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 A Rosa Amarela

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MensagemAssunto: A Rosa Amarela   Sab Maio 03, 2008 9:07 pm



Cap.I-Amigos

14 de setembro de 1976-Manchester,Inglaterra

-Yanna!-chamou uma mulher.
-Estou indo,mamãe!-gritou Yanna.
Yanna era uma moça de 14 anos,mas que já tinha várias perspectivas de vida.Era muito bonita e inteligente.Mas uma coisa era certa.Yanna não conseguiria nada sem seus inseparáveis amigos: Christine,Pietro,Jennie,Rose,Daniel,Jacob,Gerald,Ursula e Landon.Eram muitos amigos,desde que tinham três anos de idade.O tempo passara,mas continuavam amigos.
-Yanna!-gritou a mulher.
-Espere um pouco!-disse Yanna,entrando num pequeno bosque ali perto.
Era um belo lugar.Yanna gostava de passear com os amigos lá.Ela andava pelo bosque,até ouvir um pequeno choro.Ela seguiu o som e se aproximou de um garoto.
-Oi.Qual o seu nome?-perguntou Yanna.
-Hã?-o garoto enxugou as lágrimas.-Meu…Meu nome…Meu nome é Victor.E o seu?
-Yanna.
-É um belo nome.
-Obrigada.Porque você está chorando?
-É que…Na minha escola,ninguém conversa comigo e os garotos fortes me machucam. Eu me sinto tão só…
-Bom,não sei como é a solidão.Tenho muitos amigos.
-É…Deve ser legal ter muitos amigos…
-Sim.Você não quer experimentar isso?
-Hã?
-Estou te convidando para passear hoje à tarde com a minha turma.Garanto que eles vão gostar de você.
-Sério?Muito obrigada,Yanna!Você me fez um grande favor!-o garoto correu.
[…]
Yanna e Victor chegaram numa praça.Os amigos de Yanna estavam sentados num banco.
-Oi Yanna!-disseram os jovens.
-Oi pessoal!-disse Yanna.
-Quem é esse,Yanna?-perguntou Ursula.
-Gente,este é o Victor.Conheci ele hoje ali no bosque.
-Oi.-disse Victor.
-Esse não é aquele carinha esquisito da escola?-disse Pietro.
-Eu não sou esquisito!!
-É sim.Não pense que nós não sabemos quem você é…-disse Jennie.
-Eu não sou esquisito,já disse!!
-É sim…-disse Jacob.
-Pessoal!O que é isso?O Victor é uma ótima pessoa!Só porque dizem que ele é esquisito,não quer dizer que ele seja!!Que tipo de caráter vocês estão tendo?!-disse Yanna.
-Desculpe,Yanna…A gente só…-Daniel foi interrompido.
-Desta vez passa!Mas quero que tratem muito bem o Victor.-disse Yanna.-Por falar nisso,onde ele está?
Yanna viu Victor sair.Ela correu atrás dele.
-Victor…
-Você disse que me tratariam bem…-disse Victor,com a voz chorosa.
-Eles são assim…Quando fui entrar para o grupo,pensa que me receberam de braços abertos?
-Não adianta…Eu nunca vou ter amigos…
-Vai sim!Eu sou sua amiga!!!
-Yanna?
-Sim.E garanto que meus amigos,assim que te conhecerem melhor,vão ver que você é uma pessoa encantadora.
-Obrigada,Yanna.
[…]
Semanas depois,Victor já havia se tornado um membro do grupo.Ele chegou na casa de Yanna,ofegante.
-Yanna!Yanna!-gritava.
-Victor?O que houve?
-Eu consegui!Eu consegui,Yanna,eu consegui!-Victor dizia,aos pulos.
-O quê?
-Aquilo que vocês me pediram…Uma criação de rosas amarelas…
-Não acredito,você achou?
-Sim.Meu pai é comerciante e vive viajando.Ele trouxe de Paris.
-Oh,o pessoal vai ficar tão feliz…Antes nós tínhamos que importar…
-Porque vocês gostam tanto dessa rosa?
-Bem…Nós sempre gostamos de rosas…E um dia,floresceu uma amarela no meu jardim…Eu mostrei à todos…Se tornou o símbolo do nosso grupo…Mas ela muchou e nunca mais floresceu nenhuma daquela cor…
-Eu consegui…
[…]
-Victor,é linda!-disse Yanna,segurando uma enorme rosa.
-É sim…
Yanna colocou a rosa no cabelo.
-Você ficou muito bonita…
-Obrigada.
-Deve ser uma rosa rara em Manchester…
-Sim.
-Bem,devo agradecer à você e às rosas.Senão,nunca teria conseguido amigos.
Yanna sorriu.
-Victor…Desculpe perguntar…Porque acham você esquisito?
-Meu pai…Bebia muito…Batia em nós…As mães das crianças achavam que eu era má influência.E me afastaram.
-Que horror.
-É…
-Mas,de hoje em diante,você não vai mais ser excluído.
-Será?


To be continued…
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MensagemAssunto: Re: A Rosa Amarela   Sab Maio 10, 2008 2:34 pm

Cap.II-A primeira vítima

15 de setembro de 2006-Scranton,EUA

-Tia Yanna!Tia Yanna!-gritava uma pequena garotinha,correndo pela casa.
-O que foi,Vicky?-perguntou Yanna.
-Telefone pra senhora.
-Ok,já vou.
Haviam se passado 30 anos.Yanna estava com 44 anos,e morava com os sobrinhos Charles e Victoria.Charles tinha 16 anos e era um belo rapaz e a pequena Victoria tinha 8 anos.Yanna havia perdido o contato com os amigos há mais de dez anos.
-Alô?-Yanna atendeu.
-“Yanna?”-uma voz feminina falou.
-Quem é?
-“Sou eu.Ursula.”
-Ursula?!Ursula,é você?
-“Sim,sou eu.”
-Há quanto tempo!Ainda falou com os outros?
-“Não tenho tempo para falar,Yanna.”
-Como assim?
-“Yanna,escute.Tome cuidado.”
-Porquê?
-“Recebi uma carta hoje de manhã.Alguém sabe do nosso grupo.”
-Hã?
-“Exatamente.Nessa carta,continha todas as nossas informações.”
-O.O…Ué,e porque está me ligando?
-“Bem,pensei em te avisar primeiro.Afinal,já fomos muito amigas…”
-É verdade.Bons tempos aqueles.-Yanna sorriu.
-“É.Tchau.”
-Tchau.-Yanna desligou.
[…]
Ursula desligou o telefone.Ela pensou.Yanna continuava a mesma,alegre e tola.Ela se preparava para pegar novamente o telefone,quando uma jovem apareceu.
-Mamãe…Carta pra senhora.-disse a moça.
-Outra?-Ursula abriu a carta.
-Já posso ir?
-Sim,Alicia,pode se retirar.
Ursula abriu a carta e começou a ler.Logo depois deu um sorriso.
-O que é isso?-perguntou um homem,entrando no escritório.
-Adivinha só,Pietro?Um amigo meu dos nossos tempos quer se encontrar comigo, aqui perto,onde havia um criadouro de tulipas e um pequeno bosque.
-Ué…Algum dos nossos amigos em Middlebury?
-Sim.Podem ter vindo morar aqui.
-Não me mencionaram na carta?
-Não.Acho melhor eu ir sozinha.
-Ok,meu bem.-disse Pietro,beijando-a.
Ursula e Pietro haviam se casado e tido uma filha,Alicia.Moravam no estado de Vermont,nos Estados Unidos.Viviam uma vida pacífica e feliz.Pietro era um ótimo marido e muito dedicado.Alicia era uma jovem bela e esperta.Ela não poderia ser mais feliz.
Ursula se aproximou do bosque.Numa clareira,havia um vasto campo de tulipas vermelhas.Ela foi para o campo.
-Olá Ursula.-uma voz falou.
-Hã?Quem é?
-Um velho amigo seu.
-Jacob?Ou seria o Daniel?
-Nenhum desses.
-Hã?
-Exatamente.Mas não se preocupe,em breve todos vocês estarão juntos.
-Do que você está falando?Quem é você?-Ursula estava preocupada.
-Você saberá.
-Olhe aqui,eu sou uma senhora de respeito e não estou para brincadeiras…
-Se é uma senhora de respeito,deveria respeitar os outros.Você vai pagar por tudo.
-Hã?O quê?Ei,vou pagar pelo quê?O que foi que eu…-Ursula desmaiou.
[…]
Pietro andava de um lado pelo outro na enorme casa.Alicia surgiu de um corredor.
-Papai,a mamãe está demorando.
-Eu sei,querida.Eu sei.
-O senhor não vai atrás dela?
Pietro sorriu e abraçou Alicia.
-Ela está bem,eu tenho certeza.
A campainha tocou.Era um policial.
-Sr. Morthmer,sinto informar,mas foi encontrado o corpo de sua esposa nas redondezas da fazenda Credule,aqui perto.
Pietro parou.Estava imóvel.
-Ursula?
-Sim.Sentimos muito.
-Papai!A mamãe…-Alicia parou.
Pietro se ajoelhou e começou a chorar.
-Não!Não!...Ursula…Não!
[…]
Erica jogava a bola de borracha para cima,com os pés em sua mesa.Douglas andava impaciente de um lado para o outro no escritório.
-Douglas…Você vai acabar ficando tonto se continuar girando pela sala.
-Erica,você não percebe?Estamos há três meses sem nenhum caso.Três meses,Erica!
-Sim,e o que é que tem?
-O que é que tem?O que é que tem?!
-Sim.Não está feliz por não termos mais tido nenhum caso?Isso significa que a vida está mais calma…
-Erica,não sei como você consegue…-o telefone tocou.
-Agência Jokh de Investigação,bom dia?
-“Olá,aqui é o chefe de polícia de Middlebury,Vermont.Acabou de ocorrer um assassinato aqui nas redondezas e gostaríamos de contratar seus serviços.Há uma coisa fora do comum…”
-Ok,já estamos indo.-Erica desligou.-Douglas,seus desejos se realizaram.Prepare suas malas,nós vamos para Vermont.
[…]
Erica estacionou o carro.Por perto havia faixas indicando para não se aproximar.Erica e Douglas foram até os policiais.
-Bom dia,sou Erica Desmond.
-Olá,srta. Erica.
-Então,qual o problema.
-Ontem às 4 da tarde,foi encontrado o corpo de Ursula Morthmer aqui.
-Hm,entendo.
-Nós achamos uma bomba perto do local,mas queremos que a senhora examine o local.Não sei porquê,mas acho que há algo errado.
Erica foi até perto do corpo estendido.Logo depois,ela pegou uma pequena bomba no chão.
-Mas…
-O quê?
-Isto é uma bombinha caseira.Isso no máximo causa alguns machucados.
-Uma bombinha caseira?
-Sim.E veja,no corpo não há nenhuma queimadura.Não pode ter sido morta por uma bomba.
-Então…
-Quero que mandem este corpo para fazer uma autópsia.E também quero uma análise da bomba.
-Ok.
Erica se afastou um pouco das pessoas.De repente ela parou e deu um sorriso.
-Ora,ora,o que temos aqui…
-O que houve,Erica?-perguntou Douglas.
-Linda,não é?-disse Erica,mostrando uma grande rosa amarela.
-É linda mesmo.E deve ser muito cheirosa.-Douglas ia pegar a flor,mas Erica o impediu.
-Se eu fosse você,eu não faria isso.
-Porque?É só uma rosa!
-Não.
-Como não?
-Douglas,seu bobinho…-Erica riu.-Será que você ainda não aprendeu que por mais que uma coisa possa ser linda e delicada,pode haver uma armadilha?
-Mas…
-Douglas,esta rosa pode ter matado Ursula Mothmer.
-Está brincando.
-Não.E pense só…O que uma rosa amarela estaria fazendo num campo de tulipas? Alguém colocou isso aqui,e com certeza não era um enfeite…
-Tem razão.
-Inspetor!
-Sim?
-Por favor,poderia mandar esta rosa para uma análise também?Não sei o motivo,mas estou muito interessada no motivo desta bela flor estar aqui.-Erica sorriu.



To be continued…
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MensagemAssunto: Re: A Rosa Amarela   Sex Maio 23, 2008 4:37 pm

Cap.III-Resultados

25 de setembro de 2006-Nova York,EUA

-Hoje saem os resultados.-disse Erica.
-Finalmente!-exclamou Douglas,ligando o ar condicionado.-Está calor.
Erica sorriu elogo em seguida o telefone tocou.
-Alô?
-“Erica Desmond?”
-Sim,sou eu.
-“Somos do laboratório.Saíram os resultados das análises.”
-Ótimo,nós vamos agora mesmo.
[…]
-Bom dia,meu nome é Erica Desmond e eu…
-Oh!O dr. Stewart está na sala 206,no segundo andar.
-Ok.
Erica e Douglas subiram pelo elevador e se dirigiram para a sala.Um homem totalmente desarrumado apareceu na frente deles.
-Oh!Olá,srta.Desmond!Sou Bryan Stewart.
-Olá,dr.Stewart.No que deu a análise?
-Bem,venha comigo…
O corpo de Ursula estava numa grande mesa,totalmente despido.Do lado,haviam vários papéis numa mesinha.
-Vou começar com a autópsia.Não havia nenhuma marca que indicasse que houve violência,nem nenhuma queimadura que seria facilmente provocada por uma bomba de grande porte.
-Hm…
-A análise da bomba provou que realmente não havia como causar a morte de uma pessoa.Era uma bombinha que adolescentes usariam para pregar peças.
-Sabia.Continue…
-Encontramos isso.A vítima estava apertando.-o homem entregou um papel amassado.
-Amêndoas.-Erica leu.
-Exatamente.
-O que amêndoas tem a ver com isso?
-Tudo.
-Tudo?
-Tudo.
-Mas como?
-Venha e eu lhe mostro…
Eles se aproximaram do corpo.
-Está vendo alguma marca no pescoço?
-Não.
-Pois bem.Mas constatamos que a vítima morreu por sufocamento.
-Mas…
-Exatamente.Ela não poderia ter morrido assim e sem ter nenhuma marca.
-Mas como?
-Aí é que está,srta. Desmond.A sua esperteza solucionou a causa da morte.
-Hã?
-Lembra-se disto?-disse Stewart,mostrando a rosa amarela.
-Claro.É a rosa que eu achei na cena do crime.
-Muito bem.Cianeto de hidrogênio,também conhecido como ácido prússico,é uma substância muito nociva e que pode matar por sufocamento.
Erica não entendia.
-Ela também pode estar em sua forma gasosa,e continuar letal do mesmo jeito,
-Hm…E o que isso tem a ver?
-Acalme-se.Normamelmente,o cianeto tem cheiro característico de amêndoas amargas.
Tudo começava a fazer sentido.
-Adivinha o que encontramos nesta bela rosa.
-Cianeto de hidrogênio.-Erica sorriu.
-Exato!
-Muito obrigada,dr. Stewart.Foi de grande ajuda.
-De nada.
-Você é mesmo brilhante!!-disse Douglas,entrando no carro.
-Eu sabia…Aquela rosa não estava ali para enfeitar…
-E agora,para onde vamos?
-Vamos voltar para Vermont.Quero rever a cena do crime.
-Você não quer ir para lá só por isso,não é?
-Claro.Preciso falar com Pietro Morthmer.
-Suspeita dele?
-É natural.
-E da filha,Alicia?
-Talvez mais dela do que de Pietro…
-Como?
-Pelo que sei,Pietro Morthmer era uma pessoa rica,alegre e feliz.Depois da morte da esposa,ficou histérico e com medo de tudo e de todos.No caso,uma pessoa que não tinha equilíbrio mental.
-Isso é verdade.
-Enquanto Alicia é jovem,bela e inteligente.Não duvido que seja ambiciosa também…
-Só esses suspeitos?
-Claro que não!Pelo que sei,há pelo menos mais dez suspeitos…-Erica sorriu.
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MensagemAssunto: Re: A Rosa Amarela   Hoje à(s) 5:15 pm

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