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 Assassinados

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MensagemAssunto: Assassinados   Qua Fev 27, 2008 9:45 pm



Epílogo



Wallace Street
Chicago, Illinois
11 h da manhã

-Mãezinha! Você chegou!
-Oi Kate! Senti tanto sua falta...
Após voltar da viagem de negócios, a mãe e a filha se encontram. De repente, alguém bate na porta violentamente.
-Katherine, corra para seu quarto e se esconda.
-Mas mãe...
-Vai! E não saia de lá por nada...
-Mãezinha...
-Anda!
Kate dava as costas para a mãe com os olhos cheios de lágrimas, quando a pessoa que batia na porta, quebra o vidro da mesma e tenta abri-la.
-Katherine... Eu te amo... Agora corre!
-Mãe... Também te amo...
Quando a porta do quarto mal acaba de se fechar, a pessoa na porta da sala consegue abri-la. Era um homem alto, aparentava ser alemão e tinha em torno de vinte e oito anos. Ele avança para cima da mãe de Kate e a esfaqueia. De seu quarto, Kate ouvia os gritos de agonia de sua mãe. Então o homem se dirige ao quarto da garota de apenas sete anos. Enquanto se afasta da porta, Kate tropeça em uma de suas bonecas e cai. Quando olha para cima, vê que o homem já estava perto de mais dela. Logo ele tampa seu nariz e boca com um pano molhado. Momentos depois ela dorme.

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Última edição por -=TikInsa6=- em Qui Maio 08, 2008 8:59 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Assassinados   Seg Mar 03, 2008 9:25 pm

Capitulo I – A Primeira Vítima

Edifício da Herbaceutics
Las Vegas, Nevada
3 h da tarde

-Srta Fischer! Eu quero o relatório das pesquisas o mais rápido possível em minha mesa! – Dizia o diretor da empresa onde Kate trabalhava.
Ela já era uma mulher de vinte e nove anos, possuía cabelos longos, negros e lisos. Seus olhos eram castanhos escuros. Trabalhava numa empresa farmacêutica, a Herbaceutics.
Seu turno já estava acabando. Logo que saísse de lá, encontraria suas amigas que não via há anos.

Saindo do edifício, Kate olha seu relógio. Já estava atrasada. Por sorte o lugar onde se encontraria com as amigas era perto. Resolveram se encontrar na cafeteria que sempre freqüentavam depois da faculdade.
-Para variar a Katie tá atrasada... Parece que ela não mudou desde os tempos da facul...
-Calma... Ela chega atrasada... Mas sempre aparece.
-Ali está nossa atrasadinha.
-Juliet, Vivian! Quanto tempo não?
Com vinte minutos de atraso, Kate chega ao local. Depois de cumprimentá-las, ela se junta as amigas e começam a colocar as coisas em dia.
-Nossa, meu novo chefe é um chato. Ele fi...- Kate é cortada por Vivian.
-Desculpe interromper, mas vocês viram a noticia que o dono de uma empresa de softwares foi encontrado morto no próprio escritório? E quem o matou ainda não foi encontrado? – Dizia Vivian
Kate e Juliet balançaram a cabeça negativamente.
-Olhem a foto aqui no jornal...
As duas se aproximam para ver a foto.
-Que horror! – Juliet fazia uma cara de nojo. O dono da empresa estava com o rosto todo desfigurado. Parecia ter sido queimado com algo. E o pescoço estava quebrado. –Quem será que foi capaz disso?
-Vi, como você consegue comer e ver uma foto dessas ao mesmo tempo? – Kate olhava com desprezo. – Perdi até a fome...
-Olha só... A Senhorita estômago fraco... ¬¬ Pensando bem... É bem nojento mesmo. Ai... Perdi a fome.
-Quem é estômago fraco mesmo?
-Tá, tá... Vamos mudar de assunto. – Juliet tentava parar a “briguinha”. - E ai, Vi? Decidiu com quem você vai ficar?
-Está difícil de escolher. Os dois são tão lindinhos...
-Você não muda mesmo. E você Katie? Arranjou algum pretendente?
-Não e agradeço muito por isso. É muito “meloso” pra mim.

Já era quase 11h da noite quando elas começam a se despedir.
-Foi tão bom ver vocês novamente. Amanhã temos o dia livre. Porque não vamos pro Shopping ou algum parque... – Dizia Kate.
-Por mim sem problemas. – Juliet concordava.
-Vocês vão ter que me perdoar... Mas terei que viajar. Embarco amanhã ás 8 da manhã. Viagem de negócios. Meu cliente será transferido para São Francisco. Mas podem ir... Acho que vocês sobrevivem sem mim.
-Sério? Bom... Que seja. Boa viagem. – Juliet fazia uma cara de decepcionada.
-Obrigada. Bom... Vou indo. Até mais.
-Até!
Depois de Vivian sair, as outras duas também se despedem.



McCarran International Airport
Las Vegas, Nevada
7h da manhã

Vivian estava retocando sua maquiagem no banheiro do aeroporto quando alguém aparece. Vendo que a tal pessoa possuía uma faca, ela tenta fugir. Um ato inútil, pois a pessoa misteriosa é rápida e joga a faca na perna de Vivian, fazendo-a cair.
Ela tenta gritar por ajuda, mas a pessoa decapita Vivian com um movimento muito rápido. Depois de separar quase todos os membros do corpo de Vivian, a pessoa acha um pequeno chip que havia sido implantado embaixo da pele de seu pulso direito. Ela se lava, tirando o sangue de seus braços. Com cuidado, limpa a torneira. Não deixando nenhuma impressão digital. Pega as luvas que havia usado e coloca dentro de uma mochila. Junto com as luvas, a pessoa guarda a faca. Logo, ela sai do aeroporto como se nada tivesse acontecido e entra num taxi.
Chegando ao local desejado, paga o motorista e anda alguns quarteirões. Logo, esta pessoa estava no West Charleston Lions Park. Lá, ela se encontra com outra pessoa. Entrega o chip disfarçadamente para ela e vai embora.

Enquanto Kate fazia sua caminhada diária, ela recebe um telefonema. Esperando que fosse o novo diretor da Herbaceutic, ela já atende com desânimo. Mas quando ela ouve, percebe que não é o seu chefe. Um policial estava ligando para informar que Vivian foi encontrada esquartejada no banheiro do aeroporto. Kate para de andar depois de ouvir a péssima novidade... Kate pergunta ao oficial, o por quê de não ter ligado para a família de Vivian primeiro. O policial informa que na agenda de Vivian só havia o número de Katherine e de Juliet. Ela acha estranho, mas agradece ao policial por tê-la informado.

Quando encontra Juliet no Shopping, ela pergunta se a amiga já sabia da noticia. Juliet afirma e não agüenta as lagrimas e abraça Kate.
-Algumas horas atrás ela estava viva... E agora um monstro vem e faz isso com ela. Por quê tinha que ser ela? Podia... Podia muito bem ser eu... – Juliet falava soluçando.
-Juliet... Podia ser qualquer uma de nós. Qualquer um que estivesse no aeroporto naquela hora... Naquele lugar. – Kate sabia que Vivian e Juliet eram tão próximas como irmãs. Então tentava confortá-la.“Eu quero que o monstro que fez isso pague caro”. Pensava Juliet enquanto era consolada por Kate.

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Última edição por -=TikInsa6=- em Sex Mar 14, 2008 5:50 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Assassinados   Dom Mar 09, 2008 8:39 pm

Capítulo II – De Volta Para Onde Tudo Começou.

Enquanto tomava banho, Kate pensava no que aconteceu á sua amiga e o que ocorreu com ela quando era uma criança. Ela só se lembrava dos gritos da mãe e o misterioso homem indo em direção á ela. Logo, ela volta de seus pensamentos, pois alguém tocava a campainha.
-Já vou atendê-lo! Aguarde só uns minutinhos!
-Sim senhora!
Apressadamente, Kate se seca e se veste. Então vai atender a pessoa que estava na sua porta.
-Bom dia.
-Bom dia... – Dizia Kate com um pequeno sorriso – Desculpe pela demora... Estava no banho...
-Ah! Perdão por interromper senhora...
-Senhorita Fischer... Katherine Fischer.
-Srta. Fischer... Eu sou o investigador Eric Ballack.
-Ah sim... Gostaria de entrar?
-Obrigado... Prometo ser breve.
-Ah! Sem problemas.
Kate estava encantada com a beleza do investigador. Ela olhava para os olhos castanhos claros que pareciam enfeitiçá-la. Seu coração batia rápido, suas mãos suavam. Nunca sentira algo parecido assim antes. Se recusa a acreditar que estava apaixonada por causa de seu orgulho.
-Srta Fischer? Você está bem?
-Ahn? Ah... Sim... Claro.
-Bom... Como estava falando, estou investigando o caso dos assassinatos que vem ocorrendo há tempos.
-Aquele do assassinato daquele empresário e da minha amiga?
-Não só esses, mas também os que ocorreram há vinte e dois anos...
-E o que tenho a ver com isso?
-Percebemos que os assassinatos têm uma ligação. Todos os que foram encontrados em situações horríveis, trabalhavam ou conheciam alguém que trabalhou numa pesquisa.
-E...
-Eles usaram uma família como cobaias.
-Mas isso não é proibido? Usar humanos como cobaias.
-Sim. Mas quem apoiava essa pesquisa era o próprio governo estadunidense. Mas eles agiam escondido.
-Ainda não entendo o que tenho a ver com todo esse caso.
-Sua mãe foi assassinada por este homem?
Eric mostra uma foto que deixa Kate chocada.
-Sim... Este... Foi ele mesmo. – Dizia Kate gaguejando. Ela nunca esqueceria aquele rosto todo deformado. Quando era mais jovem, ela o relacionava com um monstro de um pesadelo que infelizmente se tornou real.
-Bom, ele era apenas um garoto na época em que o usaram como cobaia. Queriam ver o quanto alguém agüentaria depois de horas de torturamento.
-Que horror...
-Por sorte dele, ele escapou. Mas quando escapou, ele deixou um bilhete no qual dizia que mataria todos que estavam envolvidos na pesquisa. Sua mãe era quem fazia a manutenção dos equipamentos utilizados nas torturas.
-E o que minha amiga tinha a ver com tudo isso?! Ela nem tinha nascido quando essa “pesquisa” aconteceu!
-Ela era advogada do homem que torturou a mãe do suspeito. Ela foi esquartejada porque possuía um chip que quando equipado em um aparelho específico, mostra a localização de todos os outros envolvidos na “pesquisa”. E também, ela era filha do homem que dirigiu os testes.
-O Sr. Collins?
-Sim. O chip envolvido numa embalagem foi implantado nela, sem conhecimento da mesma.
-Qual o nome desse assassino?
-Não sabemos. Os arquivos das pesquisas não citavam nomes. Apenas cobaia nº1, cobaia nº2... Ele foi o único que conseguiu escapar e nunca foi pego. Por isso é nosso maior suspeito.
-E você veio aqui só para me dizer isso?
-Não. Precisamos simular o primeiro assassinato para ver se conseguimos pistas.
-Por isso precisam de mim? Para sofrer aquilo novamente?
-É só você nos dizer o que aconteceu.
-Eu não vou lembrar de tudo...
-Por isso que embarcará no próximo vôo á Chicago. Para tentar recordar o máximo que puder. Você é nossa única testemunha.
-Quando é o vôo?
-Hoje ás 4 da tarde.
-Hoje?
-Sim. É melhor aprontar sua mala. Ficará fora por pelo menos uma semana.
-E quem vai cuidar da casa? Dos meus cachorros?
-Boa pergunta. Nos vemos no aeroporto. Até mais.
Kate faz uma cara de indignada e encaminha o investigador para a porta. Logo após fechá-la, pensa: “Ele é bonitinho, mas também é muito folgado...”.
Ela liga para sua amiga Juliet e pede para cuidar da casa enquanto viaja. Faltando duas horas para o vôo, Juliet chega a casa.
-Muito obrigada... – Dizia Kate que já estava saindo.
-Não é nada. Agora vai... O avião não espera.
-Até mais.
-Até! Boa viagem.

No aeroporto, Kate chega faltando meia hora para o vôo por conta do congestionamento.
Sem nenhum problema, Eric e Kate pousam em Chicago.
-Sr. Ballack.
-Por favor... Me chame de Eric.
-Eric, onde vamos passar a noite? Já está escurecendo. Acho que não dá para começar as investigações hoje.
-Ficaremos em algum hotel.

...
-Você pegou um quarto com cama de casal?! – Kate parecia estar revoltada.
-Só tem quartos de casais vagos! Não tenho culpa!
-Fico com o lado esquerdo. E nem pense em fazer alguma gracinha!
-Ok!
Depois de uma noite mal dormida, eles vão para a antiga casa de Kate. Ela vê que a casa estava abandonada. Depois que ela foi mandada para o orfanato, ninguém mais morou na casa. O vidro da porta ainda estava quebrado. A casa estava exatamente do mesmo modo que foi deixada. Ninguém queria morar na casa em que uma mulher foi assassinada de um modo horrível.

Depois de se familiarizar com o local, Kate começou seu depoimento. As lágrimas em seus olhos pareciam nunca acabar. Por causa de tanto sofrimento em lembrar como sua mãe foi brutalmente assassinada, ela cai sem forças no chão.
-Wow! Você está bem? – Eric se aproxima de Kate.
-Sim, sim... Eu só... Estou meio sem forças...
-Vamos dar uma pausa para que se recupere.
-Não... Tá tudo bem. Não se preocupe.
-Sabia que você mente muito mal? Agora vamos. Vou te levar pra comer...
-Obrigada...
-Que nada. Que tipo de homem deixaria uma mulher como você, essa situação sem ajudar? Agora vamos!
Eric ajuda Kate a se levantar e vão para um restaurante.
Quando saiam de lá, Kate pergunta:
-Ele virá atrás de mim também?
-Como é?
-O suspeito... Ele vai me matar?
-Não. Não deixarei que ele faça isso. Confie em mim...
-Eu confio... – Logo após, ela abre um sorriso. Eric retribui. Era o primeiro sorriso que Kate fazia no dia.

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MensagemAssunto: Re: Assassinados   Sex Mar 14, 2008 6:59 pm

Capítulo III – Mais uma vitima.

De volta para sua antiga casa, Kate contava o que aconteceu naquele dia. Tudo o que ela lembrava...
-Então eu saí correndo para meu quarto... Aquele homem depois de matar minha mãe veio atrás de mim. Eu ia me esconder, mas tinha tropeçado... Então ele me pegou e... Eu... Simplesmente não consigo lembrar o que aconteceu depois.
-Tente se esforçar mais um pouco para se lembrar...
-Eu não consigo. Eu só lembro que... Ele veio em minha direção e colocou algo para eu respirar... Daí eu acho que fiquei inconsciente... Sinto muito... Não consigo me lembrar das coisas que ocorreram depois. – Lamentava Kate com um olhar triste.
-Você já fez um ótimo trabalho. Obrigado.
-Então... Quer dizer que... Eu vou poder ir para casa?
-Ainda não... Tem mais uma pergunta que eu gostaria de fazer. Nos registros do orfanato no qual você foi mandada, aparece que você recebia cartas toda semana. É verdade?
-Sim. O que isso tem a ver?
-Consegue se lembrar do que estava escrito em alguma?
-Claro! A pessoa que me mandava essas cartas, dizia que sempre estaria me observando, cuidando de mim. Mas nunca conheci a pessoa que me mandava essas cartas.
-Já passou pela sua cabeça que poderia ser o assassino da sua mãe?
-Como?! Se for ele mesmo... Então quer dizer que... Que ele... – Kate fazia uma cara de chocada e preocupada.
-Calma! Calma! Foi só uma suposição...
-Se for ele mesmo, ele pode estar nos observando agora. Ele pode fazer algo de mal para nós!
-Ei! Não seja tão paranóica! Ele já pode ter morrido, sei lá. Ás vezes nem é ele!
-Me desculpe... É que tenho esse medo. De que o mesmo que aconteceu com minha mãe, com minha amiga aconteça comigo...
-Eu já disse que vou te proteger. Não tenha medo.
-Agora que você tocou no assunto... Um dia antes de você aparecer na minha porta, recebi uma carta de um amigo. Mas quando fui ler, percebi que não era a letra dele...
-O que dizia a carta?
-Erm... Se você ajudar, haverá conseqüências... Você será a un...
Kate é cortada pelo celular de Eric que começou a tocar.
-Perdão... Só um minuto.
-Claro, sem problemas.

Kate se dirigia para a saída quando ouve Eric falando.
-Amor, quando eu acabar aqui, eu prometo que vou te encontrar o mais cedo possível. Mas agora tenho que trabalhar.
Kate parecia estar chateada depois de ouvir aquele trecho da conversa. Ela tenta não se importar e para se distrair vai falar com Giovane, um dos policiais que estava presente no local.
Enquanto conversava, Giovane percebe que um laser estava sendo apontado para Kate. Já imaginando o pior, ele manda Kate abaixar. Como ele entrou na frente de Kate para protegê-la, a bala atingiu seu ombro direito.
-Querida, logo eu ligo pra você... Tenho que ir. Tá... Também te amo. – Depois de ouvir dois gritos do lado de fora, Eric vai ver o que aconteceu.
-Eric! Liga pra ambulância! Alguém atirou nele.
-Tá, tá! Perai! Pressiona onde ele foi atingido!
-Ok! – Kate olha assustada para Giovane. – Você vai ficar bem. Não se preocupa!
Quinze minutos depois, já estavam levando o policial para o hospital.
Na recepção, Eric pergunta o que havia acontecido.
-Eu não sei. Ele só me mandou abaixar, daí ele foi atingido e caiu.
-Será que tem algo a ver com a carta que você tinha recebido?
-Meu amigo! Ele pode estar em perigo. Eu tenho que ligar pra ele...
Depois de tentar duas vezes ligar para a casa dele, Kate tenta ligar para seu celular.
-Katie! Quanto tempo... Soube que saiu de Vegas...
-Paul! Graças a Deus! Onde você está?
-Tô colocando o carro na garagem. Por quê?
-É importante o que vou te dizer! Você pode estar em perigo. Você precisa sair da cidade!
-Por que eu tenho que sair da cidade? O que foi agora?
-Paul! Só me ouve! Eu não estou brincando. Sai da cidade agora!
-Está bem... Só...
-Alô? Paul? Paul! Paul! – Seu amigo não respondia. Preocupada, ela vai falar com Eric.
-Eu tenho que voltar pra Vegas! Meu amigo não responde!
-Kate! Me escuta! Quando o Giovane se recuperar, a gente volta. Ok?
-Será que você não entende? Ele pode morrer até lá! Se é que já não está morto!
-Kate! Se acalma! Eu vou chamar outro agente. Quando ele chegar, vamos para o aeroporto e pegamos o próximo vôo para Vegas. Pode ser?
-Por favor, os dois poderiam fazer silêncio? Se não terão que se retirar. – Uma enfermeira falava calmamente.
-Nos perdoe. É que minha amiga está um pouco agitada. Vamos falar mais baixo... Não é Kate?
-Sim... Perdão.
-Tudo bem. – A enfermeira se retira.

Depois de viajarem, os dois só chegam a Nevada no dia seguinte, pois o vôo saiu tarde. Eles pegam um taxi para a casa de Paul. Chegando lá, percebem que a garagem estava aberta.
Receosa, Kate entra com cuidado. Logo, ela vê seu amigo ao lado do carro, caído no chão e com um buraco de bala na cabeça.
-Paul! Não... Não pode ser! Não!
-Sinto muito Kate...
-Não encoste em mim!
-Kate...
-Com licença. E não me procure novamente! – Kate sai da garagem e vai andando para casa. Eric resolve segui-la.
-Kate, espera!
-Vai embora! E não me siga!
-Katherine!
Ela não dá ouvidos e continua a andar.

De tarde, Eric bate na porta de Kate.
-Kate, eu preciso de você pra continuar a investigação.
Alguém abre a porta. Não era Kate. E sim Juliet.
-Deixa a Kate sozinha por um tempo.
Kate chega e diz:
-O assassino me avisou que se eu ajudasse, haveria conseqüências, ou seja, pessoas inocentes ligadas á mim vão morrer. Eu não quero isso.
-Se você me ajudar na investigação, mais rápido esse assassino vai estar atrás das grades e tudo isso vai acabar... Assim...
Kate fecha a porta na cara de Eric. Frustrado, ele vai embora.

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MensagemAssunto: Re: Assassinados   Sex Mar 21, 2008 11:33 pm

Capítulo IV – Medo.

-Agora que parece estar tudo certo vou embora pra deixar você descansar.
-Obrigada Juliet.
Depois de ter dispensado Eric e Juliet ir embora, o dia de Kate passa normalmente... Até que anoitece. Enquanto assistia o noticiário, a energia cai.
Ela pega uma lanterna e vai procurar por velas que ficavam no porão. Com cuidado, ela desce as escadas. Quando acabara de descer, a porta se fecha.
Ela pega as velas e tenta abrir a porta, mas estava trancada. Ela grita por ajuda, mas ninguém ouvia. Cansada de gritar, resolve sentar na escada para esperar. Do nada, a porta se abre. Assustada, ela se vira. Por segurança ela pega uma barra de ferro e sai do porão com cuidado. Aparentemente tudo estava em ordem.
Ela resolve subir as escadas para ter certeza que não havia ninguém sem ser ela dentro da casa. Depois de verificar, ela desce. Quando olha pela janela, as outras casas estavam com luz. Somente a casa dela estava sem.
Ela tenta abrir a porta para perguntar aos vizinhos o que estava acontecendo, mas ela não encontra a chave para destrancar. Ela tenta a porta dos fundos, mas também estava trancada. O desespero começa a tomar conta dela. Logo o telefone dela toca. Ela atende, mas ninguém fala nada e desliga o telefone. Então o celular dela toca. Ela vê quem era, mas o número era restrito. Então ela atende. Ninguém falava. Só dava para ouvir alguns ruídos. Logo, a pessoa do outro lado da linha desligava novamente o telefone.

Para passar o tempo ela resolve comer alguma coisa. Então o celular dela toca. Kate pensa que era alguma brincadeira de mau gosto e já atende com raiva.
-Olha aqui! Quem quer que seja que esteja fazendo isso, pode parar! Você não está me assustando! -Gritava Kate ao telefone.
-Você vai morrer. –A pessoa do outro lado falava um pouco rouca.
Logo após ouvir aquelas três palavras, Kate sente um frio na espinha e o desespero toma conta dela totalmente.
Depois da estranha pessoa desligar, alguém arranhava a porta. Depois de dois minutos, os arranhões param. Então começaram a bater com força na porta. Kate só conseguia ver um vulto da janela.
Ela resolve ligar para a polícia, mas as linhas estavam cortadas.
-Se você tem fé em Deus ou qualquer outra coisa, é melhor começar a pedir ajuda. -A pessoa do outro lado da porta gritava e dava uma risada gélida.
A cada pancada que a pessoa dava na porta, Kate gritava.

Ela se esconde atrás do sofá e começa a ligar do seu celular. Tentava ligar para Eric, mas ninguém atendia. Ela deixa uma mensagem na caixa postal. Quando ela percebe, a pessoa havia parado de bater na porta. Logo ela ouve um som muito estranho. Parecia um gemido. Logo sua porta é arrombada. Ela grita. Então se levanta e sai correndo para seu quarto. Chegando lá, ela se tranca e segura a barra de ferro bem firme, esperando o estranho abrir a porta para ela tentar abate-lo.
-Você acha que o seu querido investigador vai chegar a tempo para te salvar? Melhor pensar novamente! –Logo após suas palavras, o estranho ria num tom maléfico.
Kate ouvia os passos do estranho chegando perto. A cada passo que ela ouvia, mais assustada ela ficava e mais firme segurava a barra de ferro. Logo ela não ouve mais nenhum passo. Ela dá uns passos para o lado, esperando o estranho abrir a porta, mas ele começa a atirar.

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MensagemAssunto: Re: Assassinados   Sab Mar 22, 2008 11:55 pm

Capítulo V – Mudança e Mais Vítimas.

Quando o estranho ia abrir a porta, sirenes são ouvidas.
-Da próxima vez, não haverá ninguém pra te salvar, garotinha.

Quando alguns policiais entram, não encontram ninguém. Só Kate que estava chocada num canto do quarto.
Eric se aproxima. Ainda assustada com tudo que ocorreu, ela tenta acertar Eric com a barra de ferro.
-Ei, ei, ei! Calma! Você tem tanta raiva assim de mim? –Eric falava com um pouco de sarcasmo.
Quando ela percebe que era Eric que estava ao lado dela, ela solta a barra de ferro e o abraça.
-Graças a Deus que você veio! Estive com tanto medo!
-Ei... Calma... Já passou. Você se machucou?
-Não... Eu... Eu estou bem.
-O que aconteceu?
-Um estranho... Ele... Ele tentou me atacar... Quando ele ia entrar no quarto, vocês chegaram. Então ele foi embora...
-Quer passar a noite em casa? Ficar aqui pode ser perigoso.
-Mas... E sua namorada? Ela não vai achar ruim?
-Que nada! Depois que voltei, brigamos feio. Então terminamos. E então? Aceita?
-Claro... Obrigada.
-Ótimo... Vem.– Eric sorria e estendia a mão para Kate.

Kate mal conseguiu dormir naquela noite. Ela sonhava que aquele estranho tinha seqüestrado ela, levado-a para um beco e quando o estranho ia matá-la, ela acordava.
-Bom dia... Credo! Você não dormiu bem né? –Eric entra no quarto onde Kate estava e se assusta ao ver a situação dela.
-Está tão na cara assim?
-Lógico. Seus olhos estão vermelhos e você está toda descabelada.
-Que ótimo...
-Se arrume. Passaremos na sua casa para pegar seus pertences.
-Por que pegar meus pertences?
-Bom... Vamos te levar para morar em outro lugar. A pessoa que te atacou sabe onde você mora e pode tentar te atacar novamente.
-E como podem ter certeza que o suspeito não vai me encontrar novamente?
-Não temos... Mas vamos instalar umas câmeras. Se alguém se aproximar da casa, saberemos.

Quando chegam ao novo lugar onde Kate ia morar, bombeiros estavam no local. A casa havia pegado fogo.
Depois da perícia, os bombeiros disseram que o incêndio foi causado pela explosão de um botijão de gás.
-Kate... Você tem um baita de um azar. –Eric falava num tom gozador.
-Nossa. Como você consegue me fazer sentir melhor! Vou dar uma volta. –Kate dava as costas para Eric quando ele a segura.
-Aonde você vai? É perigoso andar por ai sozinha depois de ontem.
-Obrigada pela preocupação papai. Mas eu sou adulta e sei me cuidar.
Kate volta tarde para a casa de Eric. Depois de tomar um banho, ela vai se deitar.
Como na noite anterior, Kate tem pesadelos de alguém a levando para um beco e matando-a. E também como na noite anterior, ela não dorme bem. Logo o sol nasce e Kate não conseguiu dormir nem meia hora seguida.
O dia corria normalmente até que alguém liga com uma noticia ruim para Kate.
-Alô?
-Kate é você? –A pessoa do outro lado da linha estava com uma voz baixa e parecia estar abatida.
-Juliet? O que aconteceu?
-Minha... Minha mãe. Ela foi encontrada enforcada na sala.
-Mas... Quem fez isso? Ela não tinha motivos para cometer suicídio.
-Eu não sei. Eu fui visitá-la, mas tinham policiais na porta da casa dela. Eu só consegui ver ela pendurada. E... Ela não tinha nenhum motivo para se matar. Ela não tinha nenhum problema...
-Eu sinto muito Juliet. Quer que eu te encontre?
-Não... Não precisa. Eu vou ficar bem. Vão enterrar minha mãe depois de amanhã. Poderia me encontrar lá?
-É claro. Estarei lá. Só me passa o endereço, a hora...

Dois dias depois...
-Kate! Obrigada por vir. –Juliet anda em direção á sua amiga.
-Oi Juliet... Só estou de passagem mesmo. Tenho que ir para o trabalho.
-Tudo bem... E então? Ainda está passando as noites na casa do investigador?
-Sim. Até arranjarem uma nova casa, eu passarei as noites lá.
-Hmm... E... Não vai acontecer nada entre vocês?
-Juliet! Nem parece que... Que você está abatida...
-Desculpe. É que... Para não sofrer muito, prefiro não tocar no assunto.
-Ai droga... Tenho que ir. Quando tiver mais tempo conversamos.
-Está bem... Até mais.

Depois do enterro, Juliet voltava para casa andando. Até que alguém a empurra para um beco e saca uma arma.
-Ei! O que está fazendo?
O sujeito que tinha empurrado ela, sai das sombras.
-Não acredito. Foi você que matou minha mãe?
-Sim. E você é a próxima. Adeus.
Juliet tenta fugir, mas como era um beco, ela não conseguiu. Então a pessoa coloca um silenciador e atira em Juliet. A bala foi certeira em seu coração.

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MensagemAssunto: Re: Assassinados   Dom Mar 23, 2008 7:15 pm

Capítulo VI – Revelações.

“Foi encontrada morta uma jovem de vinte e seis anos. Foi identificada como Juliet Lawrence Connor. Trabalhava como...”
-Juliet... Essa não. É a amiga de Kate... –Eric dobra e guarda o jornal. Logo ele começa a pesquisar algumas coisas e vai para a cena do crime. Depois liga para Kate.
-Oi Eric... O que aconteceu?
-Sabe a sua amiga... Juliet, certo?
-Sim. O que houve com ela?
-Leu o jornal hoje?
-Não tenho costume de ler jornais. Pode me dizer o que houve?
-Ela foi assassinada num beco. Perto do cemitério onde enterraram a mãe dela. E sabe o que mais? A mãe dela estava envolvida naquelas experiências. Mas uma coisa que não entendo é: Juliet não tinha nada a ver com isso. Por que será que ela foi assassinada?
-Você pergunta pra mim? Eu não sei. Ás vezes... Ela poderia saber de algo.
-Talvez. Bem, eu liguei pra você por outro motivo. Preciso que venha pra cena do crime. Preciso te mostrar uma coisa.
-É claro... Daqui uns... Dezessete minutos estarei ai. Até mais.
-Obrigado... Até. –Eric desliga o celular.

Chegando ao beco onde Juliet fora assassinada, alguém puxa Kate para dentro de um furgão.
-Ahh! Me solta! Socorro! –Kate gritava e se debatia.
-Você é muito estérica sabia? –Eric ainda segurava Kate bem firme.
-Eric? Seu louco! Você me assustou!
-É... Eu percebi. Você tinha que ver sua cara de desespero. Hahah...
Kate dá um tapa no ombro de Eric.
-Ei... Só estava brincando.
-Há há há. Como você é engraçado.
-Agora é sério, vou te mostrar uma coisa. No fim do beco tem uma câmera. E conseguimos ver isso.
Os dois param e começam a ver um vídeo. Nele, mostra Juliet correndo e chegando ao fim do beco. Depois aparece um vulto. E então, o assassino saca a arma e atira em Juliet.
-A qualidade das imagens não é boa. Por isso não foi possível reconhecer o assassino. Mas pelo vulto, dá para ver que é uma mulher. –Eric explicava enquanto o vídeo rodava novamente.
-Então quer dizer que, não é o homem que foi utilizado como cobaia? Que é outra pessoa? Uma mulher?
-Talvez a morte de Juliet não tenha nada a ver com isso. Ou talvez, o assassino tem uma cúmplice.
-Uma cúmplice? Então... Ele pode estar morto, certo? Por todo esse tempo... Estivemos atrás da pessoa errada?
-Não sei dizer ao certo. Quando souber mais, eu te falo.
-Está bem... Uh... Eric?
-Sim?
-Obrigada por tudo.
Há uma pausa. Uma troca de olhares. Os dois se aproximam até que o celular de Kate começa a tocar.
-Me desculpe... Só um instante.
-Ah... Tudo bem.
-“Onde você está srta. Fischer? Você está atrasada seis minutos!”.
-Chefe... Eu já estou chegando. A rua está congestionada. Estarei ai em...
Enquanto Kate falava, o seu patrão desliga na cara dela.
-Uau... Depois eu achava que tinha um chefe chato.
-Eu o odeio. Ele vive me atormentando... Bom tenho que ir. Tchau.
-Tchau... Ah... Arranjaram uma nova casa para você... Vai se mudar hoje.
-Que bom... Tomara que não pegue fogo também.
Os dois soltam algumas risadas. Depôs Kate sai e fecha a porta do furgão.

De noite, na casa de Eric...
Alguns barulhos são ouvidos na cozinha. Eric acha estranho e vai verificar.
-Kate? É você? Esqueceu alguma coisa aqui?
-Sim... Esqueci isso. –Kate bate em Eric deixando-o inconsciente. Ela o amarra numa cadeira e alguns minutos depois, Eric acorda.
-Kate? O que está fazendo?
-Eric... Preciso falar uma coisa. E é necessário que preste a atenção.
-O que está acontecendo afinal?
-Eu matei Vivian, matei a mãe de Juliet, matei Juliet. Matei todos que estavam envolvidos naquela experiência. E terei que te matar se você... Se você não concordar com o que vou te falar.
-Katherine... Como pôde matar aquelas pessoas? Por quê?
-Tudo começou quando mataram minha mãe. O assassino me levou para um lugar escuro. Lá ele prometeu que iria me proteger. Porém, eu teria que fazer coisas horríveis. Tudo que ele pedisse, eu teria que fazer. Ele me mandava cartas, sempre dizendo para eu me encontrar com ele toda vez que as aulas acabassem. E toda vez que nos encontrávamos, ele me mostrava o que aconteceu com ele. Ele dizia que ele iria me proteger para que não fizessem comigo o mesmo que fizeram com ele. Eu tinha medo daquela face toda desfigurada, mas eu me sentia segura perto dele. Então ele ficou doente, não podia mais matar como antes. Então eu comecei a tomar seu lugar. Tudo foi planejado para o trabalho ser mais fácil e menos suspeito. Eles planejaram que eu iria ficar próxima da Vivian, da Juliet... O que não fora planejado foi você. Não esperávamos que o caso da minha mãe fosse voltar a ser investigado. E infelizmente, eu comecei a me importar com você. Comecei a gostar de você. Agora, precisamos entrar em um acordo...
-Não acredito que você está do lado dele! De um assassino! E você... Ficou que nem ele. Você simplesmente é uma... Uma assassina que mata só por causa do ódio de outra pessoa!
-Eric... Deixe-me continuar... Por favor... –Kate derramava lágrimas enquanto falava.
-Essas lágrimas também são falsas, não é? Eu não acredito mais em você...
-Se você prometer, não me perseguir, não falar nada do que eu te disse, eu te deixarei vivo. Se não...
-Se não o que? Vai me matar?
-Exatamente. E então? Por favor, Eric aceite essa oferta.
-Não. Mate-me. Pode fazer o que quiser comigo. Mas não vou te encobrir. Jamais!
-Eu te amei de verdade Eric... Me desculpe.
Kate se afasta, saca uma arma e atira em Eric duas vezes. Uma vez no peito e outra na cabeça.
-Adeus... –Kate deixa a casa com lágrimas nos olhos.



Salt Lake International Airport
Salt Lake City, Utah
9h da noite

Kate se encontra com um homem no depósito do aeroporto e os dois começam a conversar.
-Kate querida... Fez seu trabalho?
-Sim. Tinha que me assustar daquele jeito? Era para ser convincente. Mas acho que você foi um pouco além.
-Me perdoe Katherine... Mas era necessário. Impressão minha ou andou chorando?
-Não é nada.
-Ah sim... O investigador. Você o amava?
Kate ficou em silêncio.
-Responda-me garota!
-Sim Thomas! Eu o amava! Por que eu tinha que mata-lo?
-Ele iria atrás de nós... Você tem que entender que poderia ser perigoso!
-Pode ser que ele iria atrás de nós. Mas era só nos mudarmos, se escondermos.
-Katherine Fischer, você está me contrariando?
-Sim! Eu estou! Estou te contrariando! Estou cansada de matar pessoas só porque você manda! Eu nem sei o que essas pessoas fizeram. E eu tive que mata-las!
-Deixaremos essa conversa para outro dia. Vamos. O nosso vôo é daqui alguns minutos.
-Não. Você vai sozinho. Eu estou cansada dessa vida!
-Katherine. Você sabe o que isso significa. Se você ficar, terei que te matar. E eu não quero fazer isso.
-Não quer? Mas vai ter! Eu não vou mais te obedecer. Adeus!
Kate dá as costas para Thomas, quando ela ouve um barulho de uma arma sendo destravada, ela para.
-Adeus minha querida...
Thomas pega uma pistola com silenciador e atira em Kate.
Ela só foi encontrada pela faxineira quando o aeroporto já ia fechar.
Quanto a Thomas, ele embarcou no avião e foi atrás de outras pessoas.

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