom. – suspirou Denny.
- Ainda bem! Não queria que minha sobrinha nasce-se com algum problema. – falou Léo, chegando ao lado de Denny.
- Vamos dormir!! – falou Denny.
- Cara, você só pensa em dormir! Você disse isso no dia do tiroteio na casa de Lúcius, quando fomos para a casa de Celine, quando fomos para a nossa casa... – gritou Léo, que estava fazendo uma careta agora.
- Eu me canso fácil, eu não tenho culpa se minha mulher me deforma. – gritou Denny, respondendo a Léo.
- Como assim? – perguntou Léo.
- Ela faz umas comidas boas, eu como até não poder mais e minha barriga se deforma. – respondeu Denny.
- Hahaha!! – riu Léo e todos os demais. – Essa foi ótima.

Todos saíram do hospital e Jane que agora estava com todos eles, querendo detonar com a raça de Zet e para quem Zet trabalhava (que ninguém sabia quem era) teve um flashback muito rápido que parecia um filme voltando.
Do nada ela desmaia e depois acorda.

- O que será que houve? – ela ouviu uma voz de um homem.
- O que aconteceu? – perguntou Jane, se levantando.
- Você desmaiou. – disse um homem, que agora Jane definira que era Lúcius.
- Eu tive flashbacks, eu me lembrei da história de Zet, desde a infância até a fase adulta. – cochichou Jane.
- Você conseguiria nos contar? Vai que pode ter algo a ver com Sabrina? – falou Lúcius, agora preocupado com Sabrina.
- Acho que sim!! – afirmou Jane.
- Então comece. – comentou Léo, que ouvira tudo da escada.

-----Flashback-----

- Oi, meu nome é Zet? E o seu?
- Carmem.

Trelêem!!!

- O sinal bateu, vamos entrar.
- Qual o nome do país que tem uma estátua parecida com a nossa?
- Estados Unidos da América. – respondeu Zet.
- Ótimo! Parabéns! – exclamou a professora, satisfeita.
_________________________________________________
- Acho que não estou pronto.
- Calma você vai conseguir.
- Será?
- Com certeza, vai nessa, não é tão ruim assim.
- Está bem, eu vou pular.
- Então vai, não é ruim bang jump.
- Aaaaaahhhh!!!
- Oh Meu Deus, Zet!

-----Fim do Flashback-----

- Bem... acabei de ter outro flashback, mas eu vou contar agora a história dele.

“Quando ele era criança, era ativo, inteligente, esperto e muito gamado em uma garota que odiava ele, a Carmem. Durante anos ele tentou namorar com ela e tudo mais, mas ela não dava bola para ele. Quando cresceu, queria se mostrar de algum jeito para ela e um dos amigos dele, Benício, o incentivou a pular de bang jump. Ele ia pular do barranco, onde embaixo era terra, ele se atirou e quando estava descendo, a corda arrebentou, ai sim, chamando a atenção de Carmem. Ele caiu e deformou o rosto e todo o lado direito de seu corpo, depois disso Carmem começou a cuidar dele, ele gostou e ela começou a sentir atração por ele também.”

- Nossa!! A história é triste. – disse Vanessa, que já chorava de tristeza.
- Eu ainda não terminei. – gritou Jane, olhando para Sabrina. – Continuando...

“Quando Zet se recuperou, Carmem pediu-o em namoro, ele nunca ficara tão feliz em sua vida depois disso. Três semanas depois de namoro, ele se separa de Carmem, pois ele teria que viajar para a Europa e ela não poderia ir.
Na Europa ele era muito descriminado por ser pobre, as pessoas debochavam dele e ele não podia fazer nada, apenas andava de cabeça baixa fingindo não ouvir. Ele não entendia, mas sabia que estava sendo debochado pelas caretas que faziam, até que um dia ele voltou para o Brasil e reencontrou Carmem... com outro, muito feliz, quando ele viu, começou a chorar. Saiu correndo e olhou para ela novamente e ela olhou
para ele. E de longe ela falou “desculpa” e ele saiu correndo de novo. Um dia Zet se encontrou com o Benício que o levou na festa de seu aniversário, ele conheceu uns caras que mandaram ele experimentar cocaína e maconha.”

- Já imaginei o pior. – murmurou Vanessa.
- E você está certa!! – afirmou Jane.

“Naquela noite em diante, o garoto não parecia ser o mesmo, estava agressivo e as coisas sumiam de dentro de casa, ele conheceu o mundo das drogas... e pior, o do tráfico. Era confronto com a polícia todo dia, até o dia em que levou um tiro no joelho e teve que operar. Os homens do tráfico o dispensaram e mandaram ele nunca mais voltar, porque era uma marica.”

- Deixe-me adivinhar! Um homem estranho veio e o convidou para ser do crime? – perguntou Lúcius.
- Exato!! – afirmou Jane, cruzando as pernas.

“Depois do convite, ele foi para a “base” e pegou uma maconha, o
homem viu e o fez largar as drogas com uma dieta rigorosa. A base de
chicotadas, gritos e muito soco. Ele se endireitou, mas seu rosto estava
desfigurado e o lado direito de seu corpo ainda estava deformado. Um dia, o homem saiu para fazer algo e voltou molhado e triste. Ele não contou nada para Zet e mandou matar um a um da família dos Honeey.”

- Uau!! Que história chocante!! – exclamou Sarah, aparecendo na sala.
- É, ele sofreu muito, -- cochichou Léo, quase chorando.
- Abandonado, descriminado, desfigurado, drogado, criminoso, traficante, bandido... – disse Denny, balançando a cabeça.
- Agora precisamos saber onde está Sabrina. – falou Jane, rouca. – Ela pode estar na base ou no casulo, que não faço a mínima idéia onde fica.
- Com certeza ela deve estar no casulo, é o único lugar que você não conhece. -- Reclamou Lúcius.
- Estou com dor de cabeça. – reclamou Denny.
- E eu com sono. – murmurou Vanessa, dando um bocejo.

Todos foram dormir, menos Jane, que ficou perturbada. Na manhã seguinte, Sabrina acordou amarrada em uma coluna velha.

- Bom dia minha cara!! – disse Zet calmamente.
- Está na hora de você me tirar daqui!! – gritou Sabrina furiosa.
- Mas eu nem a coloquei. – brincou Zet, dando uma risadinha.
- Largue ela!! – gritou uma voz do fundo do aposento.
- Sim senhor!! – disse Zet, que agora estava suando frio.
- Eu vou cuidar dela, mas não quero que ela me veja. Pode me reconhecer. – guinchou o homem.
- Estou com sede!! – gritou Sabrina, antes de Zet sair.
- Ótimo, ainda bem que não pediu pra mim, sabe que se pedir para mim pode levar um soco bem no meio do nariz. – murmurou o homem, acendendo um cigarro.
- Aqui está a sua água senhorita. – falou Zet, colocando o copo delicadamente na boca dela.
- Não a chame de senhorita e você está muito delicado pro meu gosto!!!! – gritou o homem se levantando, fazendo com Zet afoga-se Sabrina.
- Desculpe mo-mo... — gaguejou Zet.
- SAI... DAQUI!!!—gritou o homem, agora tremendo tudo.
- Descu-cul-pe sen – senhor. – gaguejou Zet novamente.
- Humpf!! – bufou o homem.
- Que tal se a gente... – falava o homem quando é interrompido.

*Musiquinha de celular*

- Onde ele está? – perguntou homem, agora calmo.
- No meio dos meus peitos. – falou Sabrina, que não gostou nada disso.
- Hehehe!!! Ótimo! – disse homem, tapando a cara e colocando a mão lá dentro que acariciou o peito.
- Nojento!! – gritou Sabrina, olhando para o lado.
- Alô? – atendeu o homem.
- Olá!! Que bom te conhecer... – comentou Lúcius. – É melhor você me entregar ela ou... – falava Lúcius, quando o telefone desliga.
- Agora é hora de brincar com você. – disse homem, dando uma risadinha maléfica.
- Você não vai fazer isso vai? – murmurou Sabrina, que suava.
- Vou!! E com muito gosto. – guinchou ele, dando um sorrisinho.

Ele a tirou da coluna e começou a dar chicotadas nela. Mais ou menos 1 hora depois.

- Hahahaha!!! Gostou? – Murmurou ele.
- Nojento!! Um dia você vai pagar por isso. -- gritou Sabrina, que gemia
de dores.
- Cuidado! Você quer mais? – perguntou ele.
- Não, obrigada. – cochichou ela, que estava fraca.
- Você não pode ter feito isso com ela seu idiota!! – gritou Zet, atirando uma faca nele e acertando em cheio a sua perna.
- O que você tem com ela? – perguntou o homem.
- Bem... é que eu... Deixa pra lá! – gritou Zet. – Só não gosto de ver essas coisas.
- Sei! Levem-no para o penhasco. – ordenou o homem.

Chegando no penhasco, só que esse com água, ele ia ser atirado quando...

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Última edição por em Qui Nov 01, 2007 6:54 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Mistérios   Qua Out 31, 2007 2:26 pm

Cap.7 – A Busca Por Sabrina

1º DIA

- Pare! – Gritou o homem.
- O que foi? – perguntou o outro o homem que segurava Zet.
- Vou colocá-lo no calabouço, ele vai gostar de ficar sem comer e beber água. – falou o homem.
- Está bem! – disse o outro homem.

Ele o largou no calabouço junto de Sabrina.

- Você é linda! – disse Zet, com os olhos cheios da água.
- Obrigada! Porque você fez isso tudo comigo? – perguntou Sabrina, que agora reparou que Zet era muito parecido com ela.
- Como você deve ter reparado, eu sou muito parecido com você e... – respondia Zet.
- E? – perguntou Sabrina.
- Eu sou seu pai! – disse Zet, que agora chorava.
- O que?! – espantou-se Sabrina.
- Vou contar pra você. – disse ele, puxando e agasalhando-a. – Tudo começou quando...

-----Memórias-----

- Você me traiu Carmem! – gritou Zet.
- Mas, eu não... – falava Carmem.
- CALE-SE! – gritou Zet. – Vagabunda!
- Nós tivemos uma filha. – gritou Carmem, que começou a soluçar.

Zet parou por um momento e se virou.

- Cadê ela? Cadê ela? – perguntava Zet.
- Em um orfanato, aqui perto. – murmurou Carmem.
- Qual o nome? – cochichou Zet.
- Orfanato João e Maria. – cochichou Carmem.
- Tchau! – gritou Zet, pegando suas coisas e indo embora.

Quando chegou ao orfanato, viu um bebezinho que acabara de chegar e ficou lá.

- Sabrina! Minha filha Sabrina... – disse ele, observando.
- Temos um bebê que chegou ontem à noite aqui, é uma garota. – falou a mulher que cuidava dali para uma família.
- Ótimo! Ela já tem um nome? – perguntou o homem.
- Tem sim, a mãe disse que era Sabrina. – falou a mulher.

Zet a olhou e fixou os olhos no bebê que agora era levado por uma família.
Depois ele voltou a casa de Carmem e encontrou ela com seu namorado atual.

- Oi Carmem... Posso saber o que é isso? – gritou Zet, quando percebeu.
- Cale-se! Quem manda aqui é eu! – gritou o garoto para Zet.
- Pare! – gritou Carmem.
- Carmem, nossa filha foi adotada agora a pouco. – disse Zet, impaciente.
- O quê? Você não conseguiu? – perguntou ela.
- Não! Ah, mais uma coisa, ADEUS! – disse Zet, virando-se e saindo.

-----Fim da Memória-----

- A partir daí então eu sempre busquei por você. – disse Zet.
- Mas você ia me matar. – disse Sabrina, achando estranho.
- Eu queria matar os seus pais, mas não fui que matei. – disse Zet.
- Como não? – perguntou Sabrina.
- Tenho o coração mole. – disse Zet. – Eu só faço as coisas por meu chefe, mas matar eu não mato. Quem matou foi o meu chefe, o que te
chicoteou.
- Que bom! – falou Sabrina, agora se sentando ao lado dele e deitando em seu ombro.
- Ah! Que bom ter alguém para eu compartilhar meus sentimentos. – cochichou Zet.
- Eu também! Eu sempre soube que ele não era meu pai. – cochichou Sabrina.
- Por quê? – perguntou Zet.
- Porque ele nunca me deu um abraço assim como você. – disse ela, sorrindo.

Os dois ficaram ali, fazendo muitas coisas, brincaram de algumas coisas simples, trocaram sentimentos e até pensaram em planos de fuga.

- Ta preparada para fugir? – perguntou Zet.
- Claro pai! – disse Sabrina, olhando para ele.

Ele sorriu para ela e ela retribuiu.
Enquanto isso em um escritório...

- Estou tonta de tanto ver esses números. – disse Jane.
- Eu também. – falou Lúcius.
- Acho que achei algo! – disse Denny.

De repente Jane desmaia e tem outro Flashback, só que ela viu algo e não uma lembrança.

-----Flashback-----

- Eu sou seu pai.
- O que?!
- Vamos sair daqui juntos, entramos juntos, sairemos juntos e não importa o que acontecer. Por você eu faço tudo.
- Ai pai!

----- Fim do Flashback-----

- Jane? – perguntava um homem.
- Caraca! Eu não tive uma lembrança desta vez, eu vi algo que aconteceu atualmente. – falou Jane se levantando.
- O que?! – assustou-se Denny. – Isso é sobrenatural, mas fale o que você viu.
- O Zet é pai biológico de Sabrina. – disse Jane, que nem ela acreditou.

Todo mundo se calou e ligaram para Zet.

- Alô? – perguntou Lúcius.
- Oi! Quem fala? – perguntou Zet.
- Como seu celular ta aqui? – perguntou Sabrina.
- Espera um pouco. – disse Zet.
- Zet, soubemos que você é o pai de Sabrina – Falou Lúcius pegando uma ficha.
- Erm... sou eu sim. – disse Zet, que agora perdeu o sorriso.
- Queremos lhe pedir ajuda, por favor, já que é o pai, tire-a daí. – falou Lúcius, tirando o celular do ouvido, pois caiu a ligação.
- Quem era? – perguntou Sabrina
- Lúcius! Quer que eu ajude. – disse ele.
- Ótimo! Agora você é nosso amigo! – disse Sabrina
- Lindo! Lindo! – gritou o homem, entrando porta à dentro.

Ele apontou a arma e puxou o gatilho. O que aconteceu?

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MensagemAssunto: Re: Mistérios   Ter Nov 06, 2007 4:51 pm

Um Brinquedo, Uma Vida

2º DIA

- Pai! – gritou Sabrina, quando a bala atingiu Zet no coração.
- Muahahaha! Vocês são tão tolos. – disse o homem, saindo da sala.
- Pai, você está bem? – perguntou Sabrina.
- Ótimo! – disse ele, sorrindo. – Acho que a bala acertou no seu amuleto da sorte.
- Eu não disse que dava sorte. – falou Sabrina.
- Ele deixou a porta aberta, vamos. – gritou ele, saindo rapidamente.

Eles passaram despercebidos pelo homem e chegaram na rua.

- Estamos livres! – gritou Zet.
- Tenho uma idéia! – disse Sabrina, olhando para uma loja de fantasias. – Por favor, teria uma peruca loira e comprida?
- Claro! – disse a atendente sorrindo.
- Você tem também uma roupa diferente da minha, muito diferente? – perguntou Sabrina.
- Sim, também tenho. – respondeu a atendente.
- Obrigada, para ele também quero coisas diferentes. – disse Sabrina, pegando suas coisas e indo para o vestiário.

Logo em seguida, Zet pega as suas e vai para o vestiário.
Sabrina sai, com um cabelo comprido e loiro, ondulado, com as lentes dos olhos azuis e com calça e uma blusa que tapava todo seu corpo. Usava uma boina e uns óculos escuros.
Depois sai Zet com o cabelo curto que antes era arrepiado, moreno (era loiro), olhos castanhos (eram verdes) e com piercing falso na sobrancelha. Usava uma bermuda, uma camisa de física e usava óculos com lentes azuis.
Calçava um chinelo de dedo e andava com uma prancha.

- Acho que estamos prontos meu surfistinha! – gritou Sabrina, sorrindo.
- É! Ao contrário de mim, você está no inverno não é? – disse Zet, saindo da loja com Sabrina.
- Vai ser difícil, Hoje está um sol de rachar. – disse Sabrina, alisando a gola da blusa.

Eles saíram correndo a cidade inteira e foram parar na casa de: Carmem, que permanecia na mesma casa de sempre.
Eles bateram na porta e esperaram.

- Agora você vai conhecer sua mãe. – cochichou Zet.
- Pois não -- disse uma mulher atendendo a porta. – Em que posso ajudar?
- Sou eu Carmem! O Zet. – disse ele.
- Mas está tão diferente. – comentou Carmem.
- São fantasias! – cochichou ele.
- Entre! – disse Carmem.
- Está casada? – perguntou Zet.
- Não! – falou Carmem, olhando para Sabrina. – Quem é ela?
- Prazer! Sabrina Lion (sobrenome de Carmem e Zet quando noivaram). – disse Sabrina, com excitação.
- Sa-Sa-Sabrina – Disse Carmem, abraçando-a. – Minha filha!
- Oi Mãe! – disse Sabrina, abraçando-a também.
- Como você achou ela? – perguntou Carmem.
- Senta aqui! – disse Zet.

Ele contou tudo e logo depois se abrigou ali e quando iam ligar para Lúcius o celular estava fora de área, o telefone estava cortado e os orelhões estragados.

- E agora? – perguntou Zet.
- Vamos ter que esperar. – comentou Sabrina.
- Está bem! – disse Zet.
- Que tal nós relembrarmos os velhos tempos Zet? – perguntou Carmem. – Só que com mais um membro.
- Ótimo! – gritaram Zet e Sabrina.

Enquanto isso no escritório...

- Acham que ela pode estar no Parque Pepê? – perguntou Denny. – Está abandonado.
- Vamos lá ver? – perguntou Sarah.
- Tudo bem! – comentou Nina.

Chegando lá, o Parque Pepê estava funcionando e eles se entreolharam.
Foram investigando e enquanto isso na casa de Carmem.

-----Sonho-----

- O Parque Sabrina! A Sarah não pode entrar no túnel. – disse Caroline.
- Mamãe! Eu tenho que avisá-los, mas não tenho telefone. – disse Sabrina.
- O Parque Pepê! Cama, embaixo da cama. – disse Caroline.
- O que há embaixo da cama? – perguntou Sabrina.
- A Salvação! – gritou Caroline, desaparecendo.

-----Fim do Sonho-----

Sabrina acorda, alertando Carmem e Zet que estavam aos beijos num cantinho da sala. Eles pareciam um só, não dava para saber qual era a mão de Carmem e a mão de Zet.

- O que foi filha? – perguntou Zet, com a boca borrada de batom.
- Embaixo da cama! – falou Sabrina. – Onde tem cama aqui?
- No meu quarto. – gritou Carmem.

Sabrina foi até o quarto e olhou debaixo da cama e não encontrou nada, até que levantou o colchão para cima. Ela achou um mini-fax e lembrou que o Lúcius havia um também. Ela escreveu “Sarah não pode entrar no túnel” e mandou para Lúcius.

*Barulho de Impressão*

- Epa! Meu mini-fax. – disse Lúcius pegando o seu mini-fax. – “Sarah não pode entrar no túnel”. Ixiii!! Saraaahh!!!

Lúcius alcançou o túnel, mas ela já havia entrado.

- Me deixe passar! Ela está correndo perigo. – gritou Lúcius.
- Não! Respeite os outros, mal educado. – disse o homem que controlava o brinquedo.
- Aff... – suspirou Lúcius.

No túnel...

- Aahhh! – gritou Sarah, levando o susto da caveira. – Mas esse túnel é sinistro.
- Chegue mais perto. – disse um homem.
- Estou aqui. – disse Sarah.
- Já que não consegui matar Sabrina, eu mato você.
- Aaaahhhh!! – gritou Sarah, correndo pelo túnel.

Ela saiu correndo todo o túnel e entrou numa cela do brinquedo.
Ela estava escondida quando o homem aparece e da uma facada nela, que pega de raspão em seu braço.
Ela sai correndo novamente e encontra a saída do túnel, mas estava longe ainda. Ele parte para a artilharia pesada e pega uma metralhadora e começa a atirar em direção a ela.
Uma bala pega na coxa dela e ela cai no chão. Quando ele chega perto dela com a arma apontada na sua testa, um dos personagens do brinquedo ataca o homem e manda Sarah correr.
Ela chegou na saída e foi direto para perto de Lúcius, quando Denny viu, se apavorou e foi cuidar dela.

- E como está amor? – perguntou Sarah.
- A facada no braço apenas tirou um pouco de sua pele, mas o tiro na coxa... A bala de metralhadora que ele usa é muito forte e além de ter feito um buraco enorme, ela infeccionou, só indo para o hospital agora. – disse Léo.
- Será que eles conseguiram? – perguntou Sabrina ao Zet.
- O que? – perguntou Zet, agora com o cabelo bagunçado, a boca borrada de batom e a roupa no peito já estava rasgada.
- Que isso? Vocês vão fazer... Na minha frente? – perguntou Sabrina.
- Não pretendemos. – disse Carmem. – Nós já vamos sair.
- Vocês não tão falando sério, tão? – perguntou Sabrina, com uma cara estranha.
- Estamos falando sério sim! – afirmou Zet.
- Nossa! Isso que é atração. – murmurou Sabrina, que agora seguiu para o quarto.

No hospital...

- E então doutor, como ela está? – perguntou Léo.
- Ótima! Rapaz, você foi de ter retirado a bala de dentro da coxa dela, ela poderia ter morrido se não fosse você. – comentou o médico.
- Sério? Que bom ^^. – falou Léo, sorrindo.
- Então a Sabrina não estava no circo do Pepê. – disse Jane, chegando no hospital.
- Talvez ela já tenha fugido de lá e está em um lugar incomunicável. – sugeriu Denny.
- Grande idéia! E se Zet estava com ela, eles só podem ter ido a um lugar. – disse Lúcius, com entusiasmo.
- Onde? – perguntou Vanessa.
- Na Carmem... – respondeu Lúcius.

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MensagemAssunto: Re: Mistérios   Sab Nov 10, 2007 11:47 am

A Carta

3º DIA

- E como chegamos à Carmem? – perguntou Vanessa.
- Ai eu não sei ^^’ – respondeu Lúcius.
- Aff... – suspirou Vanessa.
- Vamos procurar nos computadores. – disse Jane.
- Está bem! – afirmou Denny.
- Gente, olha só isso. – gritou Nina.
- É uma carta? – perguntou Vanessa.
- Sim, vamos ver o que há nela? – comentou Nina, abrindo a carta.
- Escritas primitivas. – disse Lúcius, chegando à rodinha.
- Já tiro de letra isso. Está escrito em hebraico, egípcio e japonês:
“Aqui quem fala é o Seden, sou da Ásia, eu comandarei você quando vier para cá. Não se esqueça da senha...”
Senha? – perguntou Nina.
- Continue, por favor. – disse Lúcius.
- Ah, claro! - respondeu Nina.
“Meu ajudante vai ajudar você nas tarefas mais difíceis e vai lhe ensinar como mexer nas coisas. Seden.”
Parece que são três pessoas escrevendo na mesma carta, estranho... – disse Nina. – Continuando...

Ela leu para si mesma e conclui levantando a cabeça e olhando para eles.

- O Egípcio, Hamoon, disse a mesma coisa que o Asiático, só que em um lugar diferente. O Japonês, Hashin Karuto, disse a mesma coisa que os
outros e no final há um tipo de código que só as pessoas que se comunicavam sabiam... Eu acho. – disse Nina.
- Uma carta que não nos levou a nada. – murmurou Vanessa.
- Não mesmo! Nós temos os nomes dos homens que diziam serem os chefes. – disse Lúcius.
- Vamos pesquisar sobre eles. – disse Nina.

Um tempo depois...

- Seden, mais conhecido como o Rei das Cobras. Mora na Rússia, Moscou.
Só que há uma coisa ai, se ele é hebraico e é conhecido como o Rei das Cobras, o que ele faz na Rússia? – perguntou Nina.
- Ele deve ter se mudado, deve ter mudado de identidade. – comentou Lúcius.
- É! Continuando... Hamoon, conhecido como O Leão, era de uma máfia perigosa dos Estados Unidos. Nasceu no Cairo, Egito e atualmente mora
no mesmo lugar em que nasceu. Alguma dúvida? – perguntou Nina.
- Nenhuma! – respondeu Jane.
- Certo... Hashin Karuto nasceu em Hong Kong, China. Era conhecido como o Espada Chin Rei e continua morando lá.
- Ótimo! Mas nós não temos tempo para viajar para lá. – Comentou Lúcius.
- Eu vou sair por ai a procura da casa de Carmem. – gritou Vanessa, saindo porta a fora.

Ela procurou por toda a cidade e quando chegou a uma pequena e estreita rua, perguntou a uma mulher que estava passando.

- Oi! Você sabe se é aqui a Rua de Carmem Lion? Uma moça bonita de cabelos ruivos... – perguntou Vanessa.
- Claro! Você está em frente a ela. – disse a mulher.
- Obrigada! – agradeceu Vanessa. – Nossa! Que casa.

Ela bateu na porta e quem atendeu foi Sabrina para a sua surpresa.

- Sabrina!!! – gritou Vanessa.
- Nessa!!! – gritou Sabrina.

As duas se abraçaram e entraram, ela conversou com Zet e Carmem, contando tudo o que acontecera durante aquele tempo. Depois as duas
foram para o quarto em que Sabrina ia ficar.

- Você nem acredita. – falou Vanessa.
- O que? – perguntou Sabrina, colocando um CD no rádio.
- Eu estou saindo com um garoto... Às escondidas. – gritou Vanessa, com entusiasmo.
- Quem é ele? – perguntou Sabrina.
- O nome dele é Rian. Ele usa óculos, é loirinho e disse que uma vez ele conheceu uma garota no aquário e blá blá blá...

Aquelas palavras foram entrando na cabeça de Sabrina e fez ela se lembrar de todos aqueles momentos agonizantes.

- Você não pode sair com ele. Ele já saiu uma vez comigo e... – dizia Sabrina quando é interrompida.
- Você está com ciúmes! Você ainda gosta dele, mas você não vai roubar ele de mim! Sua Idiota! – gritava Vanessa no quarto.
- O que é isso? – perguntou Zet.
- Deve ser as garotas brigando. – respondeu Carmem, que já não estava mais grudada com Zet.
- O que?! Eu quase fui morta por ele, eu o odeio... – Sabrina foi interrompida de novo.
- Não adianta fazer esses truques para me enganar. Sua vagab... – Vanessa é interrompida com um tapa na cara.
- Não me chame disso. – cochichou Sabrina apontando o dedo.

Vanessa deu um tapa na cara de Vanessa e Sabrina retribui com um soco. Vanessa se atira em Sabrina, derrubando-a na cama, as duas se davam pontapés e puxões de cabelos quando Sabrina pega o braço de Vanessa e
morde. Ela a empurra para a porta do quarto e bate com a cabeça dela na porta, fazendo um barulho estrondoso.

- Epa! Agora foi longe demais. – disse Zet, se levantando do sofá e indo até o quarto furioso. – Dá pra parar com isso?

As duas se separaram e cada uma ficou em um canto.

- O que houve aqui? – perguntou Zet.
- Ela ta com ciúmes eu falei pra ela que e ela não queria aceita porque eu o odeio. – falavam as duas ao mesmo tempo.
- Calem a boca! Uma de cada vez. – gritou Zet.
- A Sabrina está com ciúmes do meu namorado. – disse Vanessa.
- Não mesmo, o garoto que está com ela quase me matou e eu tava falando... – dizia Sabrina.
- É um truque dela... – falava Vanessa.
- Cala boca! Sua idiota você está com ciúmes dele e olha ela pai! Mas a Sabrininha quer ele e eu não gosto dele... – falavam as duas ao mesmo tempo novamente quando são interrompidas.
- Parem! Vanessa, leve-a de volta para casa de Lúcius. – gritou Zet.
- Não mesmo, eu não v... – Vanessa é interrompida.
- Agora! Anda! – gritou Zet.
- Está bem. Eu levo. – murmurou Vanessa.

As duas saíram da casa de Carmem e ficaram sem se falar até a casa escondida deles.

- Lúcius! – gritou Sabrina, correndo para abraçá-lo.
- Sabrina! Achei que tinha te perdido. – disse Lúcius.
- Por que essa preocupação? – perguntou ela.
- Não conte para ninguém. – cochichou Lúcius.

Ele pega um pingente com uma foto e mostra uma foto dele e de Carmem.

- Eu e Carmem somos irmãos. Não reparou a semelhança? – cochichou ele.
- Então você é meu tio? – perguntou ela.
- Isso mesmo. – afirmou ele.

Sabrina sorriu para ele e o abraçou de novo.

- Mas por que você não me disse? – perguntou ela.
- Só descobri agora a pouco de que Carmem estavam falando. – respondeu ele.
- Ah! Agora sim... – cochichou ela.
- A Sarah saiu do hospital! – gritou Léo com Sarah em seus braços.
- Vamos lá Vanessa, é a sua mãe. – disse Denny.
- Ela que venha aqui. – respondeu Vanessa, mal humorada.
- Erm... Esta bem. – retrucou Denny.

Depois da volta de Sarah, Vanessa foi para o seu quarto. Ela sentou na cama e começou a escrever em seu diário. Quando ouve um barulho na janela.
Ela foi ver e era Rian, que veio escondido namorar com ela.

- Você é louco? O que faz aqui? – perguntou Vanessa.
- Sou louco por você. – respondeu Rian.

Eles se deitaram em cima da cama, e se envolveram em beijos realmente
quentes. Enquanto eles estavam ali em cima da cama alguém entra porta a dentro.

- O que é isso? – perguntou Lúcius, Léo, Sarah e Sabrina ao mesmo tempo.
- O que está acontecendo? – chegou Celine que ficou meio calada por um tempo.
- Eu posso explicar. – disse Vanessa.
- Não tem o que explicar. – gritou Léo.

Do nada, Rian, que não era o namorado dela mesmo, pulo em seu pescoço e colocou uma arma em sua cabeça.

- Ninguém se mexe, se não ela morre. – gritou Rian.

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MensagemAssunto: Re: Mistérios   Sex Nov 16, 2007 7:34 pm

Cap.8 – O Código

- Ninguém se mexe. – murmurou Rian. – Sabrina, vem comigo.
- Deixa minha amiga em paz! – gritou Vanessa.

Ela puxou a arma da mãe dele e apontou para Rian. Ela ia dar o tiro, mas Rian chutou a arma e ela voou longe. Ele ameaça dar um soco, mas Vanessa é mais rápida e chutou naquele lugar. Ela pega e se atira por cima dele e segura ele pelo pescoço.

- Fala! Qual o código secreto? – perguntou Vanessa.
- O código eu não sei, mas sei onde pode ser resolvido. – disse Rian.
- Onde? Fala! – gritou Vanessa.
- Na sala dos arquivos, na A.D.E. – terminou ele.
- Na A.D. E? – surpreendeu-se Celine e o resto ao mesmo tempo.
- É. – murmurou Rian. – A.D.E.
- Você ta livre, vai-te embora daqui. – gritou Vanessa. – E se tentar alguma coisa de novo eu te mato.
- Vanessa?! – cochichou Sabrina. – Você fez isso por mim?
- Claro! Eu descobri que você realmente é minha amiga. – disse Vanessa, sorrindo.

As duas se abraçaram e logo depois saíram do quarto.

- Vamos a A.D. E novamente. – comentou Celine.
- Agora! – falou Lúcius.
- Pegue a carta Vanessa. – disse Nina. – E a Kelly vem com nós, pega ela Denny.
- Está bem. – afirmou ele.

Eles chegaram na sala de arquivos e ficaram pensando o que teria na sala.
Então Sabrina pegou a carta na mão dela e olhou bem para a grossura da carta, era estranho.
Ela rasgou uma parte da carta e achou 6 chaves em um único chaveiro.

- Quantos números têm na carta? – perguntou Sabrina.
- Seis! – respondeu Nina.
- Descoberto! Quais são os números? – perguntou Sabrina.
- 80, 60, 45, 2, 225 e 1.000. – respondeu Nina.
- Ótimo! – gritou Sabrina.

Ela foi a cada uma das gavetas, no número 80 havia uma letra H.
No número 60 havia a letra O.
No número 45 havia a letra N.
No número 2 havia a letra E.
No número 225 havia a letra E.
E por fim, no número 1.000 havia a letra Y.

- Juntando isso tudo fica... – pensou Sabrina. – HONEEY!
- Esse é o código? Tava em baixo do nosso nariz o tempo todo. – disse Lúcius.
- Mas para que serve? – perguntou Denny.
- Esse é problema. – disse Jane.
- Você deveria saber? Não deveria? – perguntou Denny.
- Eu não s... – Jane dizia quando tem um flashback.

-----Flashback-----

- Honeey!
- Uau! É gigante aqui.
- É o nosso depósito. Aqui eu vou lhe dar a arma para você matar os Honeey.
- Ok!

-----Fim do Flashback-----

- Gente! Eu sei onde se usa esta senha. – gritou Jane, acordando do flashback.
- Onde? – perguntou Lúcius.
- No depósito onde eles guardavam as armas.
- Vocês vão morrer! – gritou alguém, abrindo a porta.
- Você? – assustou-se Lúcius.

A pessoa não falou nada e atirou em Lúcius, mas Lúcius se esquivou.
Eles saíram correndo lá pra cima e viram que tinha uma gangue lá fora esperando por eles.
Eles saíram pulando pelos prédios até que Vanessa escorrega e cai dentro do latão.
Ela reage e sai correndo no meio dos tiros, nenhum tiro a acerta e ela entra em um carro e sai dirigindo.

- Vanessa sabe dirigir? – perguntou Sarah.
- Eu a ensinei, mas ela só tem 15 anos... – disse Léo, dando uma risadinha sem graça.

Os homens lá embaixo pegam um carro e saem atrás dela.
Ela sai com o carro pela cidade, no meio do trânsito causando o maior transtorno, enquanto no prédio, começa outra perseguição.
Eles já haviam perdido Vanessa de vista e agora estavam atravessando
prédios e casas.
Léo acha um lugar para descer e sai correndo pela rua, juntamente com os outros.

Eles correm para a cidade e encontram o carro de Vanessa todo estraçalhado no meio da rua embaixo de um caminhão.
Léo e Sarah saem correndo e chegam ao carro.
Enquanto a gangue recua para a “base”.

- Vanessa! Vanessa! – gritava Sarah, desesperada.
- Pa... Pai.. – falava com dificuldade Vanessa.
- Ela está viva ainda, vamos levá-la ao hospital. – disse Denny.

Eles a levaram para o hospital e Denny, Jane, Sabrina, Nina, Kelly, Sarah, Léo, Zet e Carmem que foram avisados logo depois ficaram no hospital.

- Jane! Onde fica a base? – perguntou Lúcius.
- Fica na rua blábláblá... – respondeu Jane.
- Obrigado! – agradeceu Lúcius.

Chegando à rua em que Jane falou, Lúcius viu uma grande base.

- Oi lindão! – cochichou Celine no ouvido de Lúcius.
- O que você faz aqui? – perguntou Lúcius.
- Quero viver esta aventura junto com você, mas antes, que tal namorarmos um pouquinho aqui no carro? – respondeu Celine.
- Ótima idéia. – afirmou ele, se deitando sobre Celine.

Eles se envolveram em beijos quentes e muitas outras coisas dentro do carro. O carro balançava de um lado para o outro até que eles saíram do
carro.

- Então... Esta é a base? – perguntou Celine.
- É para ser. – respondeu Lúcius.

Eles entraram, aproveitando que não havia ninguém e chegaram a tal sala de armas.

- Honeey! – gritou Lúcius.
- Correto! – respondeu a “máquina”.

Eles entraram e entraram dentro de um tubo de ventilação.

- Vocês estão despedidos! – gritava alguém. – Ouvi um barulho... Foi no tubo de ventilação. Vasculhe os tubos.

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MensagemAssunto: Re: Mistérios   Sex Dez 14, 2007 11:21 pm

Cap.9 – Intruso

- E agora? – perguntou Lúcius.
- Corre! – gritou Celine.

Eles correram até o fim da tubulação e quando viram que não tinham para onde fugir, se abraçaram e fecharam os olhos.
Depois de serem sidos levados pelo vento forte, caíram direto em uma cadeia.

- Ora! Ora! – disse uma voz no fundo.
- Quem é você? O que quer? – perguntou Lúcius.
- O que vocês querem. – respondeu a voz.
- Então você não é o chefão e nós queremos a verdade. – comentou Lúcius.
- Exato! E vocês? Não sabem da verdade? – perguntou a voz.
- Não sabemos nem a primeira letra da verdade. – respondeu Celine.
- Solte-os! – gritou a voz, que agora dava para escutar.
- Não... Não... Você é... – gaguejava Lúcius.
- Eu mesmo, seu sobrinho Roger. – disse a “voz”.
- Roger! – gritou Lúcius.
- Tio! – gritou Roger.
- O que faz na cidade? – perguntou Lúcius.
- Estava resolvendo uns mistérios, você sabe, eu virei detetive depois daquele episódio difícil. Pensei que vocês fossem a “concorrência”. – disse Roger.
- Não! Estamos no mesmo ramo que o seu. – disse Lúcius, colocando a mão no bolso.
- Vocês sabem que... – falava Roger quando é interrompido.
- Alerta Vermelho! Alerta Vermelho! Perigo na área de treinamento, perigo na área de controle, perigo na área drenagem, perigo na área de resfriamento! – gritava o alarme.
- Parece que o prédio foi invadido. – comentou Roger, dando um tiro em um homem sem mesmo olhar para ele.
- Você é bom!!! – disse Lúcius impressionado.
- Obrigado! – disse Roger, se achando.

Eles se separaram e foram matando as pessoas quando apareciam.
Roger saiu para a área de drenagem e chegando lá ficou de frente com os seus “inimigos”.

- Já está tudo arrumado? – perguntou Roger.
- Já. – disse uma mulher.
- Cadê o dinheiro? – perguntou Roger.
- Está aqui. – disse ela, jogando a mala de dinheiro.
- Ótimo! – disse Roger. – Agora vocês podem sair daqui.
- O que é isso? – perguntou Celine chegando.
- É um trato que eu e ela temos. – disse Roger.
- Mas... Mas... É a Nara! – disse Celine, se surpreendendo.
- Vocês se conhecem? – perguntou Roger.
- Muito bem por sinal. – disse Celine. – Você não morreu?
- Não sei, eu sei que fui injetada com algo e me fez “ressuscitar” e agora estou aqui para conseguir dinheiro para a cirurgia do meu pai já que Jane desistiu. – gritava Nara.
- Jane não desistiu, ela... – falava Celine quando é interrompida.
- Passou para o nosso lado. – disse Lúcius chegando.
- Hummm... Que romântico, o casalzinho do ano, Lúcius e Celine. – debochou Nara, dando gargalhadas que ecoava pela área de drenagem.
- Sua idiota! – gritou Roger. – Não fale assim com meu tio.
- Oh! Que fofinho, o sobrinho defendendo o titio. – debochou ela mais uma vez. – O que você vai fazer?
- Isso! – gritou Roger, dando um tiro certeiro no coração de Nara.
- Justo hoje que não estou de colete. – disse ela com dificuldade e caiu no chão.
- Ótimo! Menos um para incomodar. – brincou Lúcius.
- Isso foi pra rir? – perguntou Celine.
- Foi. Você não achou graça? – perguntou Lúcius.
- Nem um pouco. – disse Celine.
- Ah! Como você é sem graça. To brabo com você. – Gritou Lúcius, fazendo beiço.
- ¬¬’ – olharam-se Celine e Roger.

Eles saíram de dentro da base de Roger e foram embora.

- Oi gente boa! – disse Lúcius se atirando no sofá.
- Oi, já voltaram? – perguntou Jane.
- Não, ainda estamos lá. – respondeu Celine, com grosseria.
- Nossa! Que bicho te mordeu? – perguntou Jane.
- Sua irmã. – gritou Celine.
- Minha irmã está viva... – dizia Jane quando é interrompida.
- Morta! – gritou Lúcius.
- Morta? – disse Jane, que começou a chorar.
- Eu sei, eu sei, sinto muito... – dizia Lúcius, consolando-a.
- Isso é ótimo! – gritou Jane, pulando de felicidades.
- O que?! – se surpreenderam Celine e Lúcius.
- Ela só me incomodava, não via a hora dela morrer. – disse Jane.
- Nossa! – comentou Sabrina, que aparecera na escada. – Isso é que era amor.
- Oi! Você está melhor? – perguntou Zet, saindo do banheiro.
- Ótima - Respondeu Sabrina.
- Nunca esteve tão bem, não é? – comentou Carmem chegando com um monte de sacolas.
- Que isso? – gritou Lúcius. – Todo mundo aparece do nada.
- Exato! Nessa casa é só uma correria. – disse Denny aparecendo com Kelly enrolada numa toalha.
- Ô se é... – disse Nina aparecendo com uma mamadeira na mão.
- Agora só falta o Léo, a Vanessa e a Sarah. – comentou Celine.
- Eles estão no hospital. – disse Carmem.
- Ah é! A Vanessa... – disse Lúcius.
- Gente... Alguém viu a Sabrina? Ela estava aqui agora pouco e... – dizia Zet quando é interrompido.
- Aaaaaaahhhh!!! Socorro! Alguém em ajude! – gritava Sabrina.

Chegando no quarto dela, a janela estava aberta, a cama bagunçada, sangue pelas paredes e pelo chão e penas do travesseiro por todo o lado. A única coisa que chamava a atenção no quarto era uma pena de ganso do travesseiro que planava no ar.

- Estavam com pressa. – comentou Lúcius.
- E agora? – perguntou Zet.
- Onde nossa filha estaria? – perguntou Carmem.
- Não sei, não sei. – respondeu Lúcius, desapontado consigo mesmo. – Eu devia protegê-la, mas eu não fiz isso. Droga! Droga!
- Calma, da outra vez nós a achamos e vamos achar de novo. – Celine tentava acalmá-lo.
- Zet... Você sabe onde ela poderia estar? – perguntou Denny.
- Não! Eu só conheci aquela parte da “base”, o chefe não era muito confiante em mim. – disse Zet.
- Zet... Quem era o seu chefe? – perguntou Celine, curiosa.
- Não faço a mínima idéia... Ele sempre andava com máscara e seu nome era falso, uma vez só eu vi o rosto dele. O rosto era completamente queimado e suas mãos também, a única parte inteira era o cabelo.
- Nossa! Fiquei chocada. – disse Celine, abrindo a boca.
- Isso parece aquelas patricinhas idiotas. – comentou Nina.
- Mas essa era minha intenção. – respondeu Celine.
- Não foi engraçado. – comentou Lúcius, lembrando do episódio na base de Roger.
- Não era para rir. – disse ela, fazendo um ar de “dei nos seus dedos agora”.
- Ah! – Lúcius soltou um gritinho como se tivesse levado um fora.
- Chega dessa palhaçada. Nós temos que fazer algo para achar a Sabrina, não é discutindo se ela parece uma patricinha ou era pra rir que nós vamos achar a Sabrina. – disse Denny, enojado com aquela cena infantil. – Vamos! Vamos se mexer.
- É, ele tem razão. – disse Lúcius.
- É, mas que eu dei nos seus dedos eu dei. – debochava Celine.
- Mas não mesmo! Eu nem senti nada... – respondeu Lúcius.
- ¬¬’ – careteou Celine.

Eles foram brigando sobre isso até a parte debaixo da casa e continuaram falando e falando...

- Cala a boca!!!! – gritou Carmem, Zet, Denny, Nina e Jane ao mesmo tempo.

Eles se calaram num instante e depois só se ouviu um barulho de vento a não ser:

- Caiaboca! – gritou Kelly, dando risadinhas gostosas de bebê.
- Hahaha!!! – riram todos.

Alguém bate na porta e eles atendem.

- Oi! Sou novo aqui na cidade, não tenho dinheiro para pagar hotel e eu não tenho lugar para ficar, dá para ficar aqui? – perguntou um garoto.
- Como você veio pra cá então? – perguntou Lúcius, desconfiado.
- Não sei, acordei em um carro e agora estou procurando algum lugar para ficar. – disse o garoto.
- Certo, pode entrar! – disse Lúcius. – Qual o seu nome?
- Bernardo! Mas pode me chamar de Be... – respondeu o garoto.
- Está bem!!! – respondeu Lúcius.

Com duas semanas o garoto já era de casa. Denny estava muito desconfiado, ele não gostava dele, as piadas eram melhores que a dele, todo mundo gostava dele e Denny já estava praticamente esquecido até que aconteceu algo completamente inédito.

- Oi Denny! Você pode... – dizia Bernardo quando é interrompido pelo Denny.
- Você pensa que me engana, você não está aqui porque acordou em um carro e você tem dinheiro o bastante pra ir a um hotel. Você é um espião. – gritava Denny.
- Olha aqui! Sou sim, se você quiser saber, você pensa que vai estragar meus planos está enganado. Se eu quisesse te matava agora... – cochichou ele puxando um canivete e colocando no pescoço de Denny. – Mas sou muito bom e vou lhe poupar a vida. Mas fica na tua que eu fico na minha, se você ameaçar dizer alguma coisa... Você está com o caixão garantido.
- Você quer guerra? Então é guerra que você vai ter. – encarava-o Denny.
- Então ta... Vence o melhor. – cochichou ele.

A partir daí, Denny não existia na casa, não falava com ninguém, parecia um mudo, não se mexia quase nada. Apenas investigava sobre Sabrina.
Eles se esbarravam, brigavam, mas tudo isso quando não havia ninguém por perto.

Depois de 2 meses...

- Estou perto de conseguir o que quero, você ainda não fez nada, pelo jeito o melhor sou eu. – debochava Bernardo.
- Você ainda não viu nada... – disse Denny.
- Estou esperando. – falou Bernardo.

Em certo dia, Denny se disfarçou e seguiu ele, que provavelmente iria falar com o chefe.

- Hei! Chefe, mantém a garota presa ai no navio que eu to quase conseguindo. – falava Bernardo pelo walk-talk.
- Certo! Ninguém desconfiou? – perguntou o misterioso chefe.
- Só o babaca do Denny. Ele está tramando alguma, mas não sei o que é. – disse Bernardo.
- Fique de olho que os seus 200 mil está te esperando. – disse o chefe.
- OK! – afirmou Bernardo.
- Te peguei! – cochichou Denny, desligando o gravador.

Eles voltaram para casa e o Bernardo nem desconfiou de nada.

- Oi gente! – disse Denny chegando com a maleta, dando impressão que fora trabalhar.
- Oi Denny! – disseram todo mundo com desânimo ao saber que era o Denny.
- Tenho uma novidade para contar para vocês. – comentou Denny, piscando para Bernardo.
- O que é? – perguntaram todos, curiosos.
- Isso! – gritou ele clicando no botão do gravador.

Gravação:

- Hei! Chefe, mantém a garota presa ai no navio que eu to quase conseguindo.
- Certo! Ninguém desconfiou?
- Só o babaca do Denny. Ele está tramando alguma, mas não sei o que é.
- Fique de olho que os seus 200 mil está te esperando.
- OK!
- Te peguei!

Fim da gravação

- O que é isso? – perguntou Lúcius olhando para Bernardo.
- Erm.. Não é nada, vocês não estão vendo que isso é uma montagem? – gaguejava Bernardo.
- Isso não é uma montagem. Reconheço montagens de longe. – gritou Nina, se levantando da cadeira.
- Fala! Que navio é esse? – perguntava Lúcius, furioso.
- Não existe navio, nunca existiu. – gaguejava mais ainda Bernardo.
- Fala agora! – gritou Zet, colocando a arma na nuca de Bernardo.
- Ta bem, ta bem. O navio fica na lado Leste da cidade. É o Navio Pirata que tem lá, é esse navio. – disse Bernardo, mentindo na direção do Navio.
- É mentira sua, eu conheço o Navio, ele fica no lado Sul da cidade. Vamos lá! – disse Carmem, pegando seu casaco e indo para o carro.

Eles manteram a arma na nuca de Bernardo até o Navio.
Chegando lá, Sabrina não estava, só havia pedaços de corda e uma faca.

- Cadê ela? – perguntou Zet.
- Não sei. Ai! Cuidado com essa arma. O telefone de vocês estava rastreado, antes de Denny mostrar a gravação, eu fiquei na frente do telefone, liguei para o meu chefe e deixei fora do gancho. Ele ouviu tudo. Ele fugiu com ela. – gritava ele, cansado.
- Para onde será que ela foi? – perguntou para si mesmo Lúcius.
- Aqui seria a resposta? – perguntou um homem encapuzado e com máscara, com Sabrina em seus braços e uma faca no seu pescoço.

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MensagemAssunto: Re: Mistérios   Sab Dez 29, 2007 1:03 am

Cap.10 – Um Mundo Além de Meu Pensamento

- Solta ela! – gritou Lúcius.
- Não... Não vou solta-lá até você não me entregar o Be... – disse o homem.
- Você pensa que sou idiota? – perguntou Lúcius. – Você vai pegar ele e não me entregar Sabrina.

De repente Sabrina pula dos braços do homem e crava uma faca no seu olho. Uma gangue surge do nada e começa a atirar.
Eles se escondem atrás do navio e atiram. Do nada tudo fica calmo e eles saem.

- Cadê eles? – perguntou Jane.
- Não sei, sumiram. – respondeu Celine.
- Capaz! Não tinha reparado isso. – comentou Jane fazendo uma cara de deboche.
- ^^’ – careteou Celine.

Um resmungo começava a cantarolar.

- Você e eu, numa ilha deserta...
Num lugar em que nós nos divertíssemos...
Em um Mundo além de Meu Pensamento...
Além de tudo que há no mundo!!! – cantou Sabrina.
- Onde ela está querendo chegar? – perguntou-se Zet.
- Mas não é só isso que quero de você.
Quero ver você dançar e cantar assim como os Gnomos.
Quero ver você voar que nem as borboletas... – cantava Sabrina quando é interrompida.
- Em Um mundo além de meu pensamento!!!! – terminou o homem que raptou Sabrina.
- N... Na... Não pode ser você. – assustou-se Sabrina.
- Pois é, sinto muito... – disse o homem tirando a máscara.
- Oh! – surpreenderam-se todos.
- Quem é ele??? – perguntou Carmem.
- Não sei, você sabe? – perguntou Denny.
- Eu sei... – cochichou Sabrina. – Ele é meu I-R-M-Ã-O!!!
- Nossa! Quer horror!Você viu só ele era o irmão dela e as mãos queimadas não vejo nada hãn? – começaram a cochichar todo mundo.
- Por que fez isso comigo? – perguntou Sabrina.
- Porque você a mesma coisa comigo. – disse o irmão de Sabrina.
- Foi um acidente! – gritou Sabrina.
- Não foi! Eu vi você colocar o veneno na garrafa de suco. – gritou ele.
- Não era veneno, era sonífero... Só queria ficar um pouco em paz, mas alguém foi lá e mataram eles. – disse Sabrina, chorando.
- Glup! - fez-se um barulho de saliva engolindo. – Eu era criança, não sabia o que era a morte ainda. Pensei que estavam mortos e os sufoquei com o travesseiro.
- Então foi você que matou! Seu desgraçado!!! – gritava Sabrina.
- Era isso o tempo todo? Que sacanagem... – comentou Zet.
- Ssshhhh!! – resmungaram todos.

Quando Sabrina ia correndo até ele, ela viu a cabeça de seu irmão estourando.

- Não! Eu ia te amar mesmo assim! – disse ela chorando no corpo estendido no chão.

Os bandidos da gangue chegaram e se entregaram, já que o seu chefe tinha morrido e então eles foram para casa e alguns para o Hospital
Regional.

- Oi! – gritou Vanessa, correndo para Sabrina.
- Oi! Que bom, voltou a andar... – disse Sabrina.
- É, ele disse que não era grave meus problemas nas pernas. – falou Vanessa.
- Que bom ^^... – disse Sabrina.
- Você é que está tristonha... O que houve? – perguntou Vanessa.
- No caminho pra casa eu te conto. – respondeu Sabrina.
- OK! – afirmou Vanessa.

Ela contou tudo a ela e eles passaram o Natal e o Ano Novo juntos como uma única família.

...

Esta história se passou no ano de 2.000 e após esta última frase, se passaram 8 anos...

Museu Histórico de Frankfurt, Alemanha – 2008

*SOM DE ALARME*

- Rápido, eles estão ali, ali. – gritava um guarda.
- Sumiram! – disse o outro guarda.
- Menos mal que não levaram nada. – comentou o guarda.
- Acho que não! – disse o outro guarda apontando ao lugar vazio.
- O Tesouro do Antigo Egito!!! – gritou o guarda.

...

Em algum lugar da Terra, 1 hora depois do roubo

- Está aqui Rainha! – disse um homem.
- Obrigada Hamoon! Muito Obrigada! – disse uma mulher.
- Seden, Hashin! Vamos brincar de Esconde – Esconde com aquele grupo de idiotas.
- Sim senhora! – responderam Hashin e Seden.

*RISOS MALÉFICOS*

The End...

- Será? Muahahaha!!!



Mistérios II – Coming Soon...
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