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 Mistérios II - O Tesouro Roubado

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MensagemAssunto: Mistérios II - O Tesouro Roubado   Sab Jan 12, 2008 11:28 pm





Cap.1 – O Encontro

Mais um ano se começa e tudo volta normal, tudo?
Mas... Por onde andariam nossos “heróis”?

* Ilhas do Caribe*

- Corre! Corre Sabrina! Vamos, não encalha, vem. – gritava um homem.
- Ai! – gritou Sabrina, caindo no chão. – Lúcius! Uma flecha na minha coxa.
- Droga! – sussurrou Lúcius.

Ele voltou, pegou Sabrina no colo e quando chegava perto de uma ponte, tinha uma placa toda quebrada com a tinta descascada, tinha pedaços de flecha e só dava pra ler: ~>CUIDADO! UM DE CAD.....<~
- Um de cada vez? – perguntou Lúcius meio desconfiado.
- Vai, me deixa e passa você, depois eu passo. – disse Sabrina.
- Vai ficar bem? – perguntou Lúcius.
- Sim... – disse Sabrina e logo depois que lúcius saiu, ela disse. – Eu acho...

Ele passou pela ponte e quando chegou a vez dela, ela foi mancando, quando faltava pouco para chegar, ela levou outra flechada na perna, fazendo-a cair literalmente na ponte.
Lúcius foi ajudá-la, mas estava escrito na ponte bem grande que era um de cada vez e logo que ele pisou a ponte não agüentou e desabou.
Sabrina segurou na corda que arrebentara e Lúcius escapara por um triz, ele se abaixou para ajudá-la enquanto os canibais atiravam flechas, mas pararam logo, pois sabiam que eles não iam durar muito no rio.

Lúcius pegou a mão de Sabrina e tentou levantá-la, mas algo estava errado, uma coisa estava descendo e do nada a ponte cai no rio com Lúcius e Sabrina juntos...

*Austrália*

- Uau! Esses cangurus são hilários! – gritava uma garota com um binóculo.
- Hehehe! É verdade Nessa! Eles lutam bem né... – comentou um homem.
- Nossa, tem um que corre feito uma Ferrari! – disse Vanessa.
- É mesmo! Léo, você comprou ingressos para o Grande Show dos Cangurus? – perguntou outro homem.
- Sim, claro que sim! – respondeu Léo. – Afinal, estamos aqui com um dos seus parentes não é Denny? – brincou Léo.
- Os Cangurus? Nada a vê mano... – disse Denny.
- Não! São os elefantes ali ó, huahuahuahua!!! – brincou mais uma vez Léo.
- Grrr! Seu idiota! – gritou Denny, atirando uma pedra na sua cabeça.
- Calma Tio! Ele não fez nada, é só brincadeira, hihihi! – disse Vanessa...

*Brasil*

- Onde está o dinheiro? Fala-me! – gritava um homem.
- Não sei! Não está comigo, por favor... – flava uma mulher.
- Anda Caroline, não tenho o tempo todo. – gritava o homem.
- Tá! Está com o... Com o... – “encalhou a mulher”.
- Corta! Celine é Sebastian, Sebastian... Nick, você está indo bem, mas Celine, preste atenção no nome. – comentava o diretor.
- OK! Vou ver se presto mais atenção. – disse Celine.
- Cena do Quarto! Gravando! – gritava o diretor...

*Em outro lugar do Brasil*

- Buááááá!!! Buááááá!!! – chorava um homem.
- O que foi Patrãozinho Zet? – perguntou uma mulher.
- Ah Zuleide! É a Carmem, ela foi pra Ilha dos Açores e me deixou aqui! Buáááá! – chorava Zet.
- Ixi! O patrãozinho não tá nada bem, eu vou passar roupa agora. – fala Zuleide, a empregada deles.
- E a Sabrina... Buááá!! Trocou-me pelo Lúcius! Buáááá! – Zet começou a chorar mais ainda.
- Ai! Pobrezinho do patrão. – comentou Zuleide...

*Enquanto isso nas Ilhas do Caribe*

- Argh! Argh! Aff... – sussurrava Sabrina.
- Estamos vivos! Não estamos? – perguntava Lúcius, caído na areia.
- Quase! – disse Sabrina, mostrando o rasgão em seu braço.
- Mas um corte para sua coleção? – brincou Lúcius.
- Mais Um! Estou toda furada já... – disse ela com dificuldade.
- Vamos sair da... – dizia Lúcius quando é interrompido.

*Barulhinho de Bip*

- Oi! O que foi agora? – perguntou Lúcius, com o celular em sua orelha.
- Erm... Um artefato do Museu Histórico de Frankfurt foi roubado, é o Tesouro do Antigo Egito. – disse o chefe de Lúcius.
- Hum... E o que tem isso? – perguntou Lúcius.
- Deixaram um bilhete escrito: Hamoon, Séden e Hashin Karuto para Lúcius. – disse o chefe.
- Meu Deus! Eu os conheço, mais um caroço para desvendar. – comentou Lúcius.
- Onde você está? – perguntou o chefe.
- Perdido em uma das Ilhas do Caribe, eu e Sabrina que está furada de flechas. – disse Lúcius.
- Mandaremos um helicóptero. – finalizou o chefe, desligando na cara de Lúcius.
- Nossa! Obrigado! – comentou Lúcius.
- Hihihihi! – riu Sabrina...

*Austrália*

*Barulhinho de Bip*

- Oi chefinho! – disse Léo.
- Vem pro Brasil agora! – disse o chefe, desligando em sua cara também.
- Ooouoouuu!! Que simpatia! – brincou Léo.
- O que foi pai? – perguntou Vanessa.
- Brasil! – gritou ele.
- Mas a gente tá aqui só 3 meses... – disse Denny.
- Só 3 meses? Pouco tempo não é... – brincou Léo.
- Hehehe! Vamos para o aeroporto amanhã. Vou comprar as passagens hoje. – comentou Vanessa...

*Brasil*

- Mas eu não fiz na... Bip Bip Bip! – falava Celine quando seu telefone toca. – Desculpa diretor.
- Chama o Zet que ele não tá atendendo. – gritou o chefe deles (ele não é de Celine nem do Zet, mas ela é uma referência para se caso alguém não atenda e Zet vai ser avisado sobre Sabrina) e desligou na cara de Celine.
- Simpatia! – disse ela, brava. – Arrume outra atriz.
- Mas Celine... Ah! – gritava o diretor furioso.

Ela foi até lá e viu ele deitado no sofá com os olhos vermelhos.

- O que aconteceu com ele? – perguntou Celine.
- Ele tá chorando por causa da muié e da fia... – respondeu Zuleide.
- Zet! – gritou Celine, acordando-o estantemente.
- Buáááá... – chorava ele quando leva um tapão.
- Cala boca! Chorão, onde já se viu... Criança! – brigava Celine.
- Erm... Desculpa! – disse Zet sem jeito.
- O chefe de Sabrina está te chamando. – disse Celine, ainda brava.
- Está bem, eu vou lá. De qualquer forma, obrigado! – agradeceu ele sem jeito.

Ele foi até lá e o chefe explicou que ela estava nas Ilhas do Caribe, mal e ele começou a ficar triste, mas nada que um tapão do chefe não resolvesse, hehehe.

*No dia seguinte*

- Estão chegando, olha o helicóptero ali. – comentou o chefe.
- Pai! – gritou Sabrina que correu para seu abraço.
- Pensei que tinha te perdido! – disse Zet.
- Que exagero, nossa! – disse Sabrina, assustada.
- Obrigado por cuidar da minha filha Lúcius! – agradeceu Zet.
- Que isso! Não é nenhum incomodo. – disse Lúcius.
- Oieeee!!!! – gritou Vanessa, chegando com as malas.
- Oi Miga! – gritou Sabrina. – Quanto tempo, ai que mexa linda, amei, onde você fez?
- Lúcius! Zet! – gritou Denny...

Todo mundo se complementou e ficaram conversando sobre o novo caso. De repente Celine chega e sabe da notícia. Decide-se que ela vai junto com Lúcius... Quase ninguém gostou, mas fazer o que, ela é namorada.
Zet então queria ir junto com Sabrina, que ia não perde-la de novo e todos aceitaram.
A turma toda estava junta novamente. Léo, Vanessa, Denny, Celine, Lúcius, Sabrina e Zet.

Mas por onde andaria Jane?
Carmem está na Ilha dos Açores...

Eles pegaram um avião e foram para Alemanha, Frankfurt.

To be Continued...


Última edição por ||&gt;Gui Witch&l em Qui Maio 08, 2008 8:54 pm, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Mistérios II - O Tesouro Roubado   Qui Jan 24, 2008 9:03 pm

Cap.2 – Portugal

- Aff... Aff... – sussurrava Vanessa no aeroporto.
- Avião para Frankfurt, Alemanha... Já foi? – perguntou Denny jogando as passagens na mesa da balconista.
- Sinto muito, vocês estão atrasados 2 horas. – disse a balconista.
- 2 Horas? Que hora era o vôo? Não era às 16 horas? – perguntou Vanessa.
- Não! Era às 14 horas... Sinto muito, mas vocês terão de vir outro dia. – respondeu a atendente gentilmente.
- Obrigado! – disse Denny que agora olhava para Vanessa com uma cara de bravo.
- Desculpa! Ouvi errado... – disse Vanessa.
- Ta, ta, ta! Agora já era! – gritou ele no aeroporto.

Eles voltaram pra casa e Celine lembrou que tinha um amigo com um jatinho.

- Gente! Um amigo meu tem um jatinho. Não desfaçam as malas. Vou ligar para ele. – gritou Celine.

“Música de celular”.

- Alô? – disse o homem no outro lado da linha.
- Alô, Jorginho... É a Celine. – gritou alegre no telefone.
- Celine, há quanto tempo! O que você está fazendo da vida?
- Eu pretendia ser atriz, mas eu acho que não consigo ficar longe do meu grupo bombástico.
- Hehehe! Que bom, mas, o que você queria?
- Você nos levaria para Frankfurt na Alemanha com seu jatinho? Nós perdemos o avião.
- Sim, sim! Claro.
- Ai, você é um anjinho. Tchau.
- Tchau, você sabe onde é o meu ap. né?
- Sei sim, beijo, tchau.
- Tchau!
- E então? – perguntou Vanessa ansiosa.
- Ele vai nos levar. – gritou Celine.
- Ebaaaa!! – alegrou-se todo mundo.

Eles foram até o ap. de Jorginho e até a base aeronáutica da cidade.

- Meu avião está guardado, vou pedir para eles liberarem. – comentou Jorginho.
- Ta ok. – afirmou Celine.

Minutos depois, um jatinho saiu e veio andando até a frente deles.
Eles entraram e se acomodaram nas cadeiras.

- Uau! É confortável e gostoso. – exclamou Léo, se ajeitando na cadeira.
- Que bom que gostaram! Só espera até ver a reação da minha esposa de eu ter ido para Alemanha sem ela saber. Hahaha! – gritou Jorginho lá dentro da cabine dando risadas.
- Onde a Nicole está Jorginho? – perguntou Celine.
- Na manicure! – disse ele.
- Ah! – exclamou Celine com um ar de inveja.
- Vamos levantar vôo. – gritou Jorge de dentro da cabine.

Eles estavam na Europa já quando alguma coisa deu errada.

- Droga! A Neblina está muito forte, uma tempestade se aproxima. – gritou Jorge.
- Ai Meu deus, o avião está tremendo. – gritava Sabrina.
- Acalmem-se! Nós vamos poder pousar em Portugal. – gritou Jorge.
- Portugal? – perguntaram todo mundo.

...

- Não é ruim não. Até que é bem bonita de noite. – comentou Vanessa quando estavam na frente de um restaurante.
- Mas o nosso destino era Alemanha. – comentou Zet.
- Mas a neblina não deixou nós continuarmos. – comentou Jorginho. – Eu vou arrumar o Nicolas aqui e vou para casa.
- Nicolas? – perguntaram todos.
- É o nome do meu jatinho ^^’. – respondeu Jorginho.
- Porque Nicolas? – perguntou Lúcius.
- Era o nome do meu filho. – respondeu Jorginho.
- Era? – perguntaram todos.
- Era... Ele morreu faz 5 anos e então eu homenageei ele botando seu nome no avião. Ele adorava os aviões. – respondeu Jorginho.
- Nossa! Que ruim, sinto muito. Que idade ele tinha? – perguntou Celine.
- Tinha 19. Tinha feito sua carteira de motorista e quando foi viajar com os amigos, um caminhão desgovernado veio na contramão e bateu no carro deles e de muitas outras pessoas. – falou Jorginho triste.
- Foi no acidente que aconteceu lá no Chile? – perguntou Vanessa.
- Sim! – afirmou ele.
- Hum... Eu perdi minha melhor amiga nesse dia. – comentou Vanessa.
- Ah! Que saudade da Laura, foi a amiga que eu mais simpatizava. – comentou Léo. – Era a única amiga que eu gostava da Nessa.
- Bom, vamos mudar de assunto? – perguntou Sabrina.
- É... Bem melhor. Afinal, a Espanha não é aqui do lado? – perguntou Denny.
- É sim... – respondeu Sabrina.

Por um momento os olhinhos de Denny brilharam.

- O que foi? – perguntou Sabrina.
- Espanha... É o meu sonho ir à Espanha. Vamos passar lá, vamos? – perguntou Denny.

Todo mundo se olhou e afirmaram com a cabeça.

- Já que estamos aqui não é. – comentou Lúcius.

Eles se acomodaram em um hotel ali perto e Jorginho já tinha ido embora naquela hora.

Eles passaram mais ou menos 3 dias ali e Vanessa teve uma idéia meio doida. Ela pensou em ir a uma cachoeira que ela descobriu, mas a cachoeira era a mais funda que eles já tinham visto e quando menos esperavam Léo já estava na água quase morrendo afogado.

- Hahaha! Viu só apressadinho. – comentou Denny.
- Gente! Em cachoeiras é comum haver bauzinhos embaixo da água? – perguntou Léo.
- Não! O que é isso? – perguntou Denny.
- Tem uma carta aqui... “Vocês gostaram dela? Vocês vão desgostar daqui a pouco.” – disse Léo. – Faltam 10 segundos.
- Droga! Léo sai da água, tem uma bomba ai! – gritou Sabrina assustada.

Léo não sabia nadar e demorou até que a bomba explodiu.

- Ahhhh!! – gritou Vanessa, chorando.
- Calma calma! Cadê o Léo? – perguntava-se Denny.
- E... Estou aqui! – gritou ele com dificuldade e com o corpo sangrando.
- Meu Deus, a bomba te lançou pra cima. – sussurrava Vanessa.

Enquanto isso Sabrina observava atentamente atrás da cachoeira.
“Tem um jeito de ir ali”, pensou ela.
Ela pulou na água e foi até embaixo da água, era muito estranho... Tinha uma caverna ali, no guia turístico não citava nenhuma gruta ali embaixo. Ela foi adentrando a caverna e chegou a uma espécie de base.

- Surpresa? – perguntou um homem.
- Hamoon? Séden? Hashin? – perguntou ela.
- Séden... Muito prazer! – respondeu o homem. – Pelo jeito já me conhece.
- Quer se juntar com a gente? – perguntou Hamoon. – Você é boa em descobrir segredos.
- Não muito obrigada! Não me misturo com gente rebaixada. – disse ela. – Qual é a moral de roubar um tesouro? Pra ficar rico?
- Não! A gente não sabe e se soubéssemos não íamos lhe falar. Quem pediu isso foi a nossa Chefa... Ela ficou com uma parte e outra ela escondeu, na verdade, Ela escondeu 12 artefatos que segundo ela são os mais procurados pelo museu e eu duvido que vocês consigam achá-los. – respondeu Hashin chegando do nada.
- Vocês falam português? – perguntou ela. – Isso é óbvio, mas como?
- Aulas! Nossa chefa é brasileira. – respondeu Hashin.
- Hum... Deve ser Jane de novo. – pensou ela.
- E não é a Jane... Demos um jeitinho nela. Hahaha! – falou Hamoon.
- Mas ela me ligou não faz muito tempo e... – dizia Sabrina.
- Não fizemos nada demais nela, ela apenas descobriu algo de nós e nós fizemos um jeito de ficar calada e se ela falar alguma coisa... Nós matamos Lúcius, Denny e Vanessa. – disse Séden.
- Agora, saia daqui e pode falar pros seus amiguinhos desta base que nós não vamos fazer nada com eles. – disse Hamoon.

Sabrina saiu da base e falou com os seus colegas de trabalho e amigos. Nesta hora Léo já estava curado e o dia se passou até o anoitecer.
Eles foram a um restaurante e Sabrina ficou lá fora vendo a noite quando ela ouve um barulho. Ela seguiu o barulho até um beco e quando chegou lá encontrou dois homens assaltando um garoto.

- Larga ele seus idiotas! – gritou ela.
- Hum... O que a mademoiselle irá fazer? – perguntou um deles.
- Isso! – disse ela tirando uma arma da bota.
- Putz! Sai fora, ela é policial. – gritou um deles.
- Obrigado moça! – agradeceu o garoto.
- De na... – Sabrina parou quando viu seu rosto na luz, foi amor a 1ª vista.
- Erm... A senhorita está bem? – perguntou o garoto.
- Sim, meu nome é Sabrina. E o seu? – perguntou Sabrina.
- Meu nome é Pedro. Prazer. – respondeu o garoto.
- Tchau Pedro, tenho que ir. – disse Sabrina.
- Tchau Sabrina. – disse Pedro.

Ela voltou para o restaurante e chegando lá, se juntou ao seu grupo.

- Onde estava? – perguntou Zet.
- Salvando um garoto! Estava sendo assaltado. – respondeu ela, sendo honesta.
- Hum... Ta bom! – disse Zet, olhando com uma cara que Sabrina conhecia bem.
- É verdade! O nome dele era Pedro. – disse ela.
- Ta, eu nem falei nada. – respondeu ele.
- Mas pensou. – disse ela.
- Vamos embora. – comentou Celine.

Eles saíram do restaurante e foram direto pro hotel. Mas algo acontece lá embaixo.

- Leve tudo, pode levar. – gritava o balconista.
- Cadê eles? Em que quarto estão? – perguntaram uns homens.
- Quarto 205, senhor. – respondeu o balconista.

Eles chegaram ao quarto 205 e não tinha ninguém. Havia só uma janela aberta.

- Fugiram! Vamos procurá-los pela cidade. – gritou Hamoon.
- Está bem! Vou avisar o Séden. – gritou Hashin.

Enquanto isso em algum lugar da cidade...

- Nossa! Pensei que eles iam nos matar. Eu os encontrei na cachoeira, me falaram um monte de coisa e blá blá... – contava Sabrina.
- Eles esconderam 12 artefatos pelo mundo? – perguntou assustado Zet.
- É! Exato... – respondeu Sabrina.
- Então vamos procurar! – comentou Lúcius.
- Sim... Mas temos falar com os caras do Museu. – comentou Celine.
- Sim, mas... O que é aquilo? – perguntou Vanessa.
- Não sei... Aquilo se parece... Se parece... Carros pretos desgovernados. – gritou Zet.

Os carros pararam em volta deles, os cercando.

- Parados! Venham conosco agora! – gritou um cara mal-encarado, com uma cicatriz no seu peito grande e forte com uma tatuagem de uma caveira pegando fogo.
- Venham! Vocês não têm pra onde ir... Graças á Sabrina. – gritou Séden.
- O Calabouço é confortável, vem. – insistiu Hamoon.

Eles foram presos em um calabouço estranho e escuro. Sujo, cheio de insetos e fedia a carniça.

- Vocês vão ficar ai dentro até morrer pra aprenderem. – gritou Hashin quando jogou Sabrina no calabouço.
- Não mesmo! Eu tenho um plano! – disse Vanessa quando a porta se fechou.

To Be Continued...
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MensagemAssunto: Re: Mistérios II - O Tesouro Roubado   Seg Fev 11, 2008 2:09 pm

Cap.3 – Fugindo do Calabouço

- E qual é o plano? – perguntou Sabrina.
- É um plano simples, mas pode dar certo... – respondeu Vanessa.
- Mas... E se for falível? – perguntou Denny.
- Falível? Nunca, um plano tão banal não ia ser falível, ia? – perguntou Vanessa.

10 minutos depois...

- Droga! Eles acharam a gente. – disse Sabrina. - Era falível, eu avisei... Ainda por cima levaram o Léo. – comentou Denny.
- Denny tinha toda razão, eles iam saber disso, muitas pessoas já tentaram fazer o mesmo que nós talvez... – disse Lúcius.
- Tenho que pensar em outro plano! – exclamou alto Vanessa.
- Eu tenho uma idéia... – disse Celine.
- Qual é? – perguntou Vanessa.
- Preciso da ajuda de Sabrina e Vanessa, apenas mulheres. O problema é que eu acho que eles vão ver na cara que é um plano. – respondeu Celine. – Nós vamos seduzir os homens e tentamos pegar chave que vimos à mostra.
- Sério? Adoro seduzir homens, hummm! – disse Sabrina num tom sensual.

20 minutos depois...

- Voltamos! Voltamos! – gritou Vanessa, dando pulos de felicidade.
- Só me diz uma coisa, como vocês saíram que eu dormi? – perguntou Lúcius.
- Nos ficamos batendo na porta, eles vieram e a gente saiu pra rua já seduzindo eles. Caíram que nem uns cãezinhos sem dono. – respondeu Sabrina fazendo biquinho.
- Vamos ver as chaves! – gritou Celine animada.
- A minha ta escrito Toyota! Hum... Será um nome de uma pessoa? – perguntou Sabrina “meio-inocente”.
- ¬¬’ – caretearam Vanessa e Celine.
- O que foi? – perguntou Sabrina.
- Toyota é marca de carro sua burrinha. – respondeu Vanessa impaciente.
- Ah é? Hihihi! Foi mal ^^’ – disse Sabrina.
- A minha não cabe na fechadura, parece uma chave de uma caixinha de música. – comentou Vanessa.
- A minha parece uma chave antiga... Do que seriam as nossas chaves? – perguntou Celine.
- Pois e agora? – perguntou Denny.
- Eu saberia responder, mas queremos nossas chaves de volta. – gritou Séden arrombando a porta.
- Erm... Está aqui, pegamos emprestada só. – disse Vanessa.
- Acho muito bom, mas queremos de volta, atira aqui agora. – gritou Séden.
- Está bem. – afirmaram as três atirando as chaves para Séden.
- O próximo plano de vocês pode ir por água abaixo se descobrirmos. – gritou Séden.
- Nossa! – exclamou Denny.
- E aqui está o Léo... – gritou Hamoon abrindo a porta e atirando Léo lá dentro.
- Papai! Papai! Fala comigo... Você está bem? – perguntou Vanessa.
- Sim! Só com um pouco de dor nas costas. – respondeu ele.
- Uhn! Uuuaaaaa!!! O que está acontecendo? – perguntou Zet, acordando de um sono super profundo.
- Você estava ai? Pensei que tinha morrido. – brincou Sabrina.
- Quem são vocês? – perguntou Zet. – São monstros.
- Zet, somos nós, seus amigos. – disse Celine.
- Sou eu, Lúcius! Reconhece-me? – perguntou Lúcius.
- Não tenho amigos monstros. – gritou Zet.
- Deixe-me ver! – comentou Denny chegando mais perto. – Como você entende nossas palavras?
- Ah! Sai daqui com essa tocha... – disse Zet.
- Isso que você está segurando é um pano! – exclamou Sabrina.
- Ele está delirando, Hamoon, Séden ou Hashin deram alguma coisa alucinógena pra ele. – concluiu Denny.
- Temos que deixar ele ali... – disse Lúcius.
- Nossa! Vamos lá para a porta, ouvi alguma coisa. – disse Celine.
- Vamos! – sussurrou Lúcius.

Eles enfiaram os ouvidos na porta e começaram ouvir.

- Chefa! Eles estão dentro do calabouço. – disse Séden.
- Ótimo... Só espero que eles não saibam onde estão as relíquias valiosas que eu fiz para dificultar. – comentou chefa.
- Chefa! Para que você quer fazer isso com eles? – perguntou Hashin curioso.
- Porque eles mataram meu namorado há 8 anos... Sabrina o fez sofrer quando pequeno, matou seus pais... Eu nunca irei perdoá-la por isso, apesar de ela não ter matado Douglas, mas eu quero em vingar dela e daquelas pessoas... Jane já foi! Eu fiz um jeito de ela se calar e fazer tudo que eu
mandava. Eu mandei ela se fingir como a bandida, eles vão pensar que ela roubou o tesouro e vão ficar contra ela. – disse a chefa.

Tudo ficou silencioso...

- Quero vê-los! – gritou a chefa.
- Ali! – apontou Hamoon entregando a verdadeira chave.
- Volta! Se ajeitem! – cochichou Lúcius.

Eles se ajeitaram como se não soubessem de nada e quando a chefa entrou lá estavam eles.

- Oi! Meu nome é...
- Julieta! Mora na Rua do Elmo, casa 225, Bairro Papagaio na cidade de Rio Grande. – disse Sabrina.
- Sabrina... Que surpresa! Seu irmão falava de mim então? – perguntou Julieta.
- Não! Soube de você em um hospital, sua ficha estava lá. Quando mataram o meu irmão e você passou mal. – respondeu Sabrina.
- Bom, não preciso falar mais nada então... – disse Julieta apontando uma arma para Sabrina.
- Não machuque minha filha! – gritou Zet vindo em direção a Julieta e derrubando ela dentro do calabouço.
- Boa! – gritou Sabrina, pegando seu canivete e atirando na coxa de Hamoon.
- Legal! – exclamou Celine, puxando uma doze. – Vai começar!

Celine deu um tiro no lustre da sala de fora que caiu por cima de Hashin e tentou atirar em Séden que desviou.
Eles saíram correndo do calabouço e chegaram num restaurante.

- Nós estávamos em um restaurante o tempo todo? – perguntou Vanessa.
- Isso não é hora, filha! – gritou Léo saindo com Vanessa pelo meio da multidão.
- Uma coca-cola! – exclamou Sabrina, pegando uma garrafinha pet de cima de um das mesas. – Obrigada! Mais tarde eu devolvo a garrafa.

Estavam chegando à porta quando viram que o restaurante estava com os bandidos. A porta trancada com dois ferros, as janelas estavam com segurança máxima e chegaram Julieta, Hashin, Séden e Hamoon.
Eles começaram a dar tiros para tudo quanto é lado.

- Corram! Mamãe vai ficar bem. – disse uma senhora.
- Senhora! Abaixe! – gritou Lúcius, dando um tiro.
- Mamãe! – gritou a garotinha que estava agachada em um canto.

O tiro de Lúcius foi direto ao coração da senhora, matando-a na hora.
Eles não paravam de atirar, já tinham matado umas 5 ou 7 pessoas do restaurante quando Denny e Léo vieram correndo com um ferro enorme.
Eles arrombaram a porta e saíram. Eles pularam em um rio e entraram numa lancha que estava perto deles

- A sua coca-cola senhor! – Gritou Sabrina, atirando a garrafa na calçada.
- Ufa! Fugimos! – comentou Zet.
- Passou o efeito alucinógeno bem na hora papai! – disse Sabrina.
- Hehehe! – riram todos.

Eles seguiram até chegar a uma pororoca.

- Ótimo! Alto mar! – disse Lúcius.
- Não podemos pegar o Alto Mar! Vamos pela costa então. – disse Denny.
- Vamos parar onde? – perguntou Léo.
- Em Frank...
- Na Espanha! – gritou alegremente Denny.

Eles seguiram até Espanha onde Denny tanto queria ir, mas enquanto não chegavam... Conversavam.

- Então era Julieta! E ela quer se vingar da gente, isso não é mais um Mistério. – comentou Sabrina.
- É sim, temos que achar as peças e o baú. – disse Lúcius.
- Também não é só isso... Sabe aquele garoto que eu encontrei, eu vi ele atirando contra nós. Temos que saber o que ele é, o que faz aqui e se ele é realmente do mal. – disse Sabrina.
- Viu, nós nunca estaremos livres de Mistérios. – comentou Celine.
- Temos mais alguma coisa para ver também! – gritou Léo.
- O que? – perguntaram todos.
- Lúcius, siga para aquela caverna! – disse Léo.

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MensagemAssunto: Re: Mistérios II - O Tesouro Roubado   Dom Fev 17, 2008 6:05 pm

Cap.4 – O Primeiro Tesouro

- Léo! Agora não! – disse Lúcius.
- Agora! Vai que tenha alguma coisa lá? – perguntou Léo.
- Esse é o meu medo! – brincou Celine.

Eles deram meia-volta com o barco e foram em direção a caverna, o barco era meio grande e eles tiveram que descer e nadar por baixo da água. Eles chegaram dentro da caverna e ficaram observando um pedestal com uma coisa de ouro brilhando...

- Isso é Indiana Jones? – perguntou Sabrina brincando.
- Talvez! – respondeu Léo, indo até o pedestal.
- É perigoso! – gritou Vanessa.

Ele foi até o pedestal e pegou o artefato que havia ali. Parecia uma cruz com a ponta redonda e que dentro havia uma pedra brilhante.

- O Amuleto de Anúbis! – exclamou ele.
- Uau! Achamos a primeira peça do baú. – alegrou-se Celine.

Mas como toda aventura, tem que ter uma armadilha... De repente tudo começou a tremer e uma porta fechou a entrada da caverna e saíram vários robozinhos saíram das paredes e começaram a atirar.

- Corre! – gritou Lúcius.
- Pra onde? – gritou Denny.
- Sei eu! – exclamou Lúcius.

Os robozinhos atiravam e não paravam de atirar. Lúcius levou três tiros na barriga, Celine levou um tiro na mão e Léo levou 7 tiros na coxa. Sabrina pegou seu canivete e atirou em um robozinho que foi destruído.
Denny e Vanessa conseguiram destruir o mais alto de todos... Denny colocou Vanessa em sua cacunda e ela bateu com sua mochila no robô. Zet pegou uma panela que tinha na sua mochila e atirou no “bichano” como chamava ele.

- Ufa! Acabou! – disse ele quando a porta se abriu.
- Pai! – gritou Vanessa. – Você está bem?
- Um... Po... Pouco. – respondeu ele muito fraco.
- Vamos lhe levar em um hospital. – disse Vanessa.
- Droga! A mão direita, a que eu tinha mais força. – comentou Celine pegando um pano na sua mochila.
- Lúcius? – perguntaram todos.
- Onde ele está? – perguntou-se Celine.
- Aaahhh! Tem sangue na água, tem sangue! – Zet.

Zet pulou na água e encontrou Lúcius desmaiado no fundo da água. Ele o pegou e trouxe até a superfície.

- Está com três tiros na barriga... – disse Zet.
- Não sei se vai resistir... – comentou Denny.
- Não, Lúcius não pode morrer! – disse Celine.
- Bom... Alguém vai ter que cuidar nos ferimentos na lancha. – disse Denny.
- Eu cuido! Pode deixar. – disse Celine.

Eles saíram com o primeiro tesouro de dentro da caverna e colocaram Lúcius estendido em cima de uma toalha e Celine ficou cuidando de seus ferimentos enquanto o pessoal seguia pela costa para Espanha.
Eles chegaram à Espanha e foram direto para um hospital... Eles passaram uma noite no hospital até que Lúcius ganhou alta. Eles seguiram para um hotel e já na recepção encontraram uma pessoa.

- Jane? – perguntou-se Sabrina.
- Sabrina?! – perguntou-se Jane que estava sentada em uma mesa próxima.
- Oi! Quanto tempo, você está bem? – perguntou Sabrina.
- Olha só... Jane! – gritou Celine, alertando os outros.
- Quanto tempo... Erm... Vocês estão indo onde? – perguntou ela.
- Não precisa fingir Jane, já soubemos de tudo. – cochichou Sabrina.
- Como ficaram sabendo? – perguntou ela em voz baixa.
- Julieta... Falou e nós ouvimos tudo. – respondeu Lúcius.
- Humm... Agora ela vai querer minha cabeça. – disse Jane, tirando um fone de trás da orelha.
- Droga! – cochichou Sabrina.
- Mais um problema... – disse Lúcius.
- Eu sou um problema? Muito obrigada Lúcius. – irritou-se Jane.
- Você é agora! E não adianta negar, se ficasse no Brasil quando nós brigamos, não teria acontecido isso agora. – gritou irritado Lúcius.
- Então ta, não olhe pra minha cara mais. – gritou Jane.
- Por mim tudo bem. – retribuiu Lúcius.
- Então está ótimo. – gritou ela se levantando
- Perfeito! – agradeceu Lúcius.
- Nunca esteve tão melhor. – gritou mais uma vez Jane.
- Cala boca! – gritou Celine bufando.
- Ah... E a propósito, esse amuleto é falso, o verdadeiro esta em outro lugar da caverna. Os inimigos são a chave. – gritou ela, saindo.
- Como você sabe disso? – perguntou Denny.
- Eles me contaram onde estão as relíquias. – disse ela, aparecendo na porta em que saíra.
- Volta aqui! Você pode nos ajudar. – disse Lúcius, agora alegre.
- Vamos voltar até lá agora? – perguntou Sabrina.
- Sim! – confirmou Lúcius.
- Mas... – falava Sabrina.
- Nem mais nem menos, nem divisão e nem multiplicação. Vamos lá e ponto final. – contrariou Lúcius.
- Aff... – suspirou Sabrina.

Eles chegaram à caverna subterrânea e encontraram mais de 30 robozinhos nas paredes...

- Ixi! Ninguém se mexe. – cochichou Lúcius. – Vão para trás devagar.
- Ai! – gritou baixo Sabrina quando torceu seu pé.

De repente um barulho de galho é ouvido na caverna e os robôs se manifestam.

- Movimento detectado! Movimento detectado! – gritou um dos robozinhos.

Eles começaram a atirar sem parar até que mataram Denny, Lúcius, Celine, Vanessa e Léo. Só sobraram Jane e Sabrina que estavam fracas no chão.

- Sabrina! Sabrina! – gritava Jane. – Sabrina!
- Aaaaaahhh! – gritou Sabrina, dando um pulo e acordando de seu pesadelo.
- Chegamos... – disse Jane.
- Já pegamos o tesouro, este estava fácil. – disse Lúcius.
- Ai! Que bom, tive um pesadelo em que todos nós morríamos. – sussurrou ela.
- Vamos voltar para Espanha... Está todo mundo com fome e Denny quer porque quer ficar lá pelos menos para conhecer o lugar melhor. – comentou Lúcius.

Eles voltavam para Espanha enquanto Sabrina pensava uma coisa.

- Julieta quer que a gente vá atrás das relíquias para morrermos. Ela deve estar escondendo em lugares dificílimos, eu já morro só de pensar que a minha única família pode morrer agora.
- Chegamos à Espanha! – gritou Denny.

Eles saíram correndo para o hotel em que estavam e Vanessa seguiu direto para uma padaria.

- Oi! Você falar minha língua? – perguntou Vanessa.
- Hi! This cake costs how much? – perguntou uma mulher de cabelos ruivos.
- Erm... Carmem? – perguntou Vanessa.
- Vanessa? – perguntou Carmem olhando para Vanessa. – Olha só quem eu encontrei. O que fazem aqui? – perguntou Carmem.
- Resolvendo mais quebras-cabeças. E você, não estava trabalhando? – perguntou Vanessa.
- Bem colocado, eu estava. Fui despedida. – respondeu Carmem calmamente.
- Por quê? – perguntou Vanessa.
- Eu me irritei com um moço e digamos... Bati nele. – respondeu Carmem com um sorriso sem graça. – Isso aconteceu aqui na Espanha.
- Girl, here is your cake. – Disse o atendente da padaria.
- Thank you! – agradeceu ela entregando o dinheiro corretamente.
- Vamos? – perguntou Vanessa.
- Claro! Só me deixa pegar minhas malas com umas amigas minhas aqui na frente da padaria. – disse Carmem alegre.

Ela pegou suas malas e as duas partiram em direção ao hotel...

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MensagemAssunto: Re: Mistérios II - O Tesouro Roubado   Sab Mar 08, 2008 12:54 am

Cap.5 – O Escaravelho de Diamantes

Elas chegaram ao hotel e perguntaram o quarto em que eles estariam e subiram.
Chegando lá, Vanessa bateu na porta e Léo atendeu.

- Todo esse tempo pra vim com uma mala rosa na mão? – perguntou Léo. – Uma mala rosa? Da onde tirou isso?
- Surpresa! Oi gente! – gritou Carmem, aparecendo na porta.
- Carmem! Oi, tudo bem? – perguntou Léo.
- Tudo ótimo, exceto pelo meu trabalho, hehehe! – disse ela dando uma risadinha.
- Entre, entre, por favor! – disse Léo.
- Carmem, meu amor. Quanto tempo, não agüentava ficar mais longe de você. – comentou carinhosamente Zet.
- Oi Nicolas, que saudade. – disse Carmem abraçando Zet.
- Querida, não me chame pelo primeiro nome na frente dos outros. – comentou Zet pelo canto da boca enquanto abraçava Carmem.

- Nicolas? Esse é o seu nome pai? Você nunca me disse. – disse Sabrina, que agora abraçava Carmem.
- É que eu nunca fui com a cara desse nome. – disse sério Zet.

- Bom, vamos, não temos tempo para abraços e beijos, pelo que Vanessa disse, vo... Quer dizer, nós temos bastante coisa para descobrir. – disse Carmem.
- Nós? Mas e seu trabalho? – perguntou Lúcius.

- Fui despedida, xinguei um homem e fui despedida. – respondeu Carmem.
- Bom! Bem-vinda novamente ao grupo. – disse Léo.

- Vamos, aqui na Espanha, por incrível que pareça tem uma peça. – comentou Jane.
- Então vamos! Onde está? – perguntou Carmem.


...

- Está nesse beco escuro? Que horror. – reclamou Lúcius.
- Não posso fazer nada... Só vou avisar uma coisa, não faço a mínima onde está o resto, só me falaram 2 e eu os ouvi falarem sobre a Ilha dos Açores. – comentou Jane.
- Esperem um pouco, vocês estão pesando o mesmo que eu? – perguntou Lúcius.
- O que? – perguntaram todos.
- As peças estão nos nossos lugares favoritos. Primeiro, Portugal, Nina adora Portugal... Espanha, Denny é apaixonado por Espanha e agora... – falava Lúcius.
- Ilha dos Açores! Meu lugar favorito. – disse Carmem.
- Ahá! Dissolvido! – gritou Lúcius.
- Mas temos um monte de coisas ainda em nossa cabeça, como o Pedro, quem seria ele? E também tem outras coisas como Julieta, acho que ela não quer só nos matar escondendo as peças em armadilhas, ela tem um segredo, ela tem uma coisa que nunca contou pra ninguém e eu tenho que saber o que é, até desconfio que ela seja mais uma irmã minha. – comentou Sabrina.
- Mas quantos irmãos você tinha? 20? – perguntou brincando Lúcius.
- Não lembro, desde o episódio que você me encontrou, eu não lembrava nada da minha outra família e continuo não lembrando. – respondeu Sabrina.
- Bom, o prédio é aquele. – apontou Jane.
- Vamos lá! – exclamou Lúcius.

Eles entraram porta a dentro e tomaram todo cuidado possível quando Sabrina para e manda os outros pararem.
Havia ficado uma fila na horizontal, todos parados como estavam, Sabrina pegou uma caneta pena e jogou bem na frente de todos, caiu numa linha quase invisível e lasers cortantes se ativaram a partir da linha em diante.
Como passarão para outro lado?

- Estão devagar! – exclamou Celine do outro lado da sala.
- Como? Vo... Boiei! – disse Lúcius.
- Sabrina mostra pra vocês, não é? – perguntou Celine dando uma piscadela para ela.
- Claro! Com todo o prazer. – disse Sabrina.

Ela andou um pouco pra frente, parou, encostou as mãos no chão, levantou os pés e passou pelo laser, depois, deu rasteira deitada e levantou pulando já, virou uma cambota, pulou como se fosse um matrix, caindo no chão, rolou e se levantou.

- Vocês conseguem fazer? – perguntou Sabrina.
- Erm... Não! – disse Carmem.
- Seria mais fácil se eu apertasse o botão, né? – perguntou ela, apertando o botão e fazendo os lasers desaparecerem.
- Ótimo! Bom trabalho! Vamos! – gritou Lúcius andando.

Eles subiram as escadas e chegou a um quarto meio árabe, com cortinas rosa pela cama e tudo revestido de ouro. No meio dos ouros estava lá, a segunda relíquia.
Desta vez, eles tomaram todo cuidado com as armadilhas e puxaram a relíquia que estava encaixada como um puxador de gavetas e olharam mais de perto.

- O Escaravelho de Diamantes! – exclamou Sabrina, vendo a preciosa peça.
- Ai! Que susto! – gritou Carmem, que sentiu a porta se fechar as suas costas.
- Está se enchendo de veneno. A janela! – gritou Lúcius tossindo.
- Ta emperrada... Não abre. – gritou Jane.
- As gavetas não abrem! – disse Léo.
- Droga, vamos morrer. – disse Vanessa.
- Socorro! – gritava Denny e Zet na janela.

Quando menos esperavam, lasers cortantes apareceram no quarto exatamente fios á frente de cada um.

- Ninguém se mexe... Ni... – após estas últimas palavras, Sabrina caiu dura no chão.
- Vamos morrer! – gritou Lúcius.
- Acalme-se, vai passar, vai passar sim! – comentou Vanessa.
- Não... Não agüento... – disse Carmem que caiu pra trás e bateu com a cabeça na porta.

De repente, uma gaveta se abriu e vespas saíram de dentro dela. Elas começaram a andar pela sala e morrerem, não foi muito bem elaborado, mas o pior estava por vir... Os lasers começaram a mudar de posição.

- Ahhh! – gritou Jane quando viu seu dedo cortado na ponta.
- Meu Deus! Não dá mais, esse gás já vai me matar, não estou mais agüentando. – gritou Vanessa.
- Não se preocupem! – gritou uma garota.
- Quem é você? – perguntou Lúcius, quando tudo passou depois que a porta foi aberta.
- Não se preocupe, meu nome é Lara Honeey. – respondeu a garota.
- O que?! – perguntaram-se todos.
- O que está acontecendo? – perguntou Sabrina acordando. – Lara?
- Sabrina? – perguntou-se Lara.
- Lara! Você está viva! – gritou Sabrina.
- Que saudade. – disse Lara.
- Quem é ela? – perguntaram todos.
- Adivinhem... Minha irmã que achei que estava morta. Conte-me, como sobreviveu? – perguntou Sabrina.
- Bom, foi difícil, mas consegui escapar das garras daquele idiota. – respondeu Lara.
- E o que faz aqui? – perguntou Sabrina.
- Soube que você estava trabalhando para uma agência de detetives e fui até lá saber sobre você, então me disseram que você tinha viajado para Frankfurt e vim até a Europa. Então dei uma passada na Inglaterra, em Portugal e vim parar aqui. Estava por perto quando ouvi os gritos abafados e vim ver o que era, vi que tinha gente e arrombei a porta. – respondeu Lara numa longa explicação.
- Uau! Mas, você está toda armada e onde aprendeu a arrombar portas? – perguntou Carmem que acordou também.
- Para sair daquele lugar tive que aprender a manejar armas e ficar expert em espionagem. – disse Lara.
- Bom, já que não tem ninguém para impedir... Quer entrar para o nosso grupo? – perguntou Lúcius animado.
- Com todo prazer! – respondeu ela.
- Ninguém se importou com meu dedo cortado né? – perguntou Jane, fazendo caras feias com um pano sobre a mão.
- Desculpe, eu vou cuidar disso... Deixe-me ver. – disse Denny.

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MensagemAssunto: Re: Mistérios II - O Tesouro Roubado   Dom Mar 30, 2008 1:50 am

Cap.7 – Frankfurt, Alemanha

Depois de saírem de Espanha foram á Frankfurt e chegaram ao museu de lá. O curador do museu estava na frente e perguntou se queriam entrar. Eles disseram que já haviam descoberto tudo e o curador foi curto e grosseiro. Mandou eles embora dali e disse para nunca mais aparecerem. Eles foram embora e Sabrina viu Pedro, o garoto do Portugal, ali perto.


- Olha lá... Não é o Pedro? – perguntou Sabrina.
- É... É ele sim! – afirmou Celine. – Vamos segui-lo.
- Boa Celine! – concordou Sabrina. Eles o seguiram e o viram entrando em uma casa e foram bater na porta da casa. Ele atende e só Sabrina estava lá.
- Boa Noite senhor Pedro, meu nome é Sabrina e eu conheci você lá em Portugal. Agora, me diga uma coisa, o que você estava fazendo atrás da gente e atirando contra nós? – apressou-se Sabrina.
- Espere um mo...
- Fale! Agora! – gritou ela.
- Mas...
- Nem mais nem menos! – exclamou ela.
- Eu estava atirando contra você porque eles disseram se eu não ajudasse, meu irmão morreria. – respondeu Pedro.
- Nossa! Que triste.
- Horroroso, não é?
- Muito!
- O que achou? Vai me matar?
- Vou... Quero dizer, não! Pessoal, entra! – finalizou Sabrina. Todo mundo foi entrando e quando Lara entrou, Pedro bateu os olhos nela.
- Oi... Lara! – disse ele gaguejando.
- Erm... Oi Pedro! Como você vai? Como sua mãe vai? – perguntou Lara.
- Vai bem... E você? Conseguiu finalizar o curso? – perguntou ele.
- Não! Eu fui pro curso de agente secreto, e você? – disse Lara.
- Também! – afirmou ele.
- Posso saber o que está acontecendo? – perguntou Sabrina.
- Nós fomos colegas de faculdade. – disse Lara.
- Sei... – desconfiou Sabrina. – Vem aqui...

Elas foram para um canto afastado da sala, em um quarto. Sabrina trancou a porta e começou a conversar com Lara.

- Você ainda gosta dele?
- Gosto... Mas não posso ficar com ele.
- Eu tenho que falar que gosto dele também.
- Erm... Sabrina, nós dois somos namorados. Ou pelo menos éramos até agora.
- O que?! E eu?
- Sinto muito... Mas ele já é meu.
- Ah! Então é guerra? Então vamos guerrear.
- Por mim tudo bem.
- Ótimo! Começa hoje.
- Que bom.
- Estou ansiosa. Não vejo a hora de...
- Você ficar sem ele! – disseram as duas.

Elas saíram do quarto e sentaram-se no sofá... Lara se levantou, pegou Pedro pela gravata e beijou-o na frente de todo mundo.
Rapidamente todos olharam para Sabrina.

- O que foi? Nunca viram um beijo! Grr... – disse ela logo depois cochichando uma expressão de raiva.
- Acredito... O que aconteceu? – perguntou Lúcius.
- Vocês vão saber, é só esperar. – respondeu calmamente Sabrina.
- Eu já sei... Mas não vou contar! – exclamou Vanessa.
- Conta! – pediram todos.
- Não... Vou confirmar! – exclamou Vanessa puxando Sabrina para um canto. – Vocês brigaram e estão fazendo uma guerra pra ver quem fica com Pedro não, é? Pedro já era namorado de Lara.
- Exato! Tava na cara, né? – perguntou Sabrina.
- Tava e eu vou ajudar... – disse Vanessa.
- Eu? – perguntou Sabrina feliz.
- Não! Vou ajudar essa guerra acabar, vocês duas são irmãs... Não pode acontecer isso. – contrariou Vanessa.
- Você tem razão, mas eu não sei como você vai fazer isso. – disse Sabrina.
- Eu dou um jeito! – exclamou Vanessa.

Elas saíram do canto e Pedro estava ansioso para ir com o grupo e eles deixaram. Logo depois eles estavam junto com Pedro, ou seja, mais um na equipe.
Eles estavam viajando pela cidade e se hospedaram em um hotel. Pedro foi para seu quarto e Sabrina logo chegou...

- Epa! O que é isso! Eu to pelado, caramba! – gritou Pedro.
- E daí... Erm... Tem como deixar a barraquinha desarmada ^^’ – pediu Sabrina.
- Desculpe! – disse ele botando a cueca e a calça.
- Agora ta melhor! – sussurrou Sabrina dando-lhe um beijo. Lara chegou ao quarto, tirou Sabrina e deu um beijo em Pedro.
- Sua vadia! O que faz aqui? – perguntou Sabrina.
- O que você faz aqui? Beijando meu namorado! – gritou Lara.
- Namorado? – perguntou-se Pedro.
- E você fica quieto! – gritaram as duas. Elas começaram a discutir e se agarrar pelos cabelos. Enquanto brigavam, algo as interrompe.
- Hahaha! Hahahahahahahaha! – ria alto Pedro. – Isso é tão emocionante, duas garotas brigando por causa de mim. Eu não quero namorar nenhuma das duas, ok? Quero só ser amigo.
- Sério? – perguntaram as duas.
- Sério! Sem brigas, não quero confusão entre irmãs. – disse Pedro.
- Foi Vanessa que pediu pra você falar isso, não foi? – perguntou Sabrina.
- Erm... Foi! E sabem de uma coisa... Eu e Vanessa estamos namorando. – assumiu ele.
- Ai não... Seu burro! Não era pra contar, sobrou pra mim! – cochichou Vanessa que estava espiando.
- O que?! VANESSA! – gritaram as duas.
- Erm... Oi! Tudo bem com vocês? – perguntou Vanessa com o coração acelerado.
- Parabéns! O Pedro é um ótimo partido! – comentou Sabrina.
- Você ganhou amiga! – disse Lara.

As duas abraçaram Vanessa e ela ficou com uma cara de idiota quando era abraçada. Nem ela estava entendendo.

- Não dei remédio de louco pra elas não! – cochichou Pedro.
- Ainda bem que não, imagina se tivesse dado. – cochichou Vanessa.
- O.O’’ – careteou Pedro.
- Tudo bem! Chega de me abraçar, mas me diga uma coisa vocês estão bem? – perguntou Vanessa.
- O que?! É claro! Você é que não está bem... Cada doido que me aparece. – resmungou Lara.
- Vamos? – perguntou Sabrina.
- Vamos! Humpf... – afirmou Lara dando uma bufadinha.
- Erm... ? – Vanessa não sabia o que falar, simplesmente chegou junto de Pedro e os dois saíram pra rua.
- Vamos sabe onde? – perguntou Celine. – No museu... Eu e Lúcius.
- Também quero ir... – pediu Vanessa.
- Não... Só nós vamos! Bye-Bye! – disse Celine.
- Tchau! – gritou Lúcius.

Eles pegaram o carro e estacionaram longe do museu para o vigia não ver e desconfiar de algo. Eles subiram no museu pelas janelas e lá em cima havia vidros com alarmes.
Celine pegou seu chiclete e colocou em um dispositivo que produzia o laser, podendo assim ultrapassar o vidro.
Eles desceram por uma corda feita de lençóis e pisaram no chão sem fazer nenhum barulho. Ligaram a lanterna e foram em direção ao local que ficava o baú e encontraram marcas de cinzas.

- Cinzas? Cigarro? – perguntou Celine.
- Não... Pólvora! Mas do que? Arma? – perguntou-se Lúcius.
- Não sei, vamos seguir o rastro de pólvora. – disse Celine. – Ele para aqui.
- No final do tapete! – cochichou Lúcius que levantou o tapete e encontrou um símbolo feito com cinzas. – Esse símbolo... É o ladrão joalheiro!
- Ladrão joalheiro? – perguntou Celine.
- É! Este ladrão era um homem e ele roubava as jóias mais valiosas para confeccioná-las depois. – respondeu Lúcius. – Julieta não é o chefe desse roubo, mas um outro homem. Ele e os outros três devem trabalhar para o ladrão joalheiro.
- O mistério que faltava... Descobrir quem é esse ladrão joalheiro. Já temos vários:
1 – O que Julieta quer realmente com a gente.
2 – Agora que descobrimos que o tal ladrão joalheiro, temos que descobrir quem ele é.
3 – Agora não é mais o que Julieta quer com a gente, mas o que o ladrão joalheiro quer com a gente e por que ele escolheu Julieta.
Isso já está enchendo a minha paciência... Só me diga uma coisa, se eu morrer, você jura pelo que é mais sagrado neste mundo que vai me amar pela vida inteira? – disse Celine.
- Celine! Mas é claro... Mas nunca fale uma coisa dessas, meu amor. – respondeu carinhosamente Lúcius.
- E te digo mais... Duas pessoas irão morrer além de mim, do nosso grupo. – falou Celine.
- O que?! Celine você está bem? – perguntou Lúcius.
- Fui numa cartomante e ela me disse isso. Eu tenho certeza, eu estou sentindo. – respondeu ela que começou a chorar.
- Vamos embora! – exclamou Lúcius. Quando sai abraçado com Celine os dois tropeçam e o alarme é disparado.
- Não! Levanta Celine, levanta! – gritava Lúcius.

Ela levantou e eles saíram pelos lençóis. Estavam subindo quando os vigias chegam e olham os dois. Um deles pegou um facão e atirou no lençol fazendo ele se cortar ao meio. Celine caiu, mas Lúcius a segurou pela mão. Eles começaram a atirar e Celine foi atingida na coxa, Lúcius a prendeu num colete especial e saiu escalando os lençóis rapidamente. Naquele momento Lúcius tinha virado um super-herói, nunca encontrou tantas forças como encontrou naquele momento.
Ele saiu com celine pelo vidro e desceu o museu... Chegando lá embaixo ele tirou Celine do colete e os dois entraram no carro indo para casa.

...

- Oi! Chegamos! Denny, rápido, veja esse curativo na coxa de Celine. – gritou Lúcius logo que abriu a porta.
- O que aconteceu? – perguntaram Vanessa e Lara.
- Mais coisas... Na verdade quem roubou o tesouro foi o ladrão joalheiro. Um louco que roubava jóias valiosas pra confeccioná-las e vende-las. – respondeu Lúcius. – Depois disso nós tropeçamos e ativamos o alarme o que resultou nesse tiro na coxa de Celine e ela me disse coisas horrorosas.
- Que coisas? O que ela te faliu de tãããooo horrível? – perguntou Lara.
- Disse que ela vai morrer neste ano e que mais dois integrantes do nosso grupo também vão morrer. – respondeu Lúcius.
- Huh! – assustou-se Jane.
- O que foi Jane? – perguntou Lúcius.
- Erm... Na... Nada! – disse ela gaguejando. – É que eu só me engasguei.
- Jane... Você sabe de alguma coisa sobre isso? – perguntou Lúcius.
- Uma cartomante disse que eu ia morrer! – exclamou ela. – Escapuliu!
- O que?! Isso não pode ser verdade? Em que cartomante vocês vão? – perguntou Léo. – Ela disse a mesma coisa pra mim.
- Léo... Celine... E Jane! É os três integrantes sujeitos a morte. – disse Sabrina. – A cartomante disse que três pessoas iriam morrer.
- Cartomante? Mas vocês quatro foram juntos? – perguntou Lúcius.
- Eu fui sozinho, já elas eu não sei! – respondeu Léo.
- Erm... Lálá... – cantarolavam Sabrina, Celine (que estava recuperada) e Jane.
- Eu sabia! Vocês foram juntas na cartomante, isso é ridículo! – disse Pedro.
- Mas ela foi tão real, E se for verdade? E se eles vão morrer? – perguntou Sabrina.
- Não sei, mas o nosso destino agora é a Ilha dos Açores e se alguém for morrer lá eu não faço a mínima idéia! – exclamou Lúcius.

To Be Continued...

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MensagemAssunto: Re: Mistérios II - O Tesouro Roubado   Dom Maio 25, 2008 3:53 am



Cap.7 – Labirinto

Logo depois da conversa pegaram um avião para a Ilha dos Açores... Chegando lá, repararam que uma boa parte da ilha era habitada, mas segundo Carmem, havia uma mata não muito longe dali.

- Você tem certeza? – perguntou Lúcius pela 5ª vez.
- Tenho! Se formos a pé não dará duas horas de caminhada. – confirmou Carmem.
- Então vamos! – gritou Lúcius fazendo um sinal com a mão.
- Acho que estou vendo um pedaço da mata, está logo ali na frente! – gritou Sabrina que apertava os olhos.
- Vai ser longa! – disse Léo.

Caminhando em direção da mata, o grupo ficava cada vez mais cansado... Lúcius comandava a expedição e parou um momento quando cutucaram seu ombro.

- Lúcius, cadê todo mundo? – perguntou Pedro, com ar de preocupado.
- Céus... Sumiram! Mas como? Como conseguiram se perder? Nem chegamos à ma... Na verdade chegamos! – disse Lúcius quando reparou que já estavam no meio do mato.
- Temos que nos separar e procurar! – disse Pedro.
- Não! Você pode sumir também, vamos procurar juntos! – gritou meio irritado Lúcius.
- Está bem... Vamos por aqui, algo me diz que tem alguém aqui. – apontou Pedro.
- Mas não tem nada aqui a não ser mata. – disse Lúcius enquanto caminhavam.
- Sim, você queria o que? Um parque de diversão aqui no meio? – ironizou Pedro.
- Podia ser! – confirmou Lúcius.
-¬¬’ – careteou Pedro.
- Veja! Tem alguém ali... Acho que é Lara. – disse Lúcius. Eles foram até a mulher.
- Lara?! – perguntou Lúcius.
- Parece que se confundiu neném! – exclamou a mulher.
- Julieta... O que fez com nossos amigos? – perguntou Pedro.
- Oh! Que decepção, você passou para o lado deles Pedrinho. Digamos que seus amiguinhos e seu irmãozinho estão em uma espécie de labirinto, num lugar bem perto daqui. – disse Julieta.
- O que fez com Louis? Se fez alguma coisa de ruim a ele... – xingou Pedro.
- O que? O que vai acontecer comigo Pedro? – ironizou Julieta.
- Deixe Pedro... Nós vamos descobrir onde é isso! Só deixe-me pen... Aaaaah! – falava Lúcius enquanto caiu em uma armadilha.
- Eu disse que não estava muito longe daqui. Hahaha! Que hilário... Se vocês conseguirem sair daí, podem procurar seus amigos, mas só se você conseguirem sair. – disse Julieta, fazendo papel de má.
- Como vamos sair? – perguntou Pedro.
- Você tem roupas? – perguntou Lúcius.

...

- Era minha blusa nova, a calça da mamãe... Você as rasgou para fazer uma corda, você é mau, muito mau! – reclamava Pedro enquanto subia pela corda feita de roupas.
- Cale a boca! Você prefere ficar ai dentro a sair daí usando suas roupas? – perguntou Lúcius.
- Erm... Não! – concordou Pedro que chegou finalmente fora do buraco.
- Ela disse algo de labirinto, deve ser lá... – apontou Lúcius, para uma entrada com dois grandes muros em volta que seguiam três caminhos: frente, esquerda e direita.
- Então vamos pra lá! – exclamou Pedro. Eles foram até o labirinto e cada um seguiu para um caminho. Pedro foi para esquerda, enquanto Lúcius seguiu reto.

Estavam os dois caminhando quando ouvem um barulho de microfone:

- Olá meus queridos... Aqui quem fala é Julieta, desistam, não vão conseguir a peça. – gritou Julieta. – Em cada parte do labirinto haverá um desafio... Um desafio, digamos de morte... Se vocês passarem, ótimo, saíram ilesos, se não passarem. Eu sinto muito...
- O que você quer Julieta? – perguntou gritando Sabrina. Dava-se para se ouvir as vozes de qualquer lugar do labirinto.
- Um dia vocês vão descobrir... Um dia vocês vão descobrir! – gritou ela.
- Ah é... Quem será o ladrão joalheiro por trás disso tudo, hein? Sei que você trabalha pra ele e mais tarde ou mias cedo vamos descobrir quem ele é! – gritou Lúcius.
- Como vocês sabem? Aquele curador do museu, ele deixou vocês entrarem! – disse ela.
- Não! Nós invadimos o museu a noite e descobrimos tudo! – contou Lúcius.
- Não quero saber vocês não vão seguir adiante com este plano! – gritou Julieta parou de falar.
- Vamos achar uma saída... – disse Lúcius.

Pedro e Lúcius andaram por um bom tempo no labirinto, encontrando-se com paredes, “becos” sem saída e até uns perigos como cobras ou buracos com armadilhas até que alguma coisa é ouvida.

Lúcius e Pedro viraram-se pra trás e viram uma pedra enorme e redonda atrás deles. Eles correram pelo labirinto em uma linha reta até eles dobrarem no final dessa linha. Pensando que estavam salvos, param para descansar e do nada, a pedra vira a curva.
Eles saem correndo sempre em linha reta e a pedra sempre vira em uma curva, mas isso era impossível.

- Lúcius! Tá vendo que em cada curva tem umas pedras? – perguntou Pedro correndo.
- Que tem? – disse Lúcius.
- É ela que impulsiona a pedra a virar a curva. É como num jogo de pinball... Os cantinhos fazem com que a bolinha que estava indo reto desviar do curso. Temos que retirar um deles! – gritou Pedro.
- Então vamos correr mais rápido, para ter tempo de tirar! – gritou Lúcius.

Eles correram até um bom pedaço do pedaço do labirinto que fazia um espiral até o meio, que acabava o labirinto. Pedro voltou a última pedrinha e começou puxar, mas não saia. Ele puxava e não adiantava, até que a pedra aparece vindo em direção de Pedro... A pedra estava para esmagar Pedro quando ele, que com toda força, puxou a pedra grudada na parede e voou para trás por cima de Lúcius. A pedra bateu na parede e parou finalmente.

- Ufa! Foi quase! – suspirou Pedro.
- Nós passamos por um portão... Temos que voltar lá! – disse Lúcius. Eles voltaram até o local do portão e o encontraram cadeado.
- Como vamos abrir? – perguntou Pedro.
- Vamos abrir na ignorância! – disse Lúcius, arrancando a pedra da mão de Pedro e quebrando o cadeado.
- Ótimo! Mais labirinto... – ironizou Pedro.
- Estavam construindo isto aqui há muito tempo, esse pessoal é muito inteligente... – disse Lúcius. – Está vendo? Diversos portões depois desse, em cada labirinto tem uma chave e em cada labirinto tem uma estratégia e uma pessoa do grupo. Temos que achá-lo, vamos lá!

...

- Sabrina! Sabrina!... Que bom que te encontrei! – gritava Lara.
- Lara! Tem um tipo de aquário no meio do labirinto que não nos deixa passar. Vem, vou te mostrar. – comentou Sabrina, levando Lara te o local. – É aqui...
- Olha ali, não é Lúcius e Pedro? Claro que é! Oi! Aqui! – gritava Lara batendo no vidro.
- Não te escuto... O vidro é a prova de som eu acho! Tem papel? – perguntou Pedro.
- O que estão fazendo? – perguntou Sabrina olhando por cima. Pedro mostra um papel para elas.
- O vidro é à prova de som... Viu esses símbolos? São egípcios... Temos que descobrir o significado pra passar. – leu Lara.
- Não são egípcios... Está vendo? São números de cabeça pra baixo. Esse é 2, 5, 10, 7, 18... Estranho! – disse Sabrina.
- B, E, J, G, Z! Se for pela ordem alfabética, dá para formar Jebgz! Nome de um dos deuses da Índia! – exclamou Lara. O vidro começou a tremer, na água apareceram diversas bombas em que qualquer contato, explode.
- Corre! – gritaram Sabrina e Lúcius ao mesmo tempo.

Eles saíram correndo, Sabrina corria enquanto Lara batia nas paredes parecendo uma retardada.

- O que está fazendo? – perguntou Sabrina.
- Estou vendo alguma parte oca! Eles deviam testar a armadilha, devem ter feito algum lugar pra se esconder. – respondeu Lara.
- Hmmm... Interessante. – disse Sabrina.
- Aqui! – exclamou Lara. As duas entraram na parte da parede e se fecharam ouviram o barulho da água e das bombas estourando na parede.
- Estamos salvas, mas e Lúcius e Pedro? – perguntou Sabrina.

...

- Ugh! Minha barriga... – gemia Lúcius. – Ainda bem que nenhuma bomba pegou em mim... Onde está Pedro?
- Aaaaah! Socorro! Ajuda-me! – gritava Pedro. Lúcius correu até ele e ficou assustado com a cena.
- Lúcius, faça alguma coisa! Diz que tem um kit de primeiros socorros pelo menos pra parar o sangramento. – disse Pedro.
-Tenho, vou te ajudar! - gritou Lúcius. Pedro perdeu a mão, estava estirado no chão sem a mão esquerda. Logo depois de um tempo Sabrina e Lara apareceram.
- Ai! Que horror! Pedro, você está bem, fala comigo meu amo... Caham, você está bem Pedro? – disfarçou Sabrina.
- Eu estou ótimo, perdi a mão esquerda, mas estou bem! Lúcius já está terminando, mas ta doendo muito. – disse Pedro com dificuldade.
- Olha só... A chave! – gritou Lara, pegando uma chave branca do chão. – Vamos abrir esse portão então!

Ela colocou a chave, girou lentamente uma maçaneta do portão gigante e abriu. Ouve-se um barulho de mecanismo e então todos viraram. Pedro se levantou e eles foram até o outro labirinto... O barulho de mecanismo teria vindo talvez da porta que se abrira dentro do labirinto. Eles entraram numa parte do labirinto em que era fechado em cima e a porta se fechou atrás deles, fazendo o labirinto se encher de gás tóxico.

- Cof Cof! Está nos sufocando! – gritou Sabrina.
- Não diga... – ironizou Lara.
- Vem rápido antes que morremos! Já está impregnando até no meu nariz... – disse Pedro.
- Não tem como, estamos trancados! O labirinto não tem saída. Ou pelo menos nunca vamos achar. – disse Lúcius entrando numa curva.
- Já estou ficando fraca... Ai... – disse Sabrina desmaiando.
- Sabrina! – gritou Pedro voltando para pega-la. – A gente consegue, vamos lá!
- Não agüento mais, esse troço já está impregnando por tudo em mim. – sussurrou Lúcius fraco. – Não temos mais como ir.
- Vamos... Continuem! – sussurrou Lara que engatinhava no chão.

Quando as esperanças estavam perdidas, começam a cair cascalhos da parede. Do nada, a parede se abre. Zet, Léo e Carmem estavam lá.

- Socorro! – tentava gritar Lara quase asfixiada.
- Pegam eles... – disse Léo. Quando foi puxar Pedro, não sentiu sua mão e logo exclamou. – Ah! Que isso?!
- Pedro perdeu a mão, tira ele daí rápido. – dizia Sabrina fraca. Léo tirou ele de lá.
- Estamos aqui faz um tempinho, quando ouvimos a voz de vocês, logo tentamos arrombar a parede. Poxa, que parede mais fraca essa. – disse Carmem.
- O gás vai se espalhar melhor saírem daí. – avisou Lúcius um pouco melhor. – Que coisa doida, muito sem noção.
- Concordo com vocês... Sabe, tem uma coisa ali que não sabemos o que é. Um tipo de frase. – apontou Carmem.
- Parece chinês... Mas tem árabe, acho que é japonês ou talvez hindu. – comentou Lara olhando a plaqueta.
- Se decide né... Ou é uma coisa ou é outra. Deixe-me ver... – disse Pedro olhando por cima dos olhos a plaqueta. – Talvez seja egípcia.
- Mas como vamos decifrar?! – perguntou Zet.
- Sabrina sabe um pouco dessas coisas, mas está desmaiada. Vamos voltar naquela porcaria de buraco fechado. – sugeriu Lara.
- Há umas pedras de outra cor, tentem retira-las... – pediu Léo. Ele puxou e atrás da pedra havia uma das letras que havia na plaqueta. – Nas outras devem ter mais.
- Vamos tirar! – gritou Zet. – Vamos parar por aqui, está anoitecendo e não quero ver o que vai acontecer à noite aqui.
- Ótima idéia! – aprovou Lara.

Eles retiraram as pedras e começaram a analisar, já eram umas 11 horas da noite. Todos estavam acordados tentando decifrar o que era aquilo. Foi quando um grito em alto e bom som foi ouvido por todos.

- É a voz de Louis! É Louis... Meu Deus! – gritava Pedro que andava de um lado pra o outro.
- Calma, Pedro, sente aqui no meu lado... Não fique pensando no pior, está bem?! - consolou Sabrina.
- Mas era ele, eu tenho certeza. O que será que aconteceu? Estou nervoso.
- Tudo vai acabar bem, acalme-se. – disse Sabrina que acariciava a cabeça de Pedro.

...


Última edição por !-_Gui Witch_-! em Dom Maio 25, 2008 4:00 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Mistérios II - O Tesouro Roubado   Dom Maio 25, 2008 3:54 am

©ontinuação...

- Uaaaahhh... – bocejou Zet. – Carmem?! Já acordada?
- Não... Estou em pé porque sou sonâmbula ¬¬’. É óbvio que já acordei né! – ironizou Carmem.
- Ah... ^^’. – careteou Zet.
- Descobriu alguma coisa? – perguntou Lúcius que acordou logo depois.
- Descobri... – apontou ela para uma chave no lado de Lúcius. – Simples: Cada uma das pedras havia uma cor. Percebe as letras na plaqueta? Todas têm uma cor... Bastava bater cada pedra colorida de acordo com a ordem das letras na plaqueta. Simples não?
-...
- Que cara de babaca é essa? – perguntou Zet.
- Ele não acordou ainda, hehehe. – brincou Carmem.
- Ah... Era só isso? SÓ ISSO? Ninguém merece... – perguntou meio bravo Lúcius.
- Disse a mesma coisa. Vamos abrir o portão Galera! – gritou Carmem, acordando todo mundo.
- É pra já! – disse Pedro, que arrancou a chave da mão de Carmem e saiu correndo, abriu o portão e saiu correndo pelo labirinto.

Os outro vieram logo atrás e Pedro se juntou a eles para não se perder e então seguiram pra o lado direito para achar alguma coisa. Pois acharam, Vanessa e Jane estavam paradas em estado de choque em frente a um corredor enorme. O pior tinha acontecido, Louis, estava estatelado no chão com um buraco no meio do corpo.

- Não! Não! Nããããoooo! – gritava Pedro desesperado. Ele saiu correndo, mas Jane o segurou com tanta força que ele não conseguiu se desprender.
- Lúcius... Essa é com a gente, quer recordar os velhos treinamentos? – perguntou Jane.
- Pra que?! – perguntou Lúcius.
- Pra isso... – Jane pegou uma caneta de sua bolsa e jogou depois de uma linha no chão, rapidamente vário espinhos se ativaram. Bem na parte em que Louis estava...
- Mais pra frente tem mais coisa... Dizemos para ele não ir, mas foi só nós dormirmos que ele foi. – soluçava Vanessa.
- Vanessa... Não foi culpa sua! Foi culpa desse doido! Retardado! Idiota! – xingava Pedro com raiva.
- Por que não Jane? Vamos então! – concordou Lúcius.
- Acalme-se, estão vendo as pegadas e as marcas de mãos? Você tem que fazer tudo que está ali... Tipo aquele joguinho de dança. Para uma dupla. – mostrou Jane.
- Tudo bem! – concordou ele.

Lúcius: pisou na linha e um espinho apareceu no seu lado, ele se abaixou e logo veio outro espinho da parede, que fez Lúcius fazer uma “ponte” com seu corpo. Ele se levantou e uma das paredes começou a
andar, ele correu e a outra parede começou a andar também... No chão havia como se fosse um campo minado, se ele pisasse no quadradinho errado, a parede avançava mais rápido. Ele pisou tudo errado, fazendo a parede se fechar cada vez mais rápido e quando conseguiu sair, uma parte de seu sobretudo ficou para trás. Não deu tempo de pensar e na sua frente já havia dardos que vinham de todos os cantos. Lúcius desviava se abaixando, defendendo com sua mochila, pulando e até fazendo acrobacias. Então veio o inesperado... O animal que Lúcius mais odeia, aranhas!
Ele teria que passar por um vidro cheio delas. Ele foi passando lentamente, mas uma aranha armadeira pulou nele, o que fez ele se assustar e ativar as outras aranhas. Elas pularam nele e começaram a
morder até que Lúcius cai no chão durinho...

Ele despertou da sua imaginação olhando para o maldito vidro. Ele foi passando devagarzinho e uma aranha pulou nele, mas ele ficou quieto. Até que mais duas pularam e começaram a escalar Lúcius, entrando pela roupa, subindo no cabelo.
Lúcius estava quase chegando e quando menos espera, é mordido por uma aranha. A sua sorte é que chegou ao fim... Sacudiu-se todo agoniado e chegou perto do tesouro do fim do corredor.
Quando ia pegar, uma navalha se ativou, quase pegando sua mão. – Até que enfim! – sussurrou ele pegando a “coisa”. – Um pedaço de uma chave?! O outro deve estar no lado de Jane. – pensou ele.

Jane: ela botou o pé e logo apareceram navalhas, serras, e qualquer outro tipo de coisa cortante. Ela passou pelas navalhas, tranqüila... Chegou as serras, saíam da parede, do chão e do nada. Ela passou pela primeira e chegou a quatro, duas que andavam na parede, só que na parte de baixo e duas em
cima. Ela pulou pelas menores e deu uma cambalhota logo em seguida, passando pelas navalhas, mas
deixando um pedaço de cabelo para trás.
Logo se encontrou com as paredes que se fecham, mas essas eram diferentes; se pisasse errado, elas se fechavam na hora. Jane estava indo certo quando no final, pisa errado e a parede se fecha... Todos estavam apreensivos e quando as paredes se abriram, Jane estava intacta, com um pé levantado logo na frente das paredes.
- Não era minha hora! – disse ela para si mesma. Foi um pouco mais pra frente e vários lasers apareceram, cortando um pedaço do vestido dela e tirando uma fina camada de pele do seu dedo. Ela pulou pelos lasers e chegou numa barreira deles.

A única saída era se pendurar nas pedras do labirinto e passa por um canto aberto na parede. Foi que ela fez, por causa de nervosismo, escorregou e cortou um pedaço de sua sandália. Ela desceu e chegou no outro lado, pegou seu prendedor de cabelo e jogou logo a sua frente, ativando a armadilha final. Ela pegou o segundo pedaço da chave e voltou para os outros facilmente, pois as armadilhas estavam desativadas agora.

- Conseguimos! – gritou Jane.
- Vamos juntar as partes! – disse Lúcius, colocando uma parte coma outra, podendo agora ir para o último labirinto.
- Lúcius! – gritou Celine que pulou no seu pescoço quando o viu. – Estava com saudades.
- Eu também... – disse ele dando um beijo caloroso em Celine.
- Ta... Chega! Temos que seguir viagem! – gritou Sabrina.
- Que é? Só por que não tem namorado fica com ciúmes é? – brincou Celine.
- ò.Ó... – careteou Sabrina.
- Desculpa... – saiu de fininho Celine.
- Acho que esse não vai ser fácil... – disse Denny.
- Ah! Oi... Você estava ai? – perguntou Lara.
- Não... Estou lá em cima, está vendo? – brincou Denny.
- Glup... – Lara engoliu um seco após ver uma coisa enorme. – Vamos ter que escalar isso? Como se tem um vão enorme nos separando.
- Assim! – gritou Pedro, vindo para trás, pegando impulso e pulando o enorme vão. Ele se agarrou nas pedrinhas (as mesmas que tem na escalada) e começou a subir.

Todos fizeram o mesmo, subindo cada pedrinha, esse era o mais fácil por enquanto... A não ser pelas pedrinhas que desciam pela parede, fazendo o percurso ficar difícil.
Celine e Sabrina ficaram para trás... Estavam tendo sérias dificuldades. Alguns como Pedro, Zet e Lúcius já estavam lá em cima. Logo todos chegavam lá em cima, mas Sabrina ficou pra trás.

- Ative as armadilhas, só tem uma idiota na escalada agora! – ordenou Julieta, vendo tudo por uma câmera. – Muahaha!

As armadilhas começaram, as pedras começaram a ficarem quentes, dardos com sonífero. Sabrina tinha dificuldades normal, com armadilhas ia demorar anos... Lúcius desceu, tentou ajudar, os doi se revezavam e ficam trocando as mãos.
Sabrina é atingida por um dardo e fica tonta, se largando das pedrinhas. Lúcius segurou, mas suas começaram a ferver de quentes e as pedrinhas estavam descendo para o vão.
Então Lúccius olhou pra cima e largou as pedrinhas, sumindo no vão preto.

- Não! Sabrina... Filha! – sussurraram Carmem e Zet.
- Logo agora que tinha a achado... Minha única irmã! – comentou Lara.
- Eles vão sempre ficar na nossa memória. – disse Pedro.
- Não era pra ser assim! – gritou Vanessa, indo embora daquele lugar.

To Be Continued...
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