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 Resident Evil - The Village

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MensagemAssunto: Resident Evil - The Village   Sab Dez 22, 2007 3:41 pm



Parte I – Janeiro de 2007.

[Saratov – Rússia]
- Uh... Oi, bom dia... – disse Alyssa acordando.
- Dormiu muito, hein?... – disse Sean, trazendo o café da manhã. Sean Gregorius foi o assassino de Ozwell Spencer, e o mesmo que seqüestrou Alyssa há alguns meses atrás.
- Estou meio cansada desses treinos... Estou toda dolorida e... – Alyssa foi interrompida.
- Shh... Eles acabaram ontem. – disse Sean.
- Como assim? – perguntou Alyssa.
- Veja: Nicholai Genovev escapa da prisão e sua localização é desconhecida. – disse Sean, lendo a manchete do jornal daquela manhã – Mikhail foi um dos três compradores do vírus... Estava sendo mantido em segurança máxima e os frascos estavam na casa dele, sendo vigiados 24 horas por dia...
- Aonde quer chegar? – perguntou Alyssa – O que isso tem a ver com o fim dos meus treinamentos?
- Achar esse cara é sua missão agora. – disse Sean.
- Mas... Ninguém sabe onde ele está... – disse Alyssa.
- Sabe... Ás vezes você me subestima... Eu não tenho uma bola de cristal, mas tenho muito dinheiro... Posso achar quem em quiser e quando eu quiser... – disse Sean.
- Está certo... E onde ele está? – perguntou Alyssa.
[... Washington – EUA]
- Gary... Você viu minha filha? – perguntava a primeira-dama a um dos seguranças, que não sabia onde estava a garotinha – Ela deveria ter descido para o café há meia hora... Não está no quarto, nem na sala de jogos, já olhei no jardim... Ai, ela às vezes some assim...
- Calma querida... – disse o presidente, chegando – Sabe como ela gosta de fazer essas coisas...
- Mas eu me preocupo... Todo esse terrorismo por aí... – disse a primeira-dama. Leon ia cruzando o corredor para entregar uns documentos ao Presidente, e viu uma luz estranha, como um laser, na cabeça da primeira-dama.
- Senhora! Abaixe-se! – gritou Leon, mas quando ela virou-se, um tiro acertou sua testa, matando-a na hora. No mesmo instante, o telefone do Presidente tocou, mas devido ao ocorrido, o Presidente entregou o telefone a Leon.
- “Estamos com a garota... Queremos um bilhão de dólares até a próxima semana... Até lá, vocês não vão ouvir falar em Ashley Graham” – dizia um homem, do outro lado da linha, desligando logo em seguida.
- Senhor... Seqüestraram a senhorita Graham... Estão pedindo um bilhão de dólares. – disse Leon.
- Isso é impossível!... Como ousam!... Usar a minha família assim... – disse o Presidente, chorando sobre o corpo da primeira-dama.
- Eu lamento, senhor... – disse Leon.
- Não posso tirar esse dinheiro todo em uma semana... A época de reeleição está quase chegando, se as pessoas souberem que seqüestraram a filha do próprio presidente, vão ficar assustadas, inseguras... E eu não posso perder essa eleição... – disse o Presidente.
- E a história sobre a morte da primeira-dama? Um tiro nela também pode assustar a população... – disse Leon.
- Eu ainda não sei... Podemos encobrir isso com outra história... Uma doença cardíaca que vinha sendo escondida... Não sei... Mas tenho que achar minha filha em uma semana, antes que a matem... – disse o Presidente – Leon, você deve fazer isso...
[... Frankfurt - Alemanha]
- Chegamos. – disse o motorista do táxi.
- Ah, obrigada... Espere aqui, eu vou ser rápida. – disse Claire, saindo do táxi. Ela chegou até uma casa e tocou a campainha.
- Olá... O que deseja? – perguntou uma mulher.
- Você é Sophia Agres? Eu soube que meu irmão esteve aqui... Chris Redfield... – disse Claire – Como o achou?
- Entre... Eu lhe contarei tudo, Claire. – disse Sophia, que já tinha ouvido falar sobre a irmã de Chris – Seu irmão estava em uma missão, estava infiltrado na sede da Umbrella em Paris. Eu trabalhava lá, até que descobri sobre o vírus e todo o resto. Dois dias depois que os diretores da Umbrella recrutaram alguns cientistas, eles descobriram que a ficha de Chris era falsa e que ele era um agente. Eles o prenderam, para futuramente servir de cobaia para o vírus, mas eu o soltei... Não agüentava mais aquela pressão por causa do vírus... E é algo tão mal... Soube do que aconteceu em Raccoon e fiquei chocada... E depois aconteceu de novo... Na primeira vez, Chris estava aqui... Essa casa foi comprada logo que eu saí da Umbrella, eles não tiveram mais nenhuma notícia minha... Eu me mudei e saí da vista deles... Mas aí, há alguns meses, um homem veio aqui dizendo que era parente do Chris... Eu não sabia, então chamei o Chris... Mas esse homem o levou e eu não vi mais seu irmão... Mas sei que você é realmente a irmã dele, porque assim como você ele também queria te encontrar, mas não era seguro sair daqui...
- Como era esse homem? – perguntou Claire, interessada.
- Loiro... Parecia ser muito rico... Eu até estranhei porque não se parecia em nada com o Chris... Mas daí ele estava triste, claro que agora eu sei que ele estava só fingindo... Além do mais, Chris conversou com ele alguns minutos, e só depois eu vi o homem colocando ele dentro do carro, já desmaiado... – disse Sophia.
- Não sabe de mais nada? – perguntou Claire.
- Não... Gostaria muito de ajudar você, mas a verdade é que não sei de muita coisa... Chris não falava muito... Só sobre você... – disse Sophia, sorrindo.
- Então eu vou indo... Ainda tenho que encontrá-lo... Vou continuar procurando... Obrigado, Sophia. – disse Claire, saindo.
- De nada... Boa sorte! – Sophia se despediu. Logo depois ela pegou o telefone e ligou para alguém – Ela esteve aqui... Contei tudo... A primeira parte já está feita, vou começar a cuidar do resto...
- “Você é esperta... Limpe tudo, saia da casa e venha aqui...” – disse uma voz no telefone. Logo que Sophia desligou, ela retirou o corpo da verdadeira Sophia de um armário e levou até o porta-malas de um carro na garagem, depois voltou para limpar as digitais e marcas de sangue e logo depois saiu da casa.
[... Barcelona – Espanha]
- Já estou na estação. – disse Ada, no telefone.
- “Já sabe qual trem deve pegar... Assim que chegar à vila sabe quem procurar e o que fazer depois... Não importa se houverem imprevistos, o que importa é que saia de lá com o que eu quero e ninguém pode lembrar de você lá”. – disse Wesker, pelo telefone.
- Entendi... Meu trem vai sair, ligo caso seja necessário. Vou estar de volta em dois dias, talvez. – disse Ada, desligando. Logo depois ela pegou um trem e começou a viagem.
[...]
- O helicóptero vai levar você até um lugar próximo à vila. Vai haver um carro lá, e a partir daí você segue sozinha, é só seguir os mapas. Ele deve estar com o vírus, pegue-o e ligue pra mim, eu mandarei o helicóptero de volta. – explicou Sean – Você vai se sair bem, eu tenho certeza...
- Não é o único interessado nisso... Acredite, mais pessoas devem ter usado o poder do dinheiro para achar Nicholai, e devem ter treinado pessoas para isso também. – disse Alyssa.
- Mas não tanto quanto eu treinei, e não querem tanto quanto eu quero... – disse Sean, beijando Alyssa, que logo depois entrou no helicóptero.
[...]
- Leon, eu não tive outra opção... – disse o Presidente, na sala de reuniões – Fiz um discurso agora pouco falando sobre o seqüestro de Ashley, e a foto dela deve estar circulando em todos os canais de TV do mundo... Três pessoas foram à polícia há algumas horas dizendo ter visto minha filha... Pessoas de três lugares diferentes, em horários diferentes, e o espaço de tempo para deslocamento de uma cidade para outra se encaixa com o tempo das ligações das pessoas... Leon, isso pode ser verdade, e eu tenho que seguir essas pistas...
- Sim, senhor... É uma boa idéia sabendo que as informações são verdadeiras. – disse Leon.
- A pessoa da última cidade disse que viu minha filha com dois homens, num posto de gasolina e logo seguiram pela estrada... – disse o Presidente – Analisando os gráficos da estrada, ela poderia ir para três cidades no tempo que passou, sendo que uma delas não é bem uma cidade, é uma vila.
- Devem estar indo para um lugar bem escondido... Deve ser essa tal vila... – disse Leon.
- Não sei se me adiantei demais, mas seu vôo está marcado para daqui a uma hora. Vai mesmo me ajudar? – perguntou o Presidente.
- Sim, senhor... Vou arrumar os equipamentos. – disse Leon, saindo.
[... Versalhes - França]
- “Kevin Ryman?” – dizia uma mulher, pelo telefone.
- Sim... Quem é? – perguntou Kevin.
- “Falo em nome do Serviço Secreto Europeu... Sei que está de férias e que trabalha para os americanos, mas vendo seu currículo sinto que pode nos ajudar, ainda mais porque têm experiência com vírus”. – disse a mulher.
- O que tem o vírus? – perguntou Kevin.
- “Há uma nova ameaça... Um dos compradores da Umbrella escapou de um dos nossos presídios... Estamos enviando um de nossos agentes, mas nos ajudaria de você também fosse”... – disse a mulher.
- Tá... Tudo bem... E pra onde eu vou e como eu vou? – perguntou Kevin.
- “Sabemos que está em Versalhes. Venha até Paris e acertaremos isso. Nosso contato vai procurar você no aeroporto.” – disse a mulher, desligando. Sabendo que era algo relacionado ao vírus, Kevin pegou um avião para Paris e logo que chegou esperou o tal contato.
- Olá, Kevin. – disse David, mostrando o distintivo disfarçadamente.

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MensagemAssunto: Re: Resident Evil - The Village   Sab Dez 29, 2007 9:52 pm

Parte II – Estranhos Conhecidos

- David?! Caraca!... – disse Kevin, espantado.
- Comecei um treinamento... Tive certos privilégios já que eu já sabia usar armas e matar monstros esquisitos que venham a aparecer... – disse David, sorrindo – Daí, quando Nicholai fugiu, eles me colocaram no caso e me mandaram aqui pra te buscar, já que você me conhece...
- Conheço, mas não reconheço... Cara... Quando te vi com esse distintivo achei que tinham te contratado pra consertar os canos do Serviço Secreto... – disse Kevin, rindo.
- Você também não é o tipo de cara que eu imaginaria numa mesa no FBI... – disse David, lembrando que Kevin era um policialzinho mimado – Mas mudando de assunto, estamos trabalhando juntos agora. Vou te passar tudo, mas nós vamos pegar um avião agora... Uma amostra do vírus está por aí e nós temos que mantê-la segura.
- Beleza... Já passamos por isso, certo? – disse Kevin, sorrindo – Bom ver você, cara.
[...]
- Chegamos Alyssa. – disse o piloto – O carro está logo ali. Boa sorte.
- OK... Até depois. – disse Alyssa, saindo do helicóptero. Ela foi até o carro e seguiu pelos mapas que Sean havia dado. Cerca de uma hora depois de ter começado a dirigir, ela finalmente chegou à vila. Ela deixou o carro num local afastado, para que ninguém ouvisse ela chegando. Ela caminhou alguns metros a pé até chegar onde finalmente haviam casas – Olá? Tem alguém aqui?
- Una mujer!... – gritou um homem, falando espanhol. Logo, alguns moradores apareceram, armados e realmente furiosos.
- Já ouvi falar em preconceito com estrangeiros, mas isso é ridículo. – disse Alyssa, voltando. Ela olhou os moradores mais atentamente e viu que os passos lentos e o olhar pálido não eram novidade. Estava anoitecendo, e os moradores gritavam e se espalhavam pela floresta procurando por Alyssa, então ela achou melhor começar a matá-los. Ela atirou na cabeça, como fazia com os zumbis de Raccoon, mas no lugar da cabeça dos moradores, surgiram uns ganchos que se movimentavam como se tivessem vida própria. Então, ela fugiu e sempre que encontrava um morador, atirava no resto do corpo, menos na cabeça. Ela estava dando a volta na vila por entre as árvores, quando alguém a parou.
- Você tem que me tirar daqui! Rápido! – disse uma garota, com as mãos cortadas e toda suja.
- O que?! Quem é você? – perguntou Alyssa, surpresa.
- Ashley Graham... Precisa me tirar daqui... – disse Ashley, cansada. De repente, vozes de homens foram ouvidas ali perto.
[...]
- Oh, não... – disse Ada, olhando em volta. Ela estava numa estação de trem perto da vila, mas além do trem no qual ela havia chegado, havia mais outro, explodido. Ela olhou ao redor, mas não havia ninguém, talvez o fogo tenha ficado ali até apagar, pois a estação parecia abandonada há anos. Ela foi até o trem que já estava lá, mas a fumaça ainda estava muito densa então ela começou a explorar ao redor da estação, sem saber que naquele trem provavelmente estava Nicholai, aquele que Alyssa procurava e que agora deve estar morto.
[...]
- Agora me explica... O que você tava fazendo lá? Quem são aqueles homens? – perguntou Alyssa, enquanto montava uma barraca na floresta.
- Você ainda não percebeu?! Eu fui seqüestrada... Sou a filha do Presidente dos EUA... – disse Ashley.
- Pra você faz todo o sentido... Mas o que eles queriam com você? – perguntou Alyssa.
- Eles querem muito dinheiro... É só o que eu sei... – disse Ashley – É tanto dinheiro que até meu pai vai ter dificuldades de arranjar.
- E eles te trouxeram pra cá pra que ninguém viesse procurar você até que seu pai dê o dinheiro... – disse Alyssa, entendendo tudo.
- Isso... Eles vão me matar, eu sei... Eu vi os rostos deles... Por isso eu achei melhor fugir... – disse Ashley.
[...]
- Leon, falta pouco pra chegar até a vila... – disse um agente, que estava acompanhando Leon.
- Bom... – disse Leon, que olhava todos os detalhes pela janela. O carro parou um pouco antes da vila e Leon seguiu sozinho. Ele chegou pelo outro lado da vila, onde também haviam casas e umas torres, como de uma igreja, com um sino no topo. Na porta da tal igreja havia um símbolo, como uma libélula ou algo assim. Como estava tudo vazio, Leon pensou que estava tudo abandonado e entrou em uma das casas. Lá, a lareira estava acesa, e a casa já não parecia tão abandonada assim. Logo, um homem surgiu lá de dentro, meio pálido, daí Leon desconfiou, mas o homem começou a falar em espanhol, e pegou uma panela, provavelmente pra preparar alguma coisa na lareira, então Leon se acalmou e mostrou a foto de Ashley, caso o homem conhecesse. De repente ele jogou a panela contra Leon e sacou uma arma, mas um tiro vindo dos fundos da casa matou o homem.
- Venha, senhor! – gritou um homem lá dentro. Leon sacou a arma para não haver imprevistos e seguiu pela casa.
- Quem está aí? – perguntou Leon.
- Meu nome é Luis Sera... Eu não vou machucar você... – disse Luis – Coisas horríveis aconteceram por aqui...
[...]
- Ai... Já está amanhecendo... Não estou mais cansada, vamos embora... Aqueles homens ainda estão atrás de mim... – disse Ashley.
- Está bem... Mas eu não vim aqui atrás de você... Vou resolver meus assuntos... E vou precisar ir até a vila e explorar tudo por lá... Não sei se vai ser seguro... – disse Alyssa.
- Você deve ter um telefone... Eu posso pedir pra alguém me buscar... – disse Ashley.
- Qualquer telefonema que eu faça nesse telefone é convertido pra linha do meu superior... Se ele descobre que eu me desviei da missão, ele vai me punir por isso... – disse Alyssa – Você vem ou não?
- Eu vou... Mas você precisa me proteger, eles vão me matar... – disse Ashley. Ela e Alyssa andaram de volta para a vila. Lá, elas entraram numa casa abandonada e Alyssa deixou Ashley na dispensa, onde não havia janelas, assim nenhum ‘morador’ entraria escondido.
- Trouxe sopa instantânea... Vou para a lareira preparar, agüenta aí... – disse Alyssa, pegando dois pacotinhos de sopa.
- Por que nós não pescamos? – perguntou Ashley.
- Porque a água pode estar infectada, assim como qualquer tipo de comida dessas pessoas... – disse Alyssa – Eu não pretendo demorar por aqui... Logo que eu pegar o que eu quero, vou embora e levo você até a cidade.
- Obrigada... Você está sendo bem legal... – disse Ashley.
[...]
- Plagas?!... – perguntou Leon, enquanto ouvia a história de Luis.
- Não é um vírus como em Raccoon... É um parasita... Depois que é injetado no corpo, ele se desenvolve até tomar toda a pessoa... Daí ela fica como esses moradores... – disse Luis, olhando para a vila através de uma brecha do seu esconderijo.
- E todos daqui têm essa plaga? – perguntou Leon.
- A grande maioria... Eu sou um dos poucos que não têm esse bicho... – disse Luis.
- Escuta... Por acaso viu essa garota? – disse Leon, mostrando a foto de Ashley.
- Creio que não... Mas ela não é a filha do Presidente do seu país? – perguntou Luis.
- É... Foi seqüestrada e as pistas apontam pra cá... – disse Leon.
- Ela não veio de trem, certo? – perguntou Luis.
- Não... As pessoas que a viram dizem ter visto ela em um carro com alguns homens... – disse Leon – Mas por que perguntou?
- Um trem explodiu perto daqui... Ontem pela manhã... – disse Luis – Gostaria de ter ido lá, mas até algumas horas atrás ainda havia fogo.
- Podemos ir agora... Quem sabe os seqüestradores explodiram o trem para impedirem qualquer chance de salvamento que podia estar lá dentro... – disse Leon.
- Está bem... – disse Luis, saindo com Leon.
[...]
- Veja! – disse Ashley, apontando para uma nuvem de fumaça, perto de onde ela e Alyssa estavam.
- Parece que algo explodiu por ali... – disse Alyssa, andando em direção a fumaça. Quando chegaram, elas viram o trem.
- Nossa... Está tudo destruído... – disse Ashley, chegando à estação.
- Nicholai veio de trem... Oh, não... Não pode estar tudo destruído... – disse Alyssa.
- É esse tal de Nicholai que você procura? – perguntou Ashley.
- Não... Quero o que ele tem. – disse Alyssa.
- Alyssa?!... O que você está fazendo com a Ashley? – perguntou Leon, temendo que Alyssa estivesse envolvida com o seqüestro.

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MensagemAssunto: Re: Resident Evil - The Village   Sab Jan 19, 2008 9:20 pm

Parte III – Não Tão Juntos

- Leon!... É você quem está procurando por Ashley? Eu a ajudei a escapar dos seqüestradores... – disse Alyssa, surpresa.
- É verdade... Será que pode me levar pra casa agora? – perguntou Ashley.
- É pra isso que eu vim, Ashley. – disse Leon – Vamos hoje mesmo se possível.
- Oba!... Alyssa, você pode ir com a gente se não tiver como sair daqui. – disse Ashley, animada.
- Não. Ainda não acabei por aqui... E além do mais, não estamos do mesmo lado. – disse Alyssa, saindo e deixando Leon confuso.
- Vocês dois devem tomar cuidado... – disse Luis, para Leon e Ashley – Entrar aqui é fácil, mas sair... Se quiserem sair o quanto antes, não devem deixar que ninguém os veja.
- Vamos nos esconder, Ashley... Vou falar com algumas pessoas na Casa Branca e agilizar a nossa fuga daqui, OK? – disse Leon.
- Tá... – concordou Ashley.
- Quanto a você, Alyssa... – disse Leon, olhando ao redor, sem ver Alyssa – Ela só pode estar fazendo algo errado... Estava tão estranha...
- Você a conhece? – perguntou Luis.
- Sim... É uma longa história... Vamos, eu conto no caminho... – disse Leon, indo embora com Luis e Ashley.
[...]
- Ainda não entrei em contato com ninguém... São tão esquisitos... Não tenho novidades, só um trem que estava explodido quando cheguei à estação... – disse Ada, falando ao telefone.
- “Tenho notícias nada boas, Ada... Seus amiguinhos estão aí...” – disse Wesker.
- Que “amiguinhos”? Você não está falando de... – Ada parou.
- “Leon, Alyssa, Kevin e David”... – disse Wesker – “Não tenho idéia do que Alyssa quer aí, mas seja lá o que for não tem nada a ver com investigações policiais... Ela está aí por conta própria ou por conta de alguém...” – disse Wesker.
- Assim como eu, imagino... – disse Ada.
- “Não sei se entendeu... Mas o que eu quis dizer é que deve pegar o que eu quero o quanto antes e dar o fora daí, você me ouviu?!” – disse Wesker.
- Entendi... Me deixe trabalhar agora. – disse Ada, desligando.
[...]
- Alô? – disse Claire, atendendo ao telefone.
- “Claire?... Oi, sou eu... Sophie...” – disse a mulher, que não era a verdadeira Sophie.
- Ah, olá... Alguma novidade? – perguntou Claire, esperançosa.
- “Na verdade sim... Seu irmão foi visto pelos arredores de uma vila na Espanha...” – disse “Sophie”.
- Mas o que ele tava fazendo lá? – perguntou Claire, confusa.
- “A Umbrella, Claire...” – disse a mulher.
- O que tem? Está funcionando lá? – perguntou Claire.
- “Não... Mas há um vírus por lá e Chris com certeza quer acabar com tudo, mas ele vai acabar morrendo se você não ajudá-lo...” – disse Sophie.
- Eu quero ir até lá... Por favor, me diga onde fica e eu vou correndo pra lá... Tudo que eu quero é meu irmão de volta... – disse Claire, impaciente.
- “Claro querida...” – disse “Sophie”.
[...]
- Droga!... – exclamou Alyssa, vendo que o GPS estava ficando sem sinal – Onde eu estou...
- Está no inferno. – disse Ada.
- Ahhh!... – gritou Alyssa. – Oh, minha nossa... Ada... Você me assustou...
- O que quer Alyssa?... Também veio atrás das Plagas? – perguntou Ada.
- De quem? O que? Plagas? – disse Alyssa, ainda nervosa.
- Aquelas pessoas... Não vivem... Elas servem a alguém como fantoches... E eu quero o que as fazem ser assim... – disse Ada.
- E esse troço... É um vírus? – perguntou Alyssa.
- Um parasita... No começo, logo quando é injetado, ele pode ser removido com uma máquina especial... Mas depois... Tarde demais... – disse Ada.
- Nem fazia idéia do que era isso... Mas obrigada por explicar... – disse Alyssa.
- Então... Só está aqui para apreciar a paisagem? – perguntou Ada.
- Não... Quero o vírus... Estava com uma pessoa que veio pra cá... Provavelmente atrás dessas Plagas... Mas houve um acidente... – disse Alyssa.
- O trem, não é? Eu vi logo que cheguei... – disse Ada.
- É... Ainda está com o Wesker? – perguntou Ada.
- Sim... Trabalho pra ele agora... – disse Ada.
- Erm... Por que está me dizendo tudo isso? – perguntou Alyssa.
- Eu só queria te matar por um motivo... E agora, você sabe demais... – disse Ada, atirando três vezes na barriga de Alyssa.
- Uh... Sua burra... – disse Alyssa, atirando na mão de Ada.
- O que?!... Ai... – disse Ada, largando a arma.
- Não sou tão idiota como você pra vir até essa floresta sem proteção... – disse Alyssa, ajeitando o colete.
- Eu sou a minha própria proteção... – disse Ada, jogando uma granada de luz. Logo que clarão passou, Alyssa não a viu mais.
- Parece que tenho mais um inimigo... – disse Alyssa.
[...]
- Que buraco é esse que nós viemos parar... – disse Kevin, olhando ao redor, pela vila – Mas também... Uma vila no meio do nada... O que mais eu esperaria? Um castelo?
- Não esperaria... Mas... – disse David, apontando para umas torres bem longe dali – E eu sei... É estranho... Pra onde nós vamos... Não tem ninguém aqui...
- Vamos andar mais um pouco... – disse Kevin. Logo depois, ouviu-se o sino da igreja.
- É isso... Deviam estar na missa... Os habitantes são católicos por aqui... – disse David. No mesmo instante, as pessoas começaram a aparecer, mas não foi uma boa notícia, sendo que trataram Kevin e David do mesmo modo que trataram Alyssa.
- É um povo bem agressivo pra ser religioso... – disse Kevin.
- São religiosos, não santos... – disse David. Ele e Kevin estavam se afastando, mas uma mulher veio por trás deles e tentou acertar Kevin com um machado. David, vendo que eles não eram hospitaleiros, atirou no coração da mulher, que caiu e se desintegrou.
- Vamos ter que matar o resto deles também? – perguntou Kevin.
- Não... Vamos dar o fora daqui... – disse David. Quando ele se virou, homens vestidos de monge começaram a atacá-lo com machados e foices. Kevin deu cobertura e mataram o bando, que era de sete.
- Ah tá... Tá explicado porque eles voltaram da missa tão estressados... Saca só os padres... – brincou Kevin – Vamos embora.
- Isso só comprova que o vírus existe... – disse David, mais afastado da vila.
- Não são vírus... São plagas. – disse Leon – O que fazem aqui?
- Leon... Passando férias? – perguntou David.
- Perguntei o que fazem aqui... – disse Leon, friamente.
- Buscando informações sobre o vírus, ou esse negócio que você falou... – disse Kevin.
- E por quê? – perguntou Leon.
- Porque é uma ameaça a humanidade, talvez... – disse Kevin.
- E por que um encanador e um policial rebaixado? Não tinham ninguém melhor? – insinuou Leon.
- Ah, claro... Esqueci que só você pode crescer... Nós somos os idiotas de sempre... Achei que tínhamos resolvido isso Leon... – disse David, lembrando da última vez em que se viram.
- Escutem... Estou tentando saber sobre o seqüestro da Ashley... Qualquer um aqui pode ser suspeito... Inclusive vocês... Embora não ache que sejam capazes de arquitetarem um plano de seqüestro... – disse Leon.
- Aí... Se quiser confusão não precisa nem dizer... – disse David, irritado.
- Reunião de família?... – disse Ada, encostada numa árvore, com seu longo vestido vermelho.
- Nossa... Por que não incrimina ela também, Leon? – insinuou Kevin.
- Ada... O que diabos faz aqui? – perguntou Leon.
- Estou resolvendo problemas... Ashley Graham? Não... Não sou do tipo que rapta criançinhas... – disse Ada.
- Está com o Wesker, Ada? – perguntou David.
- Estou sozinha... Não preciso de ninguém para me distrair... E prefiro que continue assim... – disse Ada, evitando qualquer aproximação.
- Já sabe tudo o que está acontecendo aqui? – perguntou Leon.
- Já vim sabendo... – disse Ada.
- Ahhh... Então está procurando as Plagas? – insinuou Leon – Posso perguntar pra que?
- Pode... Mas eu não garanto responder... Aproveitem a paisagem, garotos... – disse Ada, saindo.
- Só o que faltava... Agora estamos juntos de novo... – disse Kevin.
- Nem tanto... – disse David.
- Alyssa também está aqui... – disse Leon.
- O.O – David e Kevin se espantaram.
- Só falta a Claire... – disse Leon.

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MensagemAssunto: Re: Resident Evil - The Village   Sab Jan 26, 2008 10:17 pm

Parte IV – Reunião

- Uh... – Alyssa sentia dor, enquanto colocava curativos nos machucados da bala, que ainda encostaram um pouco em seu abdômen.
- Tá tudo bem? – perguntou Ashley, aparecendo.
- O que faz aqui? – perguntou Alyssa. Logo depois Luis entrou.
- Vimos você passando pra cá, então Ashley pediu pra vir até aqui. – disse Luis.
- Queria saber como você está... – disse Ashley – Quem atirou em você?
- Não foi ninguém... Eu vou ficar bem... – disse Alyssa.
- Por aqui há ervas muito boas... Tenho algumas na minha casa se precisar... – disse Luis.
- Não se incomode... A propósito... Essas Plagas... Deve saber sobre elas... – comentou Alyssa.
- Sim, sim... – disse Luis.
- Quem fica com elas? – perguntou Alyssa.
- Oh... Muitos são conhecidos... O chefe da vila, Bitorez Mendez... Dizem que ele tem relações de negócios com Ramon Salazar, que mora num castelo não muito longe daqui, a família Salazar vinha passando o vírus de geração em geração, mas os interesses de Ramon o fizeram liberar as plagas pra outras pessoas... Mas o mais temido é o líder de uma seita da vila, Osmund Saddler... – disse Luis.
- Seita... Que seita? – perguntou Alyssa.
- Ele faz parte de uma legião... Os camponeses chamam de Los Illuminados... Todos por aqui participam das reuniões... – disse Luis – Claro, todos os infectados... O sino daquela torre é como se fosse um estimulante para as Plagas, então todos largam tudo e vão até a capela...
- Hm... Interessante... E por que você não é infectado? – perguntou Alyssa.
- Não sou daqui... Fui enviado para fazer um relatório sobre os moradores... Vou embora logo... Acho que já tenho o que preciso... – disse Luis.
- Em outras palavras... Está aqui para investigar as Plagas, certo? – insinuou Alyssa.
- Moradores de vilas vizinhas saíram de suas casas porque afirmaram que os moradores daqui estavam estranhos e matavam as pessoas... Vim investigar... Depois que eu levar o relatório, talvez tomem providências... – disse Luis.
- Deve ter cuidado com esse relatório... Tem muita gente que adoraria saber que tem um novo veneno por aí... – disse Alyssa.
- Fala da Umbrella? Leon me falou sobre ela... – disse Luis.
- O que Leon disse a meu respeito? – perguntou Alyssa.
- Só falou sobre Raccoon... Você ajudou duas vezes a salvar a cidade... – disse Luis.
- Bom... Obrigada por me informar sobre as condições dos moradores... Ah!... Sabe onde posso achar munição por aqui? – perguntou Alyssa.
- Há um mercador pela vila... Gastei quase tudo que eu tinha para poder arrancar informações dele... – disse Luis.
- Ele não é que nem os outros? – perguntou Alyssa.
- É... Só não participa das reuniões... Antes servir ao dinheiro do que a um bando de loucos... – disse Luis – É como se ele controlasse as Plagas.
- Obrigada... – disse Alyssa – Agora eu tenho que ir... A propósito, mande lembranças ao Leon.
- Tchau, Alyssa! – disse Ashley.
- Hm... Você vai ficar bem Ashley... Logo vai sair daqui. – disse Alyssa, sorrindo.
- Luis!... Procurei vocês dois por toda parte e... – Leon parou ao ver que Alyssa estava na casa.
- Viemos até aqui ver como ela estava. – disse Ashley.
- O que eu falei pra você, Ashley? – perguntou Leon, irritado.
- Leon, a culpa foi... – Luis foi interrompido.
- Ela está bem, não está?... Está tudo bem Leon... Nada fugiu ao seu controle... – disse Alyssa – Pelo menos ainda não...
- Precisamos conversar Alyssa... – disse Leon – Dessa vez você não me escapa tão fácil... Luis, leve Ashley de volta para o esconderijo, cuidado pra ninguém seguir vocês...
- O que quer de mim, Leon? – perguntou Alyssa.
- Por que sempre parece estar contra mim? Por que não me diz o realmente faz aqui? – perguntou Leon, encostando-a na parede.
- Não estou contra você... Só acho que o que viemos fazer aqui é totalmente diferente... Não dá pra você me ajudar ou eu ajudar você... E outra... Se eu não estivesse com Ashley, você jamais me contaria o que estava fazendo aqui... – disse Alyssa.
- Contaria sim... Claro, depois de saber se estava envolvida ou não no seqüestro... – disse Leon.
- Mas você não sabe ainda... – disse Alyssa – E se quer saber... Não quero me juntar a você de novo... Dessa vez, eu fui treinada para estar no comando... E não daria certo se fossem dois comandantes... Já viu a Ada?
- Vi... E vi David e Kevin também... – disse Leon.
- O que? O que eles fazem aqui? – perguntou Alyssa.
- Dizem que querem saber sobre as Plagas... – disse Leon.
- Hm... Eu tenho que ir... Não tenho tempo a perder... E você, já falou com o Presidente? – perguntou Alyssa.
- Por que eu contaria? Nem sei se você está envolvida no seqüestro... – disse Leon, friamente, saindo.
[...]
- É ali... Mas não iria sozinha... As pessoas comentam que os moradores daí são estranhos... – disse um caminhoneiro, próximo à vila.- Não tem problema... Não vou demorar muito... Mas vá embora... Obrigada. – disse Claire, descendo do caminhão. Ela ainda teve que andar uma boa parte da floresta até chegar à vila. Lá perto, ela se escondeu entre os arbustos e olhou os moradores, na verdade, procurando um sinal de Chris. Ela não reparou nada de estranho, como mortos andando por aí, então pensou em haver uma base, como a antiga Umbrella em Raccoon. Ela olhou ao redor e avistou um castelo meio longe dali, o que parecia um ótimo esconderijo para o vírus. Ela começou a andar em direção ao castelo, mas ainda seria uma longa caminhada.
[...]
- A reunião começa daqui a pouco! – gritava um “homem” vestido de monge, para alertar os moradores. Pouco depois o sino toca novamente. Todos iam apressadamente, como se fosse uma reunião de emergência.
- É a minha chance... – disse Alyssa. Ela se aproximou de um monge que estava atrás da multidão e o matou para pegar sua vestimenta. Ela vestiu apressadamente e cobriu o rosto com o capuz. Lá dentro, na capela, tudo parecia bem organizado e bonito, com vitrais e ornamentos. Minutos depois, um homem cheio de cicatrizes e com uma túnica roxa apareceu na parte que seria o altar. Alyssa deduziu que aquele fosse Osmund Saddler, o líder. Pouco depois, Saddler começou a falar sobre a vila, em espanhol, claro. Alyssa entendeu algumas coisas como “intrusos”, “extermínio” e “sala da salvação”. Pouco depois, um morador levou até ele uma pessoa com um capuz na cabeça e com os braços amarrados. Ele a colocou numa grande pedra no meio da capela e retirou o capuz.
- Uma intrusa! – gritavam os moradores.
- Oh, não... – sussurrou Alyssa, ao ver que a intrusa era Claire. Saddler pegou uma foice que estava com um monge e outro morador segurou a cabeça de Claire para trás, para o golpe ser certeiro. Alyssa começou a passar por todos e, ao chegar no meio da sala onde estava a pedra com Claire, ela retirou a roupa de monge e começou a atirar no homem que segurava a cabeça de Claire. Saddler tentou atacar Alyssa, mas ela segurou Claire e elas foram correndo até os fundos da capela, e vários moradores e monges a seguiam.
- Alyssa... O que... O que você tá fazendo aqui? – perguntou Claire, enquanto corriam.
- Por enquanto... Salvando sua vida... – disse Alyssa, pegando uma faca para cortar a corda nas mãos de Claire. As duas foram correndo mais rápido até chegarem ao que parecia ser um cemitério. Perto de lá, mais moradores apareceram e as duas ficaram cercadas. Elas desviaram por onde havia menos moradores e entraram numa passagem para o chão. Começaram a correr por um túnel de pedra e foram matando os moradores que estavam no caminho.
- Por aqui, moças! – gritou alguém numa caverna. Não tendo opção, Claire e Alyssa foram até lá e um homem todo coberto levou as duas para uma sala e trancou a porta.
- Quem é você? – perguntou Alyssa, sentando, cansada.
- O mercador. – disse o homem, que só deixava os olhos vermelhos à mostra.
- Vou mesmo precisar de umas coisas... O que você cobra pela munição? – perguntou Alyssa.
- Moedas... E jóias... – disse o mercador.
- Onde nós conseguimos isso? – perguntou Claire.
- Roubar os moradores... E comprar aqui... – disse o mercador, que só queria dinheiro.
- Já podemos sair? – perguntou Alyssa.
- Espera... – olhou o mercador por uma brecha da porta, sem ver ninguém. – Sim, vai.
- Obrigada... Nós voltaremos. – disse Alyssa.
- Uma honra salvar estranhos... Eles ter muito dinheiro. – disse o mercador.
[...]
- Claire, o que você faz aqui? – perguntou Alyssa, após saírem do túnel.
- Procuro o Chris... Alguém me disse que ele estava aqui... – disse Claire.
- É possível... Coisas estranhas têm acontecido por aqui... Sabia que os outros estão aqui? – comentou Alyssa.
- Tá falando do Kevin, David, Leon e da Ada? – perguntou Claire.
- Exato!... Mas nem pense em se aproximar deles... Estão diferentes... Ada iria me matar se eu não tivesse com colete... E Leon, bem, o Leon ainda é irritante... – disse Alyssa – Mas me fala... Por que não fugiu deles?
- Eles se aproximaram por trás enquanto eu olhava a vila escondida... Eu me assustei, mas achei que eram normais, daí eles me jogaram no chão, me amarraram e colocaram o capuz... – disse Claire – E eu só trouxe uma arma... Não esperava isso tudo...
- Entendo... Claire... Acho que podemos ajudar uma à outra... – disse Alyssa, sorrindo.

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MensagemAssunto: Re: Resident Evil - The Village   Dom Fev 03, 2008 3:13 pm

Parte V – O Trem, O Lago e O Chefe.

- Ajudar como? – perguntou Claire.
- Eu vim aqui atrás do vírus... Aquele de Raccoon... Um comprador fugiu da prisão e iria trazer o vírus pra cá, mas houve um acidente... Só que eu acho que o vírus ainda está intacto, se não a vila estaria infectada por ele... E como você procura seu irmão... Chris deve estar onde o vírus está... – disse Alyssa – Além do mais... Não podemos andar sozinhas enquanto essas pessoas estão por todos os lados...
- Você está certa... Sim, eu aceito... – disse Claire, sorrindo.
- Já está escuro... Vamos procurar onde dormir em segurança e quando amanhecer, nós vamos até o trem. – disse Alyssa.

[...]


- Ashley, cuidado... Meus parceiros devem estar por aqui... – disse Leon, andando pela floresta com a garota.

- Tô cansada... Faz tempo que estamos andando... – disse Ashley.
- Calma... Sei que não está acostumada com isso... Mas... Que droga é aquela? – disse Leon, olhando para a nuvem de fumaça perto do riacho.
- Será que foi um navio que caiu do riacho? – Ashley se perguntava.
- Mas que droga!... Que inferno! – disse Leon, ao ver o carro de seus parceiros em chamas lá embaixo do penhasco.
- Por isso eles não respondiam... – disse Ashley – Como vamos sair agora?
- Vai demorar mais um pouco... Vou ter que chamar outros homens... – disse Leon, irritado.

[...]

- Vem logo! – gritava David, mais à frente.
- Eu estou fora de forma... Eu estava de férias quando me chamaram... E eu não consigo correr muito... – disse Kevin, exausto.
- Temos que chegar à droga do castelo antes que escureça... E não temos nenhum transporte, portanto calado! – disse David, correndo.
- Calma!... Vamos descansar um pouco... Será que essa água é limpa? – perguntou Kevin, se aproximando de um grande lago.
- Vendo as condições da vila... Isso deve ser um esgoto... – disse David.
- É... Não vou desconfiar... Afinal, você entende bem de esgotos... – brincou Kevin. De repente, uma coisa começou a borbulhar no meio do lago.
- Que droga é aquela? – perguntou David.
- Vai ver é um jacaré gigante... Seu burro... Deve ser alguma estrutura que afundou e está se mexendo lá embaixo por causa da correnteza... – disse Kevin – Vamos continuar andando... ANDANDO!
- Tá... – disse David. Quando os dois iam saindo, um bicho enorme emergiu da água, fazendo um barulho horrível.
- Ahhh! Credo! Viu aquilo?! – falava Kevin, espantado.
- Vamo logo embora... Corre! – disse David, que achou melhor correr do que esperar pra ver o que aquele bicho iria fazer. Logo depois, o monstro afundou novamente, deixando tudo em silêncio.

[...]

- Estão reunidos agora... – disse Leon, escondido com Ashley, olhando a vila.
- Então vamos logo... – disse Ashley.
- Depressa... – disse Leon, passando pela vila rapidamente com a garota. Os dois entraram na casa abandonada que estava servindo de esconderijo e se trancaram lá.
- Cadê o Luis? – perguntou Ashley.
- Deve ter saído pra buscar ervas, não sei... – disse Leon. Logo depois, ele ouviu um barulho nos fundos da casa.
- Luis? – chamou Ashley. Nenhuma resposta foi ouvida.
- Não é o Luis... – disse Leon, se armando – Ashley fique atrás dos barris.
- Leon, não me deixa morrer... – disse Ashley, sussurrando.
- Quem está aí? – perguntou Leon, se aproximando dos fundos da casa. Nada se ouviu.
- Ahhh! – gritou Ashley, na frente da casa.
- Ashley! – disse Leon, correndo até lá.
- Leon! Socorro! – gritava Ashley. Quando Leon chegou à frente da casa e lá estava um grande homem barbudo e alto, segurando Ashley. Leon atirou nas costas do homem, mas ele largou Ashley e com um único golpe derrubou Leon no chão, desmaiado. Leon tentou reagir, mas o homem já havia saído da casa, levando Ashley.
- Ashley... Não... – disse Leon, caído.

[...]

- Nossa... Está tudo destruído... Tem certeza de que o vírus está aí nesse entulho? – perguntou Claire.
- Não tenho certeza... Mas algo me diz que ele ainda está inteiro... – disse Alyssa, entrando pelo meio das ferragens do trem explodido.
- O que tem aí dentro? – perguntou Claire, curiosa.
- Caveiras... Nenhum objeto inteiro... Continue aí e vigie... Não vou demorar. – disse Alyssa. Lá dentro, os corpos dos passageiros pareciam estar todos nas suas devidas poltronas, Alyssa só precisava saber qual delas era a poltrona de
Nicholai. De repente, ela viu algo de metal no chão do trem, e quando puxou era uma maleta. Ao abrir, o vírus estava lá, inteiro. Alyssa fechou a maleta apressadamente, e ia sair quando alguém segurou sua mão.

- Hm... Mhhmm... – gemia uma pessoa num dos acentos. Metade do seu corpo estava totalmente destruída.
- Ahhh!... Me larga! – disse Alyssa, atirando no resto do corpo da pessoa, matando-a. Logo depois, outro corpo, bem parecido com o que Alyssa acabara de matar, vem correndo em direção a ela.
- Alyssa! Tudo bem? – perguntou Claire, entrando no vagão.
- De onde isso surgiu? Você não estava vigiando? – perguntou Alyssa, atirando.
- Elas não vieram lá de fora... – disse Claire. Então as duas viram algumas pessoas vestidas como moradores da vila saindo do chão, como se saíssem de dentro de uma passagem.
- Há um túnel debaixo do vagão... Eles não vão parar de aparecer... Vamos embora! – disse Alyssa, saindo com Claire. Lá fora, Alyssa tocou fogo do vagão, para evitar que os moradores as seguissem, mas logo o vagão explodiu completamente,
e todos ao redor da vila ouviram, inclusive Kevin e David, que não estava muito longe dali.

- Ouviu aquilo?! – perguntou David.
- É melhor irmos lá checar... Vai ver alguém se feriu... – disse Kevin. Ele e David saíram correndo até o local da explosão.
- Claire... Vamos até aquele castelo... Na vila não há nada, eu já olhei... – disse Alyssa. As duas começaram a andar em direção ao castelo.
- Rápido Kevin! – dizia David, vendo que Kevin estava ficando pra trás.
- Tá achando que eu sou o que?! Tô indo o mais rap... – Kevin bateu em alguma coisa e caiu.
- Mas o que... Alyssa?! – David se espantou ao ver Alyssa, embora já soubesse que ela estava lá.
- Desastrado, será que não olha... – Claire parou ao ver que era Kevin – Kevin!
- Agora não falta mais ninguém... – sussurrou Kevin.

[...]

- Me larga! Leon vai matar você! – gritava Ashley, amarrada em uma cadeira.
- QUIETA! – berrou o homem, que se tratava de nada mais nada menos que o famoso chefe da
vila, Bitorez Mendes.

- ú.ù... – Ashley começou a choramingar.
- O que vamos fazer com ela chefe? Mataremos a garota agora? – perguntou Luis, entrando na sala. Ashley se espantou.

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MensagemAssunto: Re: Resident Evil - The Village   Ter Fev 05, 2008 9:20 pm

Parte VI – O Castelo

- Luis, porque você tá fazendo isso?! – perguntou Ashley, espantada. Luis não respondeu.
- Vigie a garota. – ordenou Bitorez, saindo.
- Sim, senhor. – disse Luis, sério. Logo depois, ele pareceu respirar aliviado – Ashley... Graças a Deus!... Leon está esperando lá fora... Vamos achar um jeito de te tirar daqui.
- Ufa... Ai, achei que você era do mal... – disse Ashley.
- O problema é que tem muitas pessoas vigiando o castelo... – disse Luis.
- O Leon vai matar todo mundo, eu sei disso... – disse Ashley.
- Leon está escondido lá fora... Se ele entrar, alguns Illuminados vão vir pra cá para levar você até um lugar mais seguro, e eu me separarei de você. – disse Luis.
- Então nós vamos fugir e Leon dará cobertura quando estivermos saindo, né? – Ashley tentava entender.
- Exato! – concordou Luis – Tenho que pensar rápido... Bitorez logo vai voltar...
- Que tal aquela janela? – perguntou Ashley.
- Estamos no 2º andar... Pode ser perigoso... – disse Luis.
- Por que você não diz aos Illuminados que está indo me matar e me tira daqui com você? – Ashley sugeriu outro plano.
- Hm... Pode dar certo... – disse Luis – Vamos, vou pôr esse capuz em você.
- Tá... – disse Ashley. Os dois saíram da sala e logo se depararam com um dos monges. Luis explicou que Ashley estava se comportando mal e que Mendes havia dito que se ela não se comportasse Luis poderia matá-la. O monge concordou e os dois
seguiram pelo castelo, passando por mais monges. Lá fora, Leon esperava ansioso.


[...]

- Ouviu isso?! – perguntou Claire.
- Latidos? Ouvi sim... Devem ser lobos... – disse Kevin. Ele e Claire estavam andando juntos enquanto Alyssa e David iam por outro caminho.
- E se estiverem infectados? – Claire se preocupou.
- Daí matamos... Como sempre fizemos... – disse Kevin – A “garota crescida” está com medo agora?
- Calado!... Só não sei do que eles são capazes... Cheguei depois de todos e estou desatualizada... – disse Claire, zangada.
- Não liga não... Qualquer coisa eu te protejo... – disse Kevin.
- Haha... Você mal protege a si mesmo... Vamos rápido, quero chegar o quanto antes... – disse Claire.

[...]

- Vai destruir as Plagas? – perguntava Alyssa, enquanto andava com David.
- Vou primeiro levá-las pra agência... Depois vamos decidir o que fazer... Mas sinceramente, é melhor destruir. – disse David.
- Já estou vendo as luzes do castelo... Estamos perto... – disse Alyssa.
- Espero que Kevin e Claire também estejam chegando... – disse David.
- Olha!... Aquilo ali não é um lobo? – disse Alyssa, apontando para o meio do mato.
- Onde?!... Eu não tô ve... – David caiu com a pancada que Alyssa deu.
- Bons sonhos... Mas essas Plagas não vão ser destruídas... – disse Alyssa, que agora também procurava as Plagas. De repente, um lobo apareceu, e Alyssa o derrubou com um pedaço de madeira, fazendo um lobo dar um grande uivo de dor.

[...]

- Ouviu isso?!... Alyssa e David foram por aquele lado... Será que estão bem? – perguntou Kevin.
- Não sei... É melhor irmos até lá... – disse Claire. Os dois correram em direção ao uivo, mas ainda faltava um pouco para que eles chegassem até lá.
- Ai... Uh... Minha... Cabeça... – disse David, tentando se mexer. De repente, ouviu rosnados próximos a ele. Quando levantou, viu que três lobos o cercavam. Ele estava tão fraco que acabou caindo no chão de novo, e os lobos correram pra cima dele. De dentro da floresta, Kevin e Claire atiraram nos bichos, salvando a pele de David.
- David, você está bem? Cadê a Alyssa? – perguntou Claire.
- Fugiu... Ela... Ela me acertou... Uh... – disse David, com muita dor.
- Foi ela que fez isso com você? – perguntou Kevin. David fez um sinal positivo com a cabeça.
- Mas por que ela faria isso?... É tudo tão estranho... – disse Claire.
- Vamos logo praquele castelo. – disse Kevin, levantando David.

[...]

- Está limpo... Espere aqui. – disse Luis, indo verificar a outra porta.
- Posso tirar o capuz? – perguntou Ashley, meio sufocada.
- Pode... – disse Luis – Não tem ninguém... Passando da próxima porta já podemos sair pela porta da frente.

[...]

- Droga... Como eles demoram... – resmungava Leon, atrás de um arbusto. De repente, ele vê Alyssa passando em direção ao castelo, e chama por ela.
- O que?... Mas quem... – Alyssa olhava para os lados e não via ninguém.
- Aqui atrás! – sussurrava Leon. Alyssa foi andando na direção dele, mas alguns dos monges começaram a lançar flechas de fogo pelas janelas.
- Droga! – disse Alyssa correndo um pouco mais pra longe com Leon.
- Viu a burrada que fez?! – disse Leon – Vai em direção ao castelo como se fosse seu!
- Não pensei que haveria tanta segurança... E o que você fazia escondido?! – perguntou Alyssa.
- Um homem raptou a Ashley e a trouxe pra cá... Luis entrou para tirá-la de lá e eu estava esperando para dar cobertura. – disse Luis.
- Tanta segurança... Devem estar escondendo algo... – Alyssa pensou alto.
- Fala das Plagas? – insinuou Leon.
- Talvez... Não sei... – disse Alyssa, encarando Leon.
- Intrusos! – gritavam monges na frente do castelo, lançando flechas de fogo.
- Eles desceram... Vão nos perseguir pela floresta!... – disse Leon.
- Não podemos voltar! O que queremos está aí dentro! – disse Alyssa.
- Vamos matá-los... Me dê cobertura. – disse Leon, aprontando sua Broken Butterfly.
Alyssa tinha uma Shotgun, então os dois começaram a atirar.

- Não tenho balas suficientes... – disse Alyssa, vendo que só havia mais uma caixa de
balas.

- Pare de atirar... Temos que guardar para as surpresas lá dentro. – disse Leon, que
ainda atirava.

- Já sei... Feche os olhos. – disse Alyssa, pegando uma granada de luz. Ela jogou a granada no meio dos monges e então ela e Leon passaram por eles e trancaram as portas do castelo. Lá dentro haviam uns três monges, que logo foram mortos.
- Leon! – gritou Ashley, do outro lado da sala.
- Maldição! – gritou Bitorez enquanto quase arrombava a porta da sala.
- Ele nos achou Luis! – gritou Ashley.
- Traidor! – gritou Bitorez, que ia em direção a Luis.
- Temos negócios a tratar! – disse Leon, atirando em Bitorez para chamar sua atenção – Ninguém atrapalha os planos de Leon Kennedy.
- Leon... Aquele homem não é o tipo de pessoa que você pode manipular... – cochichou Alyssa.
- Ashley! Luis! Corram! – gritou Leon. Luis e Ashley correram de volta para a sala mais interna. Bitorez veio em direção a Alyssa e Leon.
- Corre! Você precisa tirar a Ashley daqui! – disse Alyssa, atirando nas costas de Bitorez. Mais monges apareceram na sala.
- Tem certeza? – perguntou Leon, que gostaria de ajudar, mas precisava tirar Ashley de lá.
- Vai! – disse Alyssa, atirando. Leon correu para onde Ashley e Luis estavam, enquanto Alyssa atirava. Ela conseguiu matar os monges, mas Bitorez não era muito vulnerável aos tiros, e já estava bem perto de Alyssa. Ela correu até as escadas e começou a passar pelos corredores, mas Bitorez não a seguiu. Próximo aos fundos da casa, Leon, Luis e Ashley corriam tentando achar uma saída.

- Ai... Espera... Eu não consigo mais... – disse Ashley, exausta.
- Será que aquela mulher conseguiu? – perguntou Luis.
- Alyssa parece saber o que está fazendo... – disse Leon. Os três de repente ouviram barulhos nas portas das salas anteriores, mas Leon pensou que era Alyssa.
- É melhor correr... – disse Luis.
- Como assim? – perguntou Leon.
- Ninguém foge do Bitorez... – disse Luis, imaginando que Alyssa não escaparia dele.Quando a última porta se abriu, Bitorez se revelou, e Leon se separou de Ashley e Luis para despistar o chefe da vila. Do outro lado do castelo, Alyssa continuava andando pelos corredores, a fim de conseguir as Plagas, mas não achou nada. Andando mais um pouco, ela viu Leon no fim do corredor.
- Mas o que você tá fazendo aqui? – perguntou Alyssa.
- Bitorez nos alcançou... Não há saída pelos fundos e nós ficamos encurralados... – disse Leon.
- Ah... – suspirou Alyssa.
- Eu tenho que voltar... Esperava que Bitorez me seguisse, mas ele seguiu Luis e Ashley, tenho que ver se eles estão bem... – disse Leon.
- Posso ir com você? – perguntou Alyssa. Leon estranhou já que ela queria ficar sozinha.
- Tá... – disse ele, meio sem jeito.

[...]

- Ashley, fique quieta... – disse Luis, numa sala.
- Eu tô com medo... – disse Ashley. De repente, pancadas muito fortes foram ouvidas na porta, e alguns tiros também. Luis e Ashley estavam num cantinho. De repente, as pancadas e os tiros pararam, mais ainda dava pra ver uma sombra em frente à
porta.

- Ele ainda está aí... – comentou Luis. A porta se abriu lentamente.
- Olá?!... Tem alguém aí? – disse Claire, entrando.
- Quem é você? – perguntou Luis, aparecendo. De repente, um grande berro de Bitorez foi ouvido, Claire tentou fechar a porta, mas ele já estava ali. Claire já havia ouvido a história sobre Leon e Ashley, e sabia que a garota era importante. Ela correu até Ashley e as duas pularam da janela. Mas e Luis?

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MensagemAssunto: Re: Resident Evil - The Village   Sab Mar 01, 2008 9:25 pm

Parte VII – O Segredo e A Morte

- Ashley! Você está bem?! – perguntou Claire.
- Minha perna dói um pouco... Mas estou bem... – disse Ashley, levantando – Oh, não! O Luis ficou lá!

[...]

- Não estão em lugar nenhum... – disse Leon, ainda procurando Ashley.
- Ouviu isso?! Bitorez está por aqui... – disse Alyssa, ouvindo os gritos de Bitorez.
- Vamos até lá... – disse Leon. Chegando até o corredor onde ficava o quarto onde Luis estava. Leon arrombou a porta, chamando a atenção de Bitorez, que estava em pé na janela, olhando para Claire e Ashley lá embaixo. Luis não estava mais na sala, mas também não havia pulado pela janela. Bitorez tentou atacar Leon e Alyssa, mas os dois fecharam a porta por fora e correram.
- É melhor nos separarmos pra procurar o Luis... – recomendou Alyssa.
- Está bem, mas tome cuidado. – disse Leon. Alyssa seguiu pelas escadarias, pois mesmo que quisesse achar Luis, também queria achar as Plagas. Leon seguiu até o salão principal, pois Bitorez poderia ir atrás de Ashley. Na porta de entrada, muitos
monges caídos no chão, por causa da explosão com a granada de luz. Como previsto, Bitorez rondava o castelo atrás de Ashley, então Leon resolveu dar a volta pelo castelo, pois sabia que Ashley estava escondida.


[...]

- Luis... Você está aí?! – procurava Alyssa.
- Não... Não está... – disse Ada, saindo de um quarto.

- O que você faz aqui?! – disse Alyssa, brava.
- O que você acha... Tentando completar minha missão antes que você a estrague. – disse Ada.
- Ainda não esqueci do que você tentou fazer comigo... – disse Alyssa.
- Eu acabo com todos que atrapalham meus interesses... – disse Ada.
- Você acaba com todos que acabam com os interesses de Albert Wesker... Ou acha que eu não sei que você está trabalhando pra ele? – insinuou Alyssa – É só mais um fantoche dele...
- Cale-se! – disse Ada, dando um tapa em Alyssa. Alguns ganados começaram a entrar no castelo, quebrando as portas. Alyssa olhou pela janela e viu que havia uma “excursão” de ganados até o castelo. Ada havia desaparecido, como sempre, então Alyssa correu até o salão principal do castelo, para sair pelos fundos. Lá fora, Leon ainda procurava Ashley e Claire, mas as duas não estavam em lugar nenhum.
- Elas devem ter entrado em alguma passagem... O subsolo é cheio de túneis... – disse Alyssa, saindo – Temos que ir, tem um grupo de moradores invadindo o castelo.
- Nada do Luis? – perguntou Leon.
- Não... – disse Alyssa.
- Temos que ir sem ele... Vamos. – disse Leon. Ele e Alyssa saíram correndo pelos fundos do castelo, que na verdade era só uma mansão. Ao chegar do outro lado, Leon e Alyssa se depararam com um rio, e mais à frente uma ilha, com o verdadeiro
castelo.

- Aquele é o castelo... Então não estava aqui... – comentou Alyssa.
- O que não estava aqui? – insinuou Leon.
- Leon... – Alyssa fez cara de brava. A poucos metros dali havia um barquinho de madeira, então Alyssa foi até ele.
- Está pensando em ir sozinha? Porque eu tenho que ficar e procurar a Ashley... – disse Leon.
- Não precisei da sua ajuda antes... Nem vou precisar agora... – disse Alyssa, começando a remar. Leon ficou ali mais uns instantes, e ao ver que alguns ganados se aproximavam dos fundos da mansão, ele correu pela margem do rio, até encontrar
uma casa, vazia. Ele se escondeu lá e aproveitou para recarregar todas as suas armas, no caso de algum imprevisto.


[...]

- Claire! – gritava Ashley, pela floresta. As duas se afastaram pelo outro lado da floresta antes que os ganados chegassem à mansão, mas Claire acabou se perdendo de Ashley.
- Ashley! – disse Luis, chegando até Ashley, cansado.
- Luis! Que bom que você tá vivo! – disse Ashley, abraçando Luis.
- Leon não está com você? – perguntou Luis.
- Não... Não o vi depois que eu e Claire fugimos... A propósito, não sei onde está a Claire. – disse Ashley.
- Vamos procurá-la... Mas temos que sair daqui, tem ganados por todos os lados. – disse Luis, puxando Ashley pelo braço.

[...]

- Ali! – gritava o “chefe” dos ganados, que já estavam nos fundos da casa. Leon os observava pela janela da casa, mas não atirava, pois o tiro iria atrair os demais. Os ganados se aproximavam da casa, quando Leon pisou em algo de metal no chão, e viu que era uma alça. Ao puxar, viu que havia um sótão lá embaixo e desceu para se esconder melhor. Lá dentro havia uma longa caverna, então Leon resolveu caminhar para o lado da vila, onde esperava encontrar alguém.

[...]

- Uh... Essa ilha não chega nunca... – disse Alyssa, exausta. De repente, um barulho de motor foi ouvido por ela, que se virou para ver.
- Quer uma ajuda? – perguntou Ada, numa lancha.
- Nem que eu estivesse nadando... – disse Alyssa.
- Você é quem sabe... – disse Ada, ligando o motor de novo.
- OK!... Eu desisto... Aceito sua ajuda... >.< - disse Alyssa. Ela subiu na lancha e seguiu com Ada até a ilha.

[...]

- Ai... Luis... Não agüento mais... – disse Ashley, ofegante.
- Vamos até a igreja descansar... Não há ninguém lá agora... – disse Luis. Eles passaram pelo cemitério e logo depois entraram na igreja, que realmente estava vazia.
- Onde será que o Leon tá?... Será que aconteceu alguma coisa com ele e a Alyssa? – perguntou Ashley, preocupada.
- Pelo pouco que eu conheço daqueles dois, eu acho que estão bem... – disse Luis. De repente, alguns ruídos no fundo da igreja foram ouvidos.
- Será que tem alguém aqui? – sussurrou Ashley.
- Shhh... Fique aqui... – disse Luis, indo até um dos corredores da igreja. As luzes se acenderam e Luis parou, olhando pros lados. Ashley estava no banco, de olhos fechados, assustada.
- Ponha aqui... Depois feche a igreja... Nos reuniremos amanhã. – disse um homem com uma túnica roxa, que logo Luis soube que era Saddler. Ele e um dos monges estavam no corredor vizinho, e esconderam algo atrás das velas. Logo os dois
saíram e novamente as luzes no fundo do corredor se apagaram. Ashley correu até Luis e os dois foram até as velas.

- O que será que tem aí? – perguntou Ashley.
- Não sei... – disse Luis, procurando entre as velas até achar um pano, que estava enrolando alguma coisa.
- Cuidado... – sussurrou Ashley. Luis abriu o pano devagar, revelando um pequeno frasco, com um líquido laranja.
- O.O... O que é isso? – perguntou Ashley.
- Já vi um desses em algum lugar... – disse Luis, vendo que havia um pequeno símbolo da Umbrella na tampa do frasco.
- Vamos levar e sair daqui... Esse lugar me dá arrepios... – disse Ashley.
- Esqueci de apagar as velas e... – disse o monge voltando. Ele parou ao ver Ashley e Luis – Intrusos! Mestre!
- Corre Ashley! – disse Luis, atirando no monge. Eles correram até a saída, mas Saddler estava lá, esperando-os.
- Devolva-me! – disse ele, tentando pegar o vírus.
- Ashley! Para os fundos! – disse Luis correndo. Os dois chegaram a uma passagem pelos fundos, a mesma pela qual Claire e Alyssa saíram antes e correram pelas cavernas. Saddler continuou seguindo-os.

[...]

- Leon!... – disse Claire, que vinha correndo pela caverna.
- Onde está a Ashley?! – perguntou Leon.
- Nós nos perdemos... Eu me separei dela... Mas eu sei que ela tá segura... – disse Claire.
- Oh não... A Ashley é muito indefesa... Droga, preciso correr! – disse Leon.
- Eu vou com você! Mas eu já andei por aí e não tem ninguém! – disse Claire, vendo que Leon corria para a direção de onde ela estava vindo.
- Vou para a vila... Eles devem estar lá... – disse Leon. Claire o acompanhou.

[...]

- Luis, ele vai nos pegar! – gritava Ashley, vendo que Saddler se aproximava.
- Não olha pra trás! Só corre! – disse Luis.
- Ouviu isso?! – perguntou Claire.
- É a Ashley! E o Luis... – disse Leon – Anda, vem!
- Ashley! – chamou Claire.
- Claire corre! Tem um monstro atrás da gente! – disse Ashley, vendo Claire se aproximar. Saddler colocou uns tentáculos pra fora e começou a bater na parede com eles, fazendo algumas rochas se soltarem.
- Vamos morrer! – gritava Ashley, chorando. Uma das pedras atingiu Claire, que caiu inconsciente. Leon Pegou Ashley e Claire enquanto Luis desnorteava Saddler atirando.
- Leon, fuja com elas! – gritou Luis.
- Não posso! A passagem está fechada! – disse Leon, retirando as pedras do caminho para poder passar.
- Leon! Eu não vou conseguir! Tome! – disse Luis, jogando o frasco laranja.
- O vírus... – sussurrou Leon. Ele guardou o frasco e continuou retirando as pedras.
- Ahhh! – gritou Saddler. Ele tentava atingir Leon com os tentáculos para recuperar o vírus, mas Luis se meteu na frente e os tentáculos de Saddler começaram a transpassar seu corpo.
- Luis! – gritava Ashley. Leon finalmente conseguiu desobstruir a passagem.
- Ashley, não há nada a fazer... Vamos! – disse Leon, correndo com Claire nos braços. Saddler os seguiu por um tempo, mas Leon jogou uma granada na caverna, que derrubou várias rochas, impedindo a passagem de Saddler.

[...]

- Estão todas bem? – perguntou Leon.
- Minha cabeça ainda dói um pouco... – disse Claire.
- O Luis... Você viu... Aquele monstro... – gaguejava Ashley.
- O pior já passou... E esse vírus... – indagou Leon, segurando o frasco.
- Alyssa estava procurando por ele... – disse Claire.
- Hm... Ela o quer pra alguma coisa... E eu vou descobrir o que é... Não contem a ela sobre o vírus... É um segredo... – disse Leon.

To Be Continued...

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MensagemAssunto: Re: Resident Evil - The Village   Dom Mar 23, 2008 6:52 pm

Parte VIII - A Ilha

- Luis… - chorava Ashley, sentada num canto.
- Calma. Ele não morreu em vão. - disse Claire, com um sorriso.
- Vamos logo. Aquele monstro pode voltar. - disse Leon.
- OK. - disse Claire, levantado Ashley.

[…]

Ada e Alyssa chegaram à ilha. Elas encostaram a lancha e desceram. Ada ficou na frente de Alyssa.

- Eu te trouxe até aqui porque é melhor competir com alguém à altura do que com certos vermes inúteis, mas não quero você no meu caminho?-disse Ada, com desprezo.
- Procure também não me atrapalhar… - disse Alyssa, seguindo pelo lado oposto.

Ada seguiu por um corredor atrás do castelo, enquanto Alyssa entrou no castelo em si. A porta estava aberta, mas ela podia perceber que havia algum tipo de sensor. Era uma construção luxuosa, cheia de peças de ouro. De repente a porta se fechou.
Alyssa tentou abri-la, mas estava trancada.


- Droga... – resmungou Alyssa.
- Bem vinda ao meu humilde lar. - disse um homem no fundo do salão.
- Quem é você? - perguntou Alyssa, tentando ver o homem.
- Eu sou Ramon Salazar. - disse o homem, saindo da escuridão. Ele era baixo e usava roupas roxas. Do lado dele, havia duas criaturas, uma com capuz preto e a outra com capuz vermelho.
- E que importa? - perguntou Alyssa.
- É melhor ir embora, ou pagará caro! - gritou Salazar.
- Eu não vou embora porque um baixinho intrometido diz o que eu devo ou não fazer. - disse
Alyssa.

- Então, ousa me desafiar, hein?… - disse Salazar, voltando para a escuridão. De repente um
alçapão bem embaixo de Alyssa foi aberto.


Alyssa caiu em um túnel de concreto, cheio de tubos de nitrogênio. Ela começou a andar pelo túnel, mas um barulho forte foi ouvido.

- Ah não… - disse Alyssa, olhando para trás. A criatura de capuz preto estava bem atrás dela. Alyssa pegou a Shotgun e começou a atirar, mas as balas não faziam efeito. Ela pegou uma granada e jogou, causando uma grande explosão. Correu rapidamente, mas parou para descansar, e quando olhou para trás, a criatura estava lá, sem o capuz. Parecia uma aranha gigante. Alyssa pegou a arma e começou a atirar novamente.

[…]

- Cara, essa floresta é horrenda… - disse David, enquanto caminhava com Kevin pela floresta.
- O que é? A garotinha tá com medo? - brincou Kevin.
- Deixa de besteira… Olha lá… Tem um galpão ali… - disse David, apontando para o galpão.
- Ótimo… Estou exausto… - disse Kevin, indo com David até o galpão.

Estava tudo escuro. Eles começaram a andar, seus passos ecoando na madeira, quando uma coisa agarrou o pescoço de Kevin. David olhou para o homem que estava atacando. Era Bitorez. Ele atirou num latão queimando Bitorez e soltando Kevin. Eles correram e começaram a atirar, mas as balas não faziam efeito e a munição estava acabando. Porém, David correu e pegou um rifle em cima de um barril e começou a atirar. Pouco depois a roupa de Bitorez começou a queimar os ossos de
sua coluna saindo e fazendo Bitorez ficar com mais de 2 metros de comprimento. David deu mais cinco tiros e as pernas se desligaram da coluna. Bitorez pulou para o teto, enquanto David e Kevin subiam as escadas que havia no galpão. Ele se
segurou nos pedaços de madeira no teto e eles começaram a atirar, mas a munição de David acabou rapidamente e logo após a de Kevin.


- Oh droga! Nós vamos morrer! - disse Kevin, enquanto Bitorez se aproximava.
- É o fim… - disse David. De repente alguém começou a atirar e Bitorez caiu. Ele deu seu último suspiro e morreu.
- Leon!Claire! - gritaram David e Kevin.
- Oi rapazes… - disse Claire. - Ashley!Pode sair agora!
- Então, quem diria… A “garotinha Claire” sabe lutar… - disse Kevin.
- Pare com isso… - disse Claire, irritada.
- Hey, vocês sabem onde estão Ada e Alyssa? - perguntou Leon.
- Não… - disse David.

[…]

- Bem que eu poderia ter escolhido um buraco melhor pra me meter… - reclamou Ada. Ela havia entrado em algo parecido com um esgoto, mas com pequenas velas. Ada continuou a caminhar, mas havia uma porta logo à frente. Ela correu para lá,mas não demorou para ela ouvir gritos.
- Socorro! - gritava alguém do outro lado da porta. Ada empunhou a arma e abriu lentamente a porta.

To Be Continued…

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