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 Assassinados II - The Revenge

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MensagemAssunto: Assassinados II - The Revenge   Dom Abr 06, 2008 3:36 pm




Capitulo I – Recomeço

Salt Lake City Regional Medical Center
Salt Lake City, Utah
10h da manhã.

Kate acorda um pouco tonta. Ela havia perdido muito sangue. Quando abre os olhos ela está num quarto de hopital. Ela fecha os olhos novamente e tenta recordar o que acontecera.

Flashback
Ela se lembra de estar caída no chão do aeroporto. Logo sua visão ficou embaçada e ela perde a consciência. Depois, ela acorda com a grande movimentação ao redor dela. Ela é levada para a sala de operações. Depois de aplicarem anestesia, ela adormece.
Fim do Flashback

Enquanto estava com os olhos fechados, Kate ouve um barulho no corredor de alguém se aproximando. Já imaginando que era Thomas, ela tenta se levantar para pegar algo para se proteger, mas como havia perdido muito sangue e não estava totalmente curada, ela sente muita dor e se deita novamente. A única coisa que ela podia fazer era observar quem entrava e se fosse Thomas, esperar a morte vir. Felizmente, não era Thomas.
-E - Eric? Mas você... Eu não...
-Eu me importei com você. Mas você me matou. Mesmo me amando...
-Eric... Perdoe-me.
Kate tenta se levantar para tocar Eric, mas logo uma voz a faz sair da ilusão.
-Srta. Fischer! Não se esforce. Não está totalmente curada. Seus pontos podem abrir.
-Quem é você? Onde está Eric?
-Quem? Não há ninguém aqui além de mim. Eu sou o Dr. Heston.
-Me perdoe. Eu pensei que você fosse...
-Ele é mais que um amigo?
-Era... Ele foi assassinado... – Uma lagrima rola no rosto de Kate enquanto falava.
-Oh, sinto muito.
-Está tudo bem. É passado.
Enquanto Kate falava, seu olhar estava perdido. Parecia estar pensando longe. Na pessoa que ela amava, mas teve que matar.
-Srta. Kate, você tem muita sorte. Se a faxineira do aeroporto te encontrasse um pouco mais tarde, talvez você não teria resistido.
-Quem disse que eu gostaria de estar viva? Por que não me deixaram morrer?
-Bom... É meu trabalho salvar a vida dos outros. Querendo ou não. Sou pago para isso. Mas você deveria aproveitar a vida. Fazer algo bom. Você é tão bonita. Arranjaria um companheiro bem fácil.
-Doutor... Por acaso isso é um flerte?
-Poderia ser. Mas sou casado. – O médico levanta sua mão esquerda e mostra a aliança em seu dedo.
-Mudando de assunto, quando terei alta?
-Em breve. Quando você ficar melhor. Não se esforce muito. Pode piorar a situação.
-Obrigada doutor. Continue com seu bom trabalho.
-É um prazer. Mais tarde voltarei para checar você.
-Está bem. * “É claro, se eu não fugir antes.” * - Kate dá um sorriso.
Quando o médico fecha a porta, Kate se esforça mais um pouco e se levanta. Ela sente uma pontada no local onde foi atingida pela bala. Já de pé, ela tenta abrir a porta, mas estava trancada.
-Droga. Nem parece um hospital. Parece mais uma prisão. Estou trancada num cubículo...
Ela se afasta da porta e vai para a janela. Se não fosse muito alto, Kate pularia. Ela então pensa em outro plano.
Quando o médico volta, já era fim de turno. Só algumas enfermeiras ficariam no hospital. Quando ele parte, Kate começa seu plano.
Ela abre a porta com a chave que ela pegou escondida do bolso do Dr. Heston. Com cuidado ela tenta achar a saída. No corredor, uma enfermeira estava passando. Ela entra num quarto. Quando a enfermeira estava passando, Kate abre o quarto e bate na enfermeira com muita força, fazendo-a cair no chão inconsciente.
Ela troca de roupa com a enfermeira e volta a procurar a saída.
Com o uniforme, ficou mais fácil de andar pelo hospital. Ela procura por seus pertences. Por sorte, sua carteira ainda tinha dinheiro. Logo ela encontra a saída.

Andando mais um pouco na rua, encontra uma loja de roupas. Ela compra outras roupas e joga o uniforme da enfermeira no lixo. Enquanto andava calmamente, olhando para o outro lado da rua, ela se tromba com um homem.
Ela pede desculpas até que os dois se reconhecem.
-Srta. Fischer?
-Você! É aquele homem que foi baleado na minha antiga casa não é?
-Sou eu mesmo. Então, o que faz aqui em Utah?
-É uma longa história... Você se mudou pra cá?
-Sim. Depois que me recuperei, acharam melhor me mandarem para outro lugar.
-Desculpe incomodar, mas você tem carro?
-Tenho, por quê?
-Poderia me dar carona para algum hotel?
-Claro. Durante o caminho, você pode me explicar o motivo de estar aqui em Utah.
-Com todo o prazer.
Quando chegam num hotel, Kate havia contado tudo. Giovane ficou com vontade de levá-la para um distrito policial, mas ele também tinha vontade de se vingar de Thomas. Por isso, resolveu ajuda-la.

No dia seguinte, Kate estava voltando para Las Vegas junto com Giovane.
Kate voltou a trabalhar para a Herbaceutics e Giovane arranjou um outro trabalho.

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Última edição por -=TikInsa6=- em Qui Maio 08, 2008 8:59 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Assassinados II - The Revenge   Seg Abr 21, 2008 6:48 pm

Capitulo II – Mais um Inimigo.

Duas semanas haviam se passado e nenhuma pista de onde Thomas poderia estar foi encontrado. Enquanto Kate procurava por noticias de pessoas assassinadas brutalmente, Giovane procurava por arquivos da pesquisa em que Thomas fora submetido e outras coisas sobre sua vida.
-Que droga! Nenhuma noticia de pessoa sendo encontrada decapitada, esquartejada, NADA!
-Talvez ele não queira fazer o trabalho sujo pessoalmente. Ás vezes não encontrou alguém para matar por ele. Ou até mesmo mudou seu estilo de matar.
-Aquele inútil. Ele vai pagar...
-Encontrei este arquivo sobre alguém da família de Thomas.-Giovane entrega o que encontrou para Kate. -Aqui indica que Thomas possuía um irmão mais velho. Porém, como ele estava viajando com sua tia, não o pegaram para as experiências. Seu nome é William Gordon.
-William Gordon? –Kate parecia estar espantada com o nome que ela acabara de ouvir.
-Sim. William Gordon. Por quê?
-William Gordon é o nome do meu chefe na Herbaceutics. Erm... Você tem uma foto desse William Gordon? Só para ter certeza.
-Claro. Está aqui no meio. –Giovane procura e logo encontra uma foto. - Aqui está.
Kate pega a foto e observa.
–É... Aqui ele está mais novo e mais bonito. Mas é o mesmo William Gordon que vive atormentando meus dias.
-Kate... Se o William descobrir quem realmente você é e o que está fazendo, você está correndo grande perigo.
-Se ele já não souber. Mas aquele otário é que nem seu irmão. Um grande covarde.
-Eu não ficaria tão tranqüilo. Eu pesquisei um pouco mais sobre William. Encontrei coisas desagradáveis.
-Que coisas desagradáveis? –Kate parecia estar mais interessada.
-As pessoas que estavam envolvidas na pesquisa e que foram mortos... Nem todos foram você e o Thomas. Há suspeitas que William esteja envolvido em pelo menos quatro mortes. Mas como não há provas, não puderam prendê-lo.
-É tudo farinha do mesmo saco...
-Kate, agora falando sério. É melhor você ter mais cuidado. E se conseguir, tirar algumas informações dele.
-Eu terei. Mas por que ele ajudaria um assassino? Eu não entendo.
-Olha quem fala... –Giovane olhava com uma cara de reprovação.
-Ahn... –Kate parecia estar confusa até que ela olha pros lados e dá uma risada falsa. –Tá bom. Ignora essa pergunta.
-Imagina. Você tem uma família que é torturada até a morte. Só seu irmão consegue sobreviver. Você não ficaria com raiva das pessoas que fizeram isso com seu querido irmão?
-E se eu odiasse meu suposto irmão?
-Kate!
-Desculpa... Seguindo sua teoria, acho que eu ajudaria meu suposto irmão querido a se esconder e o ajudaria a se vingar.
-Exatamente. Por isso que William pode ser perigoso. Às vezes, armaram tudo isso. Você mesma não disse que tudo foi planejado? Você ficar próxima das suas futuras vitimas, fingir ser amiga delas...
-Filho da m... –Kate fica com raiva.
-Kate se acalma! –Giovane segurava os braços de Kate.
-Tira as suas mãos de mim!
-Isso é uma ameaça? O que você acha mais importante? Me esmurrar ou encontrar Thomas e impedir que mais pessoas morram?
Kate o encara por alguns segundos. Logo parecia estar mais calma.
-Me desculpe. Eu lembrei de Eric...
Ela agora estava com uma cara abatida. Giovane a solta e se senta no sofá.
-Eu já volto. Vê se encontra mais coisas. –Kate pega as chaves do carro e deixa o apartamento de Giovane.

Kate foi para o prédio onde trabalha para pegar a cópia que ela havia feito do chip que ela havia conseguido do punho de Vivian.
-Ah Thomas... Você não é o único gênio aqui.
Quando Kate saia de sua sala, alguém apontava uma arma para ela.

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MensagemAssunto: Re: Assassinados II - The Revenge   Qua Abr 23, 2008 7:31 pm

Capitulo III – Perseguição.

-Olá Kate... Bom te ver.
-William... Pena que não posso dizer o mesmo.
-Me entregue o pen-drive com a cópia do chip.
-Cópia? Chip? Do que está falando?
-Não se finja de boba. Dê-me o pen-drive agora. –William destrava a arma.
-Acho que não.
Kate guarda o pen-drive na sua bolsa, pega uma faca e joga no braço de William. Ele então atira. Kate tenta desviar, mas a bala atinge de raspão seu ombro.
-Desgraçado... –Kate olha para seu ombro e rapidamente saca sua pistola. Ela atira, mas William consegue se desviar. A bala atinge a janela que se quebra em cima de William.
-Você é boa, garota. -Quando ele se levanta Kate já havia saído do local. Ele sai correndo e desce as escadas atrás dela.
Quando estava chegando à porta, ele vê Kate dando partida no carro e deixando marcas de pneu no asfalto.
Ele pega seu carro e começa a persegui-la.
Pensando que havia despistado William, Kate para no semáforo. Ela respira fundo algumas vezes. Quando olha para o carro ao lado, William era o motorista e atira na direção de Kate. Porém, a bala para na janela. Kate pisa com força no acelerador e William faz o mesmo.
Vendo que Kate tomava distância, William atira no carro.
-Meu carro! Agora você cometeu três grandes erros!
Ela vai para a faixa ao lado e para de acelerar um pouco, alinhando-se ao carro de William.
Ela pega sua arma e mira nele.
-Primeiro erro: Nunca aponte uma arma para mim! –Ela atira, mas erra por poucos milímetros. –Segundo erro: Nunca atire em mim! –Novamente ela atira e consegue acertar o braço direito de William.
Kate então freia um pouco e entra atrás do carro de William.
-Terceiro grande erro: Não danifique meu carro! –Ela pisa com força no acelerador novamente e bate no carro de William. Depois ela vai para a faixa ao lado e se alinha novamente com o outro carro. Ela vira, batendo na lateral do carro, fazendo-o girar.
O carro de Kate ia girar também, mas ela consegue pegar o controle do carro quando estava fazendo meia volta.
-Ótimo. Meu ombro e meu lindo carrinho tão um lixo. Pelo menos a cópia do... –Kate para e vê que sua bolsa não estava ao seu lado. –Cadê minha bolsa?!

Chegando perto do prédio onde Giovane mora, Kate para o carro e começa a procurar pela bolsa. Ela estava embaixo do banco. Kate vai verificar se o pen-drive com a cópia estava danificada. Felizmente, ela estava intacta.
-Pelo menos algo de bom. –Logo após, Kate suspira.
Depois ela vai até o apartamento de Giovane.
-Kate? Onde você foi? O que aconteceu com seu ombro?
-É uma longa história. Me emrpesta o seu lap top?
-Claro...
Ele acha estranho, mas entrega o lap top á Kate. Ela coloca o pen-drive e abre uma pasta. Então ela abre um documento com vários nomes.

Enquanto ela pesquisava os nomes, ela apagava aqueles que já foram mortos. Enquanto lia os nomes, ela fica surpresa com um nome presente.
-Não acredito... –Kate estava paralisada.
-O que foi?
-Acho melhor você ver isso...

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MensagemAssunto: Re: Assassinados II - The Revenge   Sab Maio 03, 2008 8:50 pm

Capitulo IV – Prisão.

Giovane se aproxima e lê o nome em que Kate apontava.
-“Giovane Galeazzi”- Ele faz uma cara de espanto e olha para Kate. –O que meu nome faz ai?
-É uma boa pergunta. Acho que você pode me responder.
-Se você acha que estou envolvido na pesquisa, é melhor você pensar duas vezes! Eu nem sei se tenho algo a ver com isso.
-Talvez você não. Mas alguém que você conheça possa estar.
-Eu te juro, eu não tenho nada a ver com isso. Muito menos conheço alguém envolvido nessa pesquisa.
-Espera... O seu nome está aqui. Ou seja, você pode estar correndo risco de vida também. Então... É melhor você começar a pensar se conhece ou não envolvido nessa pesquisa!
-Eu já te falei que não conheço ninguém envolvido nisso!
-Se o seu nome está aqui é porque você conhece alguém sim!
-Eu não conheço!
-Conhece sim!
A porta do apartamento estava aberta. A faxineira que estava passando no corredor para e olha para os dois que gritavam cada vez mais alto. Percebendo que estavam sendo observados, Kate chuta a porta do apartamento, fechando-o na cara da faxineira.
-Eu não...
-Chega. –Kate corta Giovane. –Se você conhece ou não alguém, não interessa. O que interessa é que você está nessa lista, então, Thomas ou William pode vir atrás de você.
-E o que eu faço?
-Não anda por ai sozinho. Eles já podem estar atrás de você.
-Então eu vou ter que ficar preso no meu apartamento? Sem poder sair, sem poder fazer nada?
-Não exatamente. Se você for sair, eu vou junto. Se não der para acompanhá-lo, me avisa para onde você vai, caso qualquer coisa.
-Ta... Agora estou sentindo como se você fosse minha mãe... – Giovane fala em um tom gozador. Já Kate o encara com um olhar frio e diz:
-Ai de você se fosse meu filho... Mas então, vou continuar a pesquisar mais nomes.

Duas horas se passam. Kate só encontrava nomes de pessoas que já foram mortas. Até que ela encontra um nome que chama sua atenção.
-Ora, ora, ora... Quem diria que você estaria envolvida...
-Ahn?
-Já sei para onde vou.
-E onde seria?
-Prisão feminina de Bedford Hills.
-Como? Você vai como visitante ou como prisioneira?
-Primeiro como visitante... Se a pessoa não quiser falar comigo, vou como prisioneira para atormentá-la um pouco. –Kate sorri.
-Você vai pra prisão... E como eu fico? Não era você que disse que era perigoso eu andar por ai sozinho?
-Mudança de planos.
-Sinceramente... Eu não te entendo.
-Tem coisas no mundo que é melhor você nem saber o que realmente são. Eu sou uma delas.
-Ta bom, ó filosofa.
-Você ama tirar uma com minha cara não é?
-Amo.


Prisão feminina de Bedford Hills
Condado de Westchester, Nova Iorque
2h da tarde.

-Eu me recuso a falar com alguém da família Fischer.
-Para com essas frescuras Larissa...
-Por sua culpa eu estou nesse... Nesse... Ai... Nesse inferno.
-Minha culpa uma ova! Foi você que escolheu roubar aquele colar de diamantes. Agora, sua fresca mimada, é melhor você começar a falar no que você esteve envolvida com Thomas ou se conhece alguém envolvido. Ah sim, inferno vai ser o que você vai passar se não começar a falar agora!
-Isso é uma ameaça?
-Sim. Eu vou deixar sua vida pior do que já está se você não começar a falar!
-Duvido que você consiga piorar ela. Você não pode fazer nada. Eu... Ai... Eu estou presa nesse lugar imundo. E você tá ai... Livre... Se eu estivesse no seu lugar já daria um retoque nesse seu cabelo que parece estar todo quebrado, sem brilho... Ai credo... E essas unhas! Garota, dá pra cuidar melhor dessas suas unhas? Deixa elas crescerem, daí que você pinta elas... E usa mais maquiagem. Credo... Nem parece que você é mulher...
-Ainda bem que você esta presa... –Kate falou baixo e depois suspirou. – Então você duvida que eu deixe sua vida pior do que já está?
-Duvido!
-Ótimo. Eu amo quando as pessoas duvidam de mim. Dá mais prazer de fazer as coisas. –Kate se levanta e vai embora.

Já fora do presídio, Kate se encontra com Giovane.
-E então? Conseguiu algo?
-Não... Hora do plano B.
-Tem certeza que você quer isso?
-Absoluta. –Kate dá um sorriso seguido de uma risada.

De madrugada, Kate quebra o vidro de uma joalheria, ativando o alarme. Ela então pega um colar de diamantes e outras jóias. Quando ia sair, está cercada por policiais.
No dia seguinte, ela estava em julgamento. Teria que pagar uma pena de cinco anos.
Ela então é mandada para a mesma prisão e mesma cela que Larissa.
-Não! –O grito de Larissa ecoava pelo corredor. –Tira essa mulher de perto de mim! Eu não quero essa mulher no mesmo lugar que uma mulher de classe como eu!
-Cala a boca Larissa! Ela cometeu o mesmo crime que você. Por isso as duas estão no mesmo nível. –Comentava um carcereiro.
-Você ia roubar um colar de diamantes? E depois vem falar que você roubaria algo que realmente valesse a pena?!
-Você acha que eu roubei o colar só porque eu gostaria de exibi-lo para os outros? É claro que não. Eu o roubei só para estar perto de você minha querida Larissa.
-Você poderia pelo menos ter dado uma mudança no seu visual. Está parecendo uma baranga que...
Kate se levanta e dá um tapa na cabeça de Larissa.
-Para com suas frescuras e começa a falar.
-Não.
-Fala!
-Não vou falar sua baranga!
-Eu vou quebrar suas unhas. –Kate se aproxima.
-Não faz isso!
-Então começa a falar.
-Erm... Ai droga... Tá bom... Minha mãe trabalhou naquela... Como que é mesmo?
-Pesquisa...
-Isso... Essa pesquisa. Ela... Ela batia de vez em quando naquele imundo do Thompson.
-THOMAS.
-É... Esse Zé ai... Daí esses dias minha mãe me ligou falando que esse Thomas estava atrás dela. Mas minha mãe é louca... Ninguém iria atrás dela depois de tantos anos...
-Thomas iria.
-Como você sabe? Por acaso você é adivinha?
-Não. Eu o ajudei a torturar e matar as pessoas envolvidas nessa pesquisa.
-Aaaaaaaaiiii! Sai de perto de mim sua assassina! –Larissa sai correndo e fica atrás de sua cama.
-Cala a boca! Deixa de ser infantil! Eu não estou aqui para te matar. Eu não ajudo mais o Thomas.
-Então por que você está me aterrorizando com sua presença? Querida, você realmente precisa mudar seu visual.
-Eu quero me vingar de Thomas. Pra isso eu preciso ter mais informações dele! E eu preciso que você coopere comigo!
-Você não vai me obrigar a fazer nada!
-Não. Mas eu posso quebrar suas unhas, deixar seu cabelo horroroso... Eu avisei que ia deixar sua vida pior do que já está.
-Sua psicopata! Não se aproxime de mim!
-Ei! Dá pra você calar sua boca ou tá difícil? Quer que eu a quebre pra ajudar? –Reclamava a prisioneira na cela ao lado.
-Ai... Que inferno... Por que eu, uma anja linda... Por que estou nesse lugar horrendo?
-Porque você é uma besta que quis roubar o colar de diamantes na cara do vendedor.
-Mas tem outro jeito?
-Tem sua estúpida! –Kate já estava perdendo a paciência.
-Ai sua grossa... Aprenda a ter classe. Ok?
-Posso te dar um soco? Um não, vários...
-Aiii... Não fala assim... Sua grossa.
-É... To me arrependendo de ter dado continuidade ao meu plano... –Kate lamentava em outro canto da cela.

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